segunda-feira, 7 de maio de 2012

Daer intensifica fiscalização por excesso de peso de carga

A Diretoria de Transportes Rodoviários do Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer) está intensificando a fiscalização por excesso de peso de carga com a balança de Bom Princípio, localizada no quilômetro 27 da ERS-122. A ação realizada na última terça-feira (24) contou com nove fiscais que pesaram 189 caminhões, dos quais 16 foram notificados. As fiscalizações serão periódicas e intensificadas uma vez por semana. Os resultados irão servir para o novo plano de balanças que será lançado nos próximos meses. O secretário de Infraestrutura e Logística do RS, Beto Albuquerque, destacou a preocupação com a pesagem de caminhões, pois o peso acima do permitido contribui para a degradação da malha viária. "Estamos fazendo uma forte abordagem de fiscalização junto a balança de Bom Princípio e iremos intensificar ainda mais o controle de peso nas estradas", afirmou. Segundo Saul Sastre, Diretor de Transportes Rodoviários do Daer, há casos em que o excesso de peso da carga chegou ao dobro do permitido. “O veículo é pesado e, apresentando excesso de carga, a Polícia Rodoviária Estadual expede a multa e o veículo fica retido no posto do comando rodoviário, sendo que o motorista tem até duas horas para acionar outro caminhão, retirar o excesso de peso e voltar a rodar”. Caso o motorista não consiga dividir a carga para seguir viagem, a Polícia aciona o Departamento Estadual de Trânsito (Detran) para guinchar o caminhão até o depósito enquanto não se retira o excesso de carga. FONTE: Imprensa DAER - RS

Gigante atacadista quer que o Paraná combata o roubo de cargas

O diretor-presidente da Havan, Luciano Hang, enviou correspondência ao governador do Paraná, Beto Richa, pedindo providências para solucionar um problema que tem se tornado cada vez mais frequente: os assaltos a caminhões e roubos de cargas no Rodoanel de Curitiba. Na carta, Hang enumera que já foram pelo menos cinco ocorrências somente neste ano e que a ousadia dos bandidos está cada vez maior, colocando em risco inclusive a vida dos motoristas que fazem esta rota. A Havan utiliza o Rodoanel diariamente, para o transporte de mercadorias a partir de seu Centro de Distribuição, em Barra Velha, para as filiais da Grande Curitiba, cidades paranaenses e até para outros estados. Devido à falta de segurança em trafegar naquele trecho, a empresa adotou como medida paliativa enviar os caminhões em comboio, mas como novas tentativas de assaltos ocorreram, agora os caminhões só passam pelo Rodoanel durante o dia. De acordo com o responsável pelo setor de transportes da Havan, Adriano Benvenutti, esta restrição prejudica o fluxo de entrega de mercadorias, porque os caminhões que são carregados à noite têm que aguardar até quase de manhã para seguir viagem. E quando chegam a Curitiba, enfrentam um tráfego mais lento e complicado para acessar as filiais e realizar as manobras necessárias para a operação de carga/descarga. “Com isso, perde-se muito mais tempo e o trânsito fica mais complicado”, afirma. O diretor-presidente da Havan pede que providências sejam tomadas pelo governo do Estado, em parceria com as polícias Rodoviária, Militar e Civil, através de ações preventivas, de fiscalização e de investigação das ocorrências. “Como a ousadia dos assaltantes está cada vez maior, tememos pela segurança e pela vida das pessoas que estão ali, fazendo seu trabalho e acabam ficando sujeitas a mais esta violência das estradas”, afirma Luciano Hang. FONTE: O Diário - PR

quinta-feira, 3 de maio de 2012

AQCES expande operação logística para a Raízen

A AQCES Logística celebra novo contrato com a Raízen, resultado direto de seu desempenho na última safra. O acordo sela a expansão das atuais operações de colheita, transbordo e transporte (CTT) de cana-de-açúcar na Usina Gasa, em Andradina (SP), e aumenta em 25% o volume de serviços prestados pela AQCES à companhia. A operação logística para a Raízen passará a contar com 385 funcionários nos períodos de safra. Além disso, a AQCES está investindo R$ 6 milhões na aquisição de equipamentos para atender a essa nova demanda. “Consideramos essa ampliação de contrato resultado direto dos esforços da AQCES para sempre oferecer as melhores soluções logísticas ao cliente, o que passa por mão de obra qualificada, equipamentos de ponta, monitoramento constante dos índices de produtividade e a busca em aperfeiçoá-los”, comenta Alysson Paolinelli, presidente e CEO da companhia. Na safra 2011, em seu primeiro ano na operação de CTT na Usina Gasa, concorrendo com empresas com quatro anos de atuação nesse segmento, a AQCES foi premiada como a melhor operadora logística de CTT nas unidades do Grupo Raízen. FONTE: Divulgação

Multa de trânsito pode virar advertência

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara aprovou dia 12 de março, em caráter conclusivo, o projeto de lei (3016/04) que acaba com a aplicação de multas de trânsito por infrações leves e médias a motoristas que não sejam reincidentes, ou seja, que não tenham cometido o mesmo tipo de infração nos 12 meses anteriores . Em vez de multa, eles deverão receber apenas uma advertência por escrito. O projeto agora deve seguir diretamente para o Senado. Mas, se houver recurso de algum deputado, ainda poderá ser votado no plenário da Câmara. O relator do projeto na CCJ foi o deputado Paulo Maluf, que acolheu o substitutivo aprovado pela Comissão de Viação e Transportes em 2004. Entre as infrações leves e médias previstas no Código estão: * Estacionar o veículo em desacordo com as condições regulamentadas especificamente pela sinalização (placa - Estacionamento Regulamentado); * Parar o veículo no passeio ou sobre faixa destinada a pedestres, nas ilhas, refúgios, canteiros centrais e divisores de pista de rolamento; * Ultrapassar veículo em movimento que integre cortejo, desfile e formação militares, salvo com autorização da autoridade de trânsito ou de seus agentes; * Buzinar entre as 22 horas e as 6 horas. O projeto aprovado na Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania é diferente da proposta original, do deputado Léo Alcântra, que previa penalidades como a prestação de serviços comunitários e a participação em cursos educativos de trânsito, no caso de motoristas reincidentes. A punição a pedestres, que poderia ser transformada na participação do infrator em cursos de segurança viária, também foi suprimida. FONTE: O Globo - RJ

sábado, 28 de abril de 2012

A moda nas empresas é mandar menos

Uma pesquisa exclusiva revela que as empresas brasileiras são as mais centralizadas do mundo. Por aqui, os chefes não ouvem nem dão satisfação. Mas o futuro é dos democráticos, e não dos mandões O paulistano Roberto Setubal, presidente do Itaú Unibanco, cresceu numa época marcada pelo autoritarismo. Durante sua juventude, nos anos 60 e 70, as decisões não se discutiam. Cumpriam-se. Era assim em casa. Era assim na política. E era assim no trabalho. Quando ele começou a carreira no banco presidido por seu pai, Olavo Setubal, o Itaú era uma das instituições mais formais e hierarquizadas do Brasil. Cada executivo tinha sua sala, sua secretária e sua vaga de garagem. Os crachás tinham cores diferentes para cada cargo. A evolução na carreira acontecia em doses homeopáticas e dependia do bom relacionamento com o chefe. Foi com essa cultura que o Itaú se transformou numa das maiores e mais respeitadas empresas brasileiras. Mas, nos últimos anos, Setubal está empenhado em criar um ambiente mais democrático. Ele mesmo está tomando menos decisões. Deixou, por exemplo, de escolher as novas agências. Também não participa mais da definição dos preços. Não tem autonomia sequer para escolher os diretores que responderão a ele mesmo. “Os tempos mudaram. Não podemos mais impor uma decisão sem ouvir os funcionários”, diz Setubal. Aumentar a democracia no ambiente de trabalho é um desafio comum a muitas empresas brasileiras. Uma pesquisa exclusiva da consultora Betania Tanure mostra que as companhias brasileiras estão entre as mais centralizadoras do mundo. Em 2011, Betania entrevistou 4 500 executivos em 13 países das Américas, da Europa e da Ásia para chegar a um índice batizado de “distância do poder”. Quanto mais elevado, numa escala de zero a 100, mais distantes as pessoas estariam de definir os rumos da companhia. Aos entrevistados, a consultora fez perguntas como: “Com que frequên­cia os funcionários têm medo de dizer que discordam de seus superiores?” ou “Quem detém o poder tem direito a privilégios especiais?” O resultado do estudo: no ranking dos mais centralizados, deu Brasil na cabeça. É importante separar hierarquia de autoritarismo. Empresas são hierárquicas por natureza. Precisam de pessoas que mandem, e de outras que executem. E, sobretudo, precisam de líderes que inspirem e indiquem os caminhos. É assim tanto no Brasil quanto na Dinamarca — o país mais democrático do ranking. Mas as empresas brasileiras, aponta o estudo, dão importância excessiva ao cargo. Numa típica empresa centralizada, os chefes mandam e desmandam sem dar satisfações. Eles têm autonomia, por exemplo, para decidir quem será contratado ou demitido. Com alguma frequência, dão preferência aos amigos em detrimento daqueles que alcançam os melhores resultados. Também não passa pela cabeça de uma empresa autoritária consultar os funcionários antes de tomar decisões. Metas, bônus, orçamento — tudo é decidido a portas fechadas. Quem está abaixo sabe muito pouco sobre os rumos da companhia. Riscos Concentrar as decisões tem lá suas vantagens. As empresas mais centralizadas conseguem decidir mais rapidamente e dar guinadas estratégicas da noite para o dia. Em momentos de crise, como no fim de 2008, essa agilidade é fundamental. “Quando o navio está afundando, é o comandante quem dá as ordens. Nessas horas, não é possível ouvir a todos”, diz Betania. Mas, no que tem de pior, o centralismo atravanca a inovação e dificulta a atração de pessoas mais talentosas. Setubal, do Itaú, se deu conta disso. Apesar de seu poder, a empresa passou a encontrar dificuldade em atrair e reter os executivos mais promissores. Eles se interessavam cada vez mais por bancos de investimento ou por pequenas empresas onde tivessem autonomia para tomar suas decisões e onde fossem premiados pelos resultados. Para responder a isso, o Itaú criou, em 2010, um inédito programa de sócios, que deu ações do banco a um grupo de 100 funcionários de alto desempenho. Hierarquia ou tempo de casa não contaram. Em 2011, o Itaú deu mais um passo na direção da democracia. Desde então, nenhum executivo do banco tem autonomia para escolher seu sucessor. As promoções são definidas em comitês que reúnem cinco pessoas e que decidem com base nos resultados. “A gente podia até continuar mandando como antes”, diz Marcelo Orticelli, diretor de recursos humanos do Itaú. “O problema é que havia o grande risco de os mais jovens simplesmente pararem de obedecer.” Democracia também costuma trazer mais eficiência. Se apenas um grupo de pessoas tem acesso às informações e toma todas as decisões, os funcionários não entendem qual é seu papel dentro da estratégia. E não se levantam da cadeira para ajudar. Mas, se sabem que a empresa precisa economizar energia, apagarão a luz ao sair da sala. É o que está acontecendo na empresa de controle de frota Sascar, comprada pelo fundo de investimento GP em 2011. Todos os meses, os 700 funcionários recebem por e-mail dados sobre vendas e geração de caixa. E podem sugerir ações para melhorar o resultado no mês seguinte. Os 100 executivos recebem também informações sobre suas metas individuais. E definem o que deve ser feito para melhorar no mês seguinte. “Essas ações ajudaram a aumentar nossa receita em 30% no ano passado. Foi o melhor resultado dos últimos cinco anos”, diz Marcio Trigueiro, presidente da Sascar. Na varejista Riachuelo, as vendas crescem, em média, 20% ao ano desde 2007, quando o presidente, Flávio Rocha, deu a seus executivos a liberdade de escolher um modelo de remuneração. Em vez de dividir igualmente os lucros, eles preferiram criar um ranking. Os melhores podem ganhar até seis salários extras por ano. Os piores não levam nada. São vários os motivos que explicam a liderança do Brasil no ranking de centralização. Segundo Betania Tanure, é uma questão cultural. Os povos de origem latina, diz, questionam menos a autoridade de seus líderes na família, na política e, consequentemente, também nas empresas. Além disso, empresas estatais e grupos familiares, que são mais centralizadores por natureza, têm enorme peso na economia brasilei­ra. Não se rompe com essa cultura da noite para o dia. A maioria das empresas ainda dá seus primeiros passos. A Alpargatas, por exemplo, até cinco anos atrás tinha inacreditáveis 16 níveis hierárquicos. Existiam, por exemplo, o gerente de setor, o gerente de área e o gerente de departamento. Os níveis foram reduzidos aos poucos e hoje são apenas seis. Pode levar décadas até que companhias como a Alpargatas cheguem ao nível de abertura da Promon — isso se elas quiserem, é claro. Faz 42 anos que a empresa criou seu primeiro programa de sócios. Hoje, 1 300 de seus 1 600 funcionários têm ações que permitem votar nas eleições para diretores e conselheiros. A dose ideal de descentralização, cada companhia vai encontrar com o tempo. “Se as empresas querem atrair gente boa, terão de ouvi-las”, diz Roberto Setubal. “É um caminho sem volta.” FONTE: Portal Exame - SP

terça-feira, 24 de abril de 2012

Logística tem recorde de fusões e aquisições

Mais de 60% das cargas transportadas pelo Brasil viajam exclusivamente por rodovias. Em países também marcados por proporções continentais, como Estados Unidos e China, a matriz de transporte se mostra mais diversificada, com o modal rodoviário dividindo espaço com alternativas como ferrovia, dutovia e hidrovia. Assim, conseguem fazer com que apenas 30% das cargas, aproximadamente, passem pelas estradas. Já em outros países, como na Rússia, a participação das rodovias nesse conjunto é ainda menor e chega a ser inferior a 10%. Estes números, que deixam em evidência o peso do transporte rodoviário no Brasil, são mencionados por Luiz Feresin, diretor da consultoria internacional Booz & Company, ao analisar o potencial de desenvolvimento do setor de logística no país. A tendência, segundo ele, é que as empresas passem a oferecer serviços complementares a esse tipo de transporte, como armazenamento de produtos ou distribuição. Ou, ainda, integrem às rodovias outros tipos de modais. “As empresas buscam contemplar as várias fases do transporte”, explica. “É uma migração de transportes para logística, o que leva ao conceito de intermodalidade.” Além disso, as empresas podem diversificar os serviços oferecidos, de forma a diminuir a representatividade do transporte rodoviário, que é o modal menos eficiente e mais agressivo ao meio ambiente. Este movimento é percebido ao observar as fusões e aquisições envolvendo empresas do setor. Em 2011, atingiram a marca recorde de 40 operações, segundo dados da consultoria KPMG. “Por meio dessas operações, as empresas conseguem diversificar ou complementar as atividades que já exercem”, destaca Luiz Motta, sócio da KPMG. Por Valor OnLine FONTE: Valor Econômico - SP

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Ferramenta calcula quanto se pode economizar com combustível

Pela internet, motoristas e proprietários de frotas têm a disposição uma ferramenta que permite calcular quanto se pode economizar em combustível. Criado pela Tipler, o hotsite Calculadora de economia demonstra que as recapagens podem sair a custo zero utilizando a linha de bandas pré-moldadas Ecomais, criada com escultura, sulco, compostos e processos exclusivos, que diminuem a resistência ao rolamento e exigem menos esforço do motor para movimentar o veículo.

Pelo site www.calculadoraecomais.com.br, o internauta preenche uma tabela com número de veículos de sua frota, o consumo médio de combustível por veículo e o seu preço, a quantidade de pneus recapados mensalmente e o valor que costuma pagar nas recapagens. Em seguida, a calculadora apresenta quanto pode ser economizado ao se utilizar a linha Ecomais.

Um dos clientes da Tipler, a Grycamp Transportes, de Ponta Grossa (PR), relatou ter atingido economia de 5% no consumo de combustível e performance de rodagem de 8% a mais que o produto concorrente.

Entre as características da linha Ecomais estão a escultura e profundidade otimizadas para reduzir a resistência ao rolamento, maior resistência à abrasão, que garante desempenho quilométrico superior, ombros arredondados e abas laterais para minimizar os problemas de arraste lateral.

“Criamos uma facilidade para o transportador comprovar os resultados de uma linha exclusiva que permite maior performance e economia de combustível”, ressalta Carlos César da Silva Oliveira, Gerente Nacional de Vendas da Tipler.
FONTE: Divulgação