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sábado, 28 de abril de 2012
A moda nas empresas é mandar menos
Uma pesquisa exclusiva revela que as empresas brasileiras são as mais centralizadas do mundo. Por aqui, os chefes não ouvem nem dão satisfação. Mas o futuro é dos democráticos, e não dos mandões
O paulistano Roberto Setubal, presidente do Itaú Unibanco, cresceu numa época marcada pelo autoritarismo. Durante sua juventude, nos anos 60 e 70, as decisões não se discutiam. Cumpriam-se. Era assim em casa. Era assim na política. E era assim no trabalho.
Quando ele começou a carreira no banco presidido por seu pai, Olavo Setubal, o Itaú era uma das instituições mais formais e hierarquizadas do Brasil. Cada executivo tinha sua sala, sua secretária e sua vaga de garagem. Os crachás tinham cores diferentes para cada cargo.
A evolução na carreira acontecia em doses homeopáticas e dependia do bom relacionamento com o chefe. Foi com essa cultura que o Itaú se transformou numa das maiores e mais respeitadas empresas brasileiras. Mas, nos últimos anos, Setubal está empenhado em criar um ambiente mais democrático.
Ele mesmo está tomando menos decisões. Deixou, por exemplo, de escolher as novas agências. Também não participa mais da definição dos preços. Não tem autonomia sequer para escolher os diretores que responderão a ele mesmo. “Os tempos mudaram. Não podemos mais impor uma decisão sem ouvir os funcionários”, diz Setubal.
Aumentar a democracia no ambiente de trabalho é um desafio comum a muitas empresas brasileiras. Uma pesquisa exclusiva da consultora Betania Tanure mostra que as companhias brasileiras estão entre as mais centralizadoras do mundo. Em 2011, Betania entrevistou 4 500 executivos em 13 países das Américas, da Europa e da Ásia para chegar a um índice batizado de “distância do poder”.
Quanto mais elevado, numa escala de zero a 100, mais distantes as pessoas estariam de definir os rumos da companhia. Aos entrevistados, a consultora fez perguntas como: “Com que frequência os funcionários têm medo de dizer que discordam de seus superiores?” ou “Quem detém o poder tem direito a privilégios especiais?” O resultado do estudo: no ranking dos mais centralizados, deu Brasil na cabeça.
É importante separar hierarquia de autoritarismo. Empresas são hierárquicas por natureza. Precisam de pessoas que mandem, e de outras que executem. E, sobretudo, precisam de líderes que inspirem e indiquem os caminhos. É assim tanto no Brasil quanto na Dinamarca — o país mais democrático do ranking.
Mas as empresas brasileiras, aponta o estudo, dão importância excessiva ao cargo. Numa típica empresa centralizada, os chefes mandam e desmandam sem dar satisfações. Eles têm autonomia, por exemplo, para decidir quem será contratado ou demitido. Com alguma frequência, dão preferência aos amigos em detrimento daqueles que alcançam os melhores resultados.
Também não passa pela cabeça de uma empresa autoritária consultar os funcionários antes de tomar decisões. Metas, bônus, orçamento — tudo é decidido a portas fechadas. Quem está abaixo sabe muito pouco sobre os rumos da companhia.
Riscos
Concentrar as decisões tem lá suas vantagens. As empresas mais centralizadas conseguem decidir mais rapidamente e dar guinadas estratégicas da noite para o dia. Em momentos de crise, como no fim de 2008, essa agilidade é fundamental. “Quando o navio está afundando, é o comandante quem dá as ordens.
Nessas horas, não é possível ouvir a todos”, diz Betania. Mas, no que tem de pior, o centralismo atravanca a inovação e dificulta a atração de pessoas mais talentosas. Setubal, do Itaú, se deu conta disso. Apesar de seu poder, a empresa passou a encontrar dificuldade em atrair e reter os executivos mais promissores.
Eles se interessavam cada vez mais por bancos de investimento ou por pequenas empresas onde tivessem autonomia para tomar suas decisões e onde fossem premiados pelos resultados. Para responder a isso, o Itaú criou, em 2010, um inédito programa de sócios, que deu ações do banco a um grupo de 100 funcionários de alto desempenho. Hierarquia ou tempo de casa não contaram.
Em 2011, o Itaú deu mais um passo na direção da democracia. Desde então, nenhum executivo do banco tem autonomia para escolher seu sucessor. As promoções são definidas em comitês que reúnem cinco pessoas e que decidem com base nos resultados.
“A gente podia até continuar mandando como antes”, diz Marcelo Orticelli, diretor de recursos humanos do Itaú. “O problema é que havia o grande risco de os mais jovens simplesmente pararem de obedecer.”
Democracia também costuma trazer mais eficiência. Se apenas um grupo de pessoas tem acesso às informações e toma todas as decisões, os funcionários não entendem qual é seu papel dentro da estratégia. E não se levantam da cadeira para ajudar. Mas, se sabem que a empresa precisa economizar energia, apagarão a luz ao sair da sala.
É o que está acontecendo na empresa de controle de frota Sascar, comprada pelo fundo de investimento GP em 2011. Todos os meses, os 700 funcionários recebem por e-mail dados sobre vendas e geração de caixa. E podem sugerir ações para melhorar o resultado no mês seguinte.
Os 100 executivos recebem também informações sobre suas metas individuais. E definem o que deve ser feito para melhorar no mês seguinte. “Essas ações ajudaram a aumentar nossa receita em 30% no ano passado. Foi o melhor resultado dos últimos cinco anos”, diz Marcio Trigueiro, presidente da Sascar.
Na varejista Riachuelo, as vendas crescem, em média, 20% ao ano desde 2007, quando o presidente, Flávio Rocha, deu a seus executivos a liberdade de escolher um modelo de remuneração. Em vez de dividir igualmente os lucros, eles preferiram criar um ranking. Os melhores podem ganhar até seis salários extras por ano. Os piores não levam nada.
São vários os motivos que explicam a liderança do Brasil no ranking de centralização. Segundo Betania Tanure, é uma questão cultural. Os povos de origem latina, diz, questionam menos a autoridade de seus líderes na família, na política e, consequentemente, também nas empresas.
Além disso, empresas estatais e grupos familiares, que são mais centralizadores por natureza, têm enorme peso na economia brasileira. Não se rompe com essa cultura da noite para o dia. A maioria das empresas ainda dá seus primeiros passos. A Alpargatas, por exemplo, até cinco anos atrás tinha inacreditáveis 16 níveis hierárquicos.
Existiam, por exemplo, o gerente de setor, o gerente de área e o gerente de departamento. Os níveis foram reduzidos aos poucos e hoje são apenas seis. Pode levar décadas até que companhias como a Alpargatas cheguem ao nível de abertura da Promon — isso se elas quiserem, é claro.
Faz 42 anos que a empresa criou seu primeiro programa de sócios. Hoje, 1 300 de seus 1 600 funcionários têm ações que permitem votar nas eleições para diretores e conselheiros. A dose ideal de descentralização, cada companhia vai encontrar com o tempo. “Se as empresas querem atrair gente boa, terão de ouvi-las”, diz Roberto Setubal. “É um caminho sem volta.”
FONTE: Portal Exame - SP
terça-feira, 24 de abril de 2012
Logística tem recorde de fusões e aquisições
Mais de 60% das cargas transportadas pelo Brasil viajam exclusivamente por rodovias. Em países também marcados por proporções continentais, como Estados Unidos e China, a matriz de transporte se mostra mais diversificada, com o modal rodoviário dividindo espaço com alternativas como ferrovia, dutovia e hidrovia. Assim, conseguem fazer com que apenas 30% das cargas, aproximadamente, passem pelas estradas. Já em outros países, como na Rússia, a participação das rodovias nesse conjunto é ainda menor e chega a ser inferior a 10%.
Estes números, que deixam em evidência o peso do transporte rodoviário no Brasil, são mencionados por Luiz Feresin, diretor da consultoria internacional Booz & Company, ao analisar o potencial de desenvolvimento do setor de logística no país. A tendência, segundo ele, é que as empresas passem a oferecer serviços complementares a esse tipo de transporte, como armazenamento de produtos ou distribuição.
Ou, ainda, integrem às rodovias outros tipos de modais. “As empresas buscam contemplar as várias fases do transporte”, explica. “É uma migração de transportes para logística, o que leva ao conceito de intermodalidade.”
Além disso, as empresas podem diversificar os serviços oferecidos, de forma a diminuir a representatividade do transporte rodoviário, que é o modal menos eficiente e mais agressivo ao meio ambiente.
Este movimento é percebido ao observar as fusões e aquisições envolvendo empresas do setor. Em 2011, atingiram a marca recorde de 40 operações, segundo dados da consultoria KPMG. “Por meio dessas operações, as empresas conseguem diversificar ou complementar as atividades que já exercem”, destaca Luiz Motta, sócio da KPMG.
Por Valor OnLine
FONTE: Valor Econômico - SP
sexta-feira, 20 de abril de 2012
Ferramenta calcula quanto se pode economizar com combustível
Pela internet, motoristas e proprietários de frotas têm a disposição uma ferramenta que permite calcular quanto se pode economizar em combustível. Criado pela Tipler, o hotsite Calculadora de economia demonstra que as recapagens podem sair a custo zero utilizando a linha de bandas pré-moldadas Ecomais, criada com escultura, sulco, compostos e processos exclusivos, que diminuem a resistência ao rolamento e exigem menos esforço do motor para movimentar o veículo.
Pelo site www.calculadoraecomais.com.br, o internauta preenche uma tabela com número de veículos de sua frota, o consumo médio de combustível por veículo e o seu preço, a quantidade de pneus recapados mensalmente e o valor que costuma pagar nas recapagens. Em seguida, a calculadora apresenta quanto pode ser economizado ao se utilizar a linha Ecomais.
Um dos clientes da Tipler, a Grycamp Transportes, de Ponta Grossa (PR), relatou ter atingido economia de 5% no consumo de combustível e performance de rodagem de 8% a mais que o produto concorrente.
Entre as características da linha Ecomais estão a escultura e profundidade otimizadas para reduzir a resistência ao rolamento, maior resistência à abrasão, que garante desempenho quilométrico superior, ombros arredondados e abas laterais para minimizar os problemas de arraste lateral.
“Criamos uma facilidade para o transportador comprovar os resultados de uma linha exclusiva que permite maior performance e economia de combustível”, ressalta Carlos César da Silva Oliveira, Gerente Nacional de Vendas da Tipler.
FONTE: Divulgação
Pelo site www.calculadoraecomais.com.br, o internauta preenche uma tabela com número de veículos de sua frota, o consumo médio de combustível por veículo e o seu preço, a quantidade de pneus recapados mensalmente e o valor que costuma pagar nas recapagens. Em seguida, a calculadora apresenta quanto pode ser economizado ao se utilizar a linha Ecomais.
Um dos clientes da Tipler, a Grycamp Transportes, de Ponta Grossa (PR), relatou ter atingido economia de 5% no consumo de combustível e performance de rodagem de 8% a mais que o produto concorrente.
Entre as características da linha Ecomais estão a escultura e profundidade otimizadas para reduzir a resistência ao rolamento, maior resistência à abrasão, que garante desempenho quilométrico superior, ombros arredondados e abas laterais para minimizar os problemas de arraste lateral.
“Criamos uma facilidade para o transportador comprovar os resultados de uma linha exclusiva que permite maior performance e economia de combustível”, ressalta Carlos César da Silva Oliveira, Gerente Nacional de Vendas da Tipler.
FONTE: Divulgação
Libra é o primeiro grupo na AL a operar todos os modais
O Grupo Libra, um dos maiores operadores portuários e de logística de comércio exterior do País, acaba de se tornar o primeiro grupo do setor na América Latina a operar de forma integrada todos os modais de transporte – da operação de terminais portuários e transporte fluvial à carga aérea, passando pelas soluções rodoviárias e ferroviárias. A recente aquisição do Aeroporto Internacional de Cabo Frio, que por sua vez detém um terço do Aeroporto de Angra dos Reis, completa o leque de soluções modais do Grupo.
“Nossa estratégia é poder oferecer todas as alternativas ao cada vez mais aquecido e sofisticado setor de comércio exterior brasileiro. Nesse sentido, o Aeroporto Internacional de Cabo Frio, estrategicamente localizado e preparado para uma operação eficiente de carga aérea, é um passo importante nessa direção”, diz Marcelo Araujo, presidente do Grupo Libra, acrescentando que espera que o aeroporto sirva ainda de hub de aviação geral em função dos importantes eventos que se espera para os próximos anos no Rio de Janeiro, como Copa do Mundo e Olimpíadas.
Libra Aeroportos já esta sendo ampliada
Situado no litoral norte do Estado do Rio de Janeiro, uma região que deve experimentar um grande crescimento econômico por conta dos negócios em torno da indústria de Óleo e Gás e, em especial, do Pré-Sal, o Aeroporto Internacional de Cabo Frio conta com estrutura e capacidade para operar armazenagem alfandegada e geral de carga aérea ou marítima, além de funcionar como uma importante base de helicópteros e serviços de apoio às plataformas offshore. A Libra está investindo cerca de R$ 25 milhões na ampliação da estrutura de pátio, terminais e armazéns. A base para recepção de helicópteros, que conta atualmente com 15 posições, ganhará mais 30 e serão criados mais dois armazéns, além dos quatro já existentes, para dar suporte à área de offshore.
Libra Terminais em expansão
Primeiro operador privado de contêineres no País, a Libra Terminais, uma das líderes de mercado de operação portuária, oferece soluções integradas à cadeia logística, reunindo as operações portuárias de importação e exportação de contêineres na Libra Terminais Santos e na Libra Terminais Rio. Possui projetos de expansão de R$1,1 bilhão em investimentos que preveem grandes obras de ampliação de infraestrutura nos terminais de Santos e Rio e na construção de um terminal em Imbituba.
Em Santos, estão previstos investimentos de R$ 550 milhões que vão permitir à Libra Terminais duplicar a sua capacidade de movimentação, para 1,4 milhões de TEU/ano, sobretudo por conta da unificação dos seus terminais num único berço de atracação com mais de 1,7 km – o maior do Brasil e único a ser dotado de infraestrutura para receber navios acima de 15 mil TEU. Recentemente, a Libra Terminais Santos inaugurou um armazém para operações de cargas soltas com capacidade para 4.870 pallets e uma área para segregação de cargas químicas.
No Rio, a expansão já começou. Os investimentos são de cerca de R$ 300 milhões e a primeira obra, com duração prevista de um ano e meio, é a ampliação e modernização do Armazém de Importação, que vai aumentar a sua capacidade em 88%, além de aumentar a produtividade e a segurança de cargas e funcionários. O novo armazém terá uma capacidade de 200 mil pallets ano, além de áreas dedicadas exclusivamente para conferência de cargas e armazenagem de cargas químicas.
Além disso, o Grupo Libra pretende construir um terminal de uso privativo em Imbituba, no litoral sul de Santa Catarina. Com investimento previsto de R$ 250 milhões somente na primeira fase, o projeto já tem todas as licenças ambientais expedidas e está em fase final de preparação para o início das obras. O terminal destina-se a atender o fluxo de comércio exterior do Sul do País e deverá se tornar um grande indutor de desenvolvimento econômico e social para a região, gerando mais de 2.400 empregos diretos e 1.100 indiretos, na fase de obras, e 1.215 empregos diretos e mais de 1.000 indiretos, quando estiver operando.
Libra Logística aposta no modal ferroviário
Já a Libra Logística dispõe de infraestrutura, gerenciamento de transporte rodoviário e ferroviário e oferece soluções integradas para operações de armazenagem, movimentação, transporte, unitização e desunitização de contêineres para exportação e importação. Considerada um operador logístico One-Stop-Shop, a Libra Logística atua junto aos seus clientes como único interlocutor, trazendo maior coordenação, agilidade, flexibilidade e visibilidade. Toda a proposta de valor da Libra é focada em reduzir o custo total logístico de seus clientes nas operações de comércio exterior.
A empresa é composta por unidades operacionais estrategicamente localizadas junto às principais rodovias e ferrovias da região sudeste, como a Libra Logística Campinas (porto seco), a Libra Logística Uberlândia (porto seco), o Redex Libra Logística Cubatão (especializado em cargas frigorificadas), o Redex do Rio de Janeiro e o Redex multimodal rodo-ferroviário Libra Logística Valongo, em Santos, com capacidade, principalmente, para operar cargas especiais e de projetos.
A Libra Participações engloba negócios sob controle do Grupo Libra ou em associação com outras empresas, sendo o principal deles a Companhia de Navegação da Amazônia (CNA), maior empresa de transporte fluvial de derivados de petróleo da região
FONTE: Divulgação
“Nossa estratégia é poder oferecer todas as alternativas ao cada vez mais aquecido e sofisticado setor de comércio exterior brasileiro. Nesse sentido, o Aeroporto Internacional de Cabo Frio, estrategicamente localizado e preparado para uma operação eficiente de carga aérea, é um passo importante nessa direção”, diz Marcelo Araujo, presidente do Grupo Libra, acrescentando que espera que o aeroporto sirva ainda de hub de aviação geral em função dos importantes eventos que se espera para os próximos anos no Rio de Janeiro, como Copa do Mundo e Olimpíadas.
Libra Aeroportos já esta sendo ampliada
Situado no litoral norte do Estado do Rio de Janeiro, uma região que deve experimentar um grande crescimento econômico por conta dos negócios em torno da indústria de Óleo e Gás e, em especial, do Pré-Sal, o Aeroporto Internacional de Cabo Frio conta com estrutura e capacidade para operar armazenagem alfandegada e geral de carga aérea ou marítima, além de funcionar como uma importante base de helicópteros e serviços de apoio às plataformas offshore. A Libra está investindo cerca de R$ 25 milhões na ampliação da estrutura de pátio, terminais e armazéns. A base para recepção de helicópteros, que conta atualmente com 15 posições, ganhará mais 30 e serão criados mais dois armazéns, além dos quatro já existentes, para dar suporte à área de offshore.
Libra Terminais em expansão
Primeiro operador privado de contêineres no País, a Libra Terminais, uma das líderes de mercado de operação portuária, oferece soluções integradas à cadeia logística, reunindo as operações portuárias de importação e exportação de contêineres na Libra Terminais Santos e na Libra Terminais Rio. Possui projetos de expansão de R$1,1 bilhão em investimentos que preveem grandes obras de ampliação de infraestrutura nos terminais de Santos e Rio e na construção de um terminal em Imbituba.
Em Santos, estão previstos investimentos de R$ 550 milhões que vão permitir à Libra Terminais duplicar a sua capacidade de movimentação, para 1,4 milhões de TEU/ano, sobretudo por conta da unificação dos seus terminais num único berço de atracação com mais de 1,7 km – o maior do Brasil e único a ser dotado de infraestrutura para receber navios acima de 15 mil TEU. Recentemente, a Libra Terminais Santos inaugurou um armazém para operações de cargas soltas com capacidade para 4.870 pallets e uma área para segregação de cargas químicas.
No Rio, a expansão já começou. Os investimentos são de cerca de R$ 300 milhões e a primeira obra, com duração prevista de um ano e meio, é a ampliação e modernização do Armazém de Importação, que vai aumentar a sua capacidade em 88%, além de aumentar a produtividade e a segurança de cargas e funcionários. O novo armazém terá uma capacidade de 200 mil pallets ano, além de áreas dedicadas exclusivamente para conferência de cargas e armazenagem de cargas químicas.
Além disso, o Grupo Libra pretende construir um terminal de uso privativo em Imbituba, no litoral sul de Santa Catarina. Com investimento previsto de R$ 250 milhões somente na primeira fase, o projeto já tem todas as licenças ambientais expedidas e está em fase final de preparação para o início das obras. O terminal destina-se a atender o fluxo de comércio exterior do Sul do País e deverá se tornar um grande indutor de desenvolvimento econômico e social para a região, gerando mais de 2.400 empregos diretos e 1.100 indiretos, na fase de obras, e 1.215 empregos diretos e mais de 1.000 indiretos, quando estiver operando.
Libra Logística aposta no modal ferroviário
Já a Libra Logística dispõe de infraestrutura, gerenciamento de transporte rodoviário e ferroviário e oferece soluções integradas para operações de armazenagem, movimentação, transporte, unitização e desunitização de contêineres para exportação e importação. Considerada um operador logístico One-Stop-Shop, a Libra Logística atua junto aos seus clientes como único interlocutor, trazendo maior coordenação, agilidade, flexibilidade e visibilidade. Toda a proposta de valor da Libra é focada em reduzir o custo total logístico de seus clientes nas operações de comércio exterior.
A empresa é composta por unidades operacionais estrategicamente localizadas junto às principais rodovias e ferrovias da região sudeste, como a Libra Logística Campinas (porto seco), a Libra Logística Uberlândia (porto seco), o Redex Libra Logística Cubatão (especializado em cargas frigorificadas), o Redex do Rio de Janeiro e o Redex multimodal rodo-ferroviário Libra Logística Valongo, em Santos, com capacidade, principalmente, para operar cargas especiais e de projetos.
A Libra Participações engloba negócios sob controle do Grupo Libra ou em associação com outras empresas, sendo o principal deles a Companhia de Navegação da Amazônia (CNA), maior empresa de transporte fluvial de derivados de petróleo da região
FONTE: Divulgação
domingo, 15 de abril de 2012
Conselho de Logística já funciona no MDIC
Dialogar com empresas, trabalhadores e entidades. Este foi o caminho escolhido pelo governo para estruturar e dinamizar o Plano Brasil Maior, com a organização de conselhos de competitividade. As primeiras reuniões já foram realizadas, colocando em pauta as questões fundamentais que envolvem os segmentos de serviços e logística.
O encontro inaugural do Conselho de Competitividade de Serviços Logísticos (CCSL) ocorreu na quarta-feira, 11, no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, com a presença de 41 integrantes para discutir e propor políticas para o desenvolvimento do setor que, pela primeira vez, foi incluído na política industrial. Heloisa Menezes, secretária de Desenvolvimento da produção do MDIC, participou do encontro.
O CCSL é coordenado por Humberto Ribeiro, secretário de Comércio e Serviços do MDIC, e tem como vice-coordenador Luiz Carlos Rodrigues Ribeiro, do Ministério dos Transportes. As diretrizes do grupo são a consolidação do planejamento estratégico nacional do setor de transportes, aprofundamento do diagnóstico da cadeia logística ligada ao setor, revisão da matriz de transportes de cargas e promoção da preservação ambiental.
Ribeiro destacou o esforço do MDIC, com apoio do Ministério do Trabalho, da ABDI e do Sebrae, para a criação do conselho, que promoverá a interlocução de empresas de logística, transportadoras, operadores de armazém e operadores logísticos para a discussão de políticas de competitividade e inovação para a sustentabilidade e geração de empregos no setor.
De acordo com o secretário, a lógica de funcionamento do conselho será a convergência de políticas públicas. A discussão de novas medidas de incentivo ao setor será feita a partir do respeito e manutenção a políticas já existentes ou em discussão, como o Plano de Logística de Transportes do Ministério dos Transportes e de documentos dos setores naval e aeronáutico.
COMPETITIVIDADE
Heloisa Menezes ressaltou a importância do grupo como espaço de discussão. “Diretrizes e planos de ação serão levados às instâncias de governança do Brasil Maior”, disse, enfatizando que a criação do CCSL, dentro do Plano Brasil Maior, é um salto qualitativo fundamental por representar uma nova visão de política industrial e de desenvolvimento, que passa a incorporar a estrutura de serviços de logística e de comércio às politicas tradicionalmente adotadas para o desenvolvimento industrial.
“Não deve estar no âmbito desse conselho o desenvolvimento da política de transportes em si, que é responsabilidade do Ministério dos Transportes”, explicou. Ela afirmou que o foco do conselho será discutir como os pontos relacionados a transporte e logística afetam a competitividade da economia brasileira, aumentando os custos e o tempo para o escoamento da produção. Ela também considera importante que o grupo analise, nas próximas reuniões, como aproveitar a onda de investimentos atuais no Brasil e como conduzi-los como geradores de demanda para a indústria nacional.
FONTE: Automotive Business
O encontro inaugural do Conselho de Competitividade de Serviços Logísticos (CCSL) ocorreu na quarta-feira, 11, no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, com a presença de 41 integrantes para discutir e propor políticas para o desenvolvimento do setor que, pela primeira vez, foi incluído na política industrial. Heloisa Menezes, secretária de Desenvolvimento da produção do MDIC, participou do encontro.
O CCSL é coordenado por Humberto Ribeiro, secretário de Comércio e Serviços do MDIC, e tem como vice-coordenador Luiz Carlos Rodrigues Ribeiro, do Ministério dos Transportes. As diretrizes do grupo são a consolidação do planejamento estratégico nacional do setor de transportes, aprofundamento do diagnóstico da cadeia logística ligada ao setor, revisão da matriz de transportes de cargas e promoção da preservação ambiental.
Ribeiro destacou o esforço do MDIC, com apoio do Ministério do Trabalho, da ABDI e do Sebrae, para a criação do conselho, que promoverá a interlocução de empresas de logística, transportadoras, operadores de armazém e operadores logísticos para a discussão de políticas de competitividade e inovação para a sustentabilidade e geração de empregos no setor.
De acordo com o secretário, a lógica de funcionamento do conselho será a convergência de políticas públicas. A discussão de novas medidas de incentivo ao setor será feita a partir do respeito e manutenção a políticas já existentes ou em discussão, como o Plano de Logística de Transportes do Ministério dos Transportes e de documentos dos setores naval e aeronáutico.
COMPETITIVIDADE
Heloisa Menezes ressaltou a importância do grupo como espaço de discussão. “Diretrizes e planos de ação serão levados às instâncias de governança do Brasil Maior”, disse, enfatizando que a criação do CCSL, dentro do Plano Brasil Maior, é um salto qualitativo fundamental por representar uma nova visão de política industrial e de desenvolvimento, que passa a incorporar a estrutura de serviços de logística e de comércio às politicas tradicionalmente adotadas para o desenvolvimento industrial.
“Não deve estar no âmbito desse conselho o desenvolvimento da política de transportes em si, que é responsabilidade do Ministério dos Transportes”, explicou. Ela afirmou que o foco do conselho será discutir como os pontos relacionados a transporte e logística afetam a competitividade da economia brasileira, aumentando os custos e o tempo para o escoamento da produção. Ela também considera importante que o grupo analise, nas próximas reuniões, como aproveitar a onda de investimentos atuais no Brasil e como conduzi-los como geradores de demanda para a indústria nacional.
FONTE: Automotive Business
domingo, 8 de abril de 2012
Vetados, caminhões ocupam trechos de estradas antes de travar marginal
A restrição a caminhões na Marginal Tietê, em São Paulo, mudou a concentração dos índices de lentidão na cidade ao longo do dia e fez com que uma prática adotada por parte dos caminhoneiros entrasse na mira das polícias rodoviárias estadual e federal. Após um mês de proibição, que será completada nesta quinta-feira (5), caminhoneiros passaram a utilizar acostamentos de rodovias como estacionamento para aguardar a hora de circular na capital paulista.
O G1 trafegou pelas rodovias Anhanguera, Bandeirantes e Presidente Dutra nos dois períodos de restrição – entre 5h e 9h e das 17h às 22h – na sexta-feira (30) e segunda-feira (2). Em todas as rodovias a reportagem constatou o uso do acostamento. A prática é considerada infração e gera multa de R$ 53,20 e três pontos na carteira de habilitação, segundo o Código de Trânsito Brasileiro.
O motorista Raimundo Neri dos Santos, que mora em Osasco, na Grande São Paulo, estava entre os que usavam o acostamento da Via Dutra na noite de segunda. “Não tem onde ficar. A guarda pode vir multar, mas não tem outra saída. E pode acontecer acidente”, admite.
Os responsáveis pela fiscalização não divulgaram balanço das autuações nas estradas. As infrações ocorrem, em sua maioria, do km 17 até a capital da Bandeirantes e do km 20 até São Paulo da Anhanguera. Já na Via Dutra, estrada que liga a capital paulista ao Rio de Janeiro, há registros de caminhões parados na faixa de segurança desde Guarulhos, na Grande São Paulo. Os horários em que mais ocorrem autuações são entre 30 e 40 minutos antes do fim do horário.
Quem mais para nos acostamentos são os motoristas autônomos - já que a maioria das transportadoras mantém estacionamentos em bairros de São Paulo e cidades da região -, segundo o inspetor da Polícia Rodoviária Federal Mardilher Ramalho Ribeiro, chefe da seção de policiamento e fiscalização da região da Via Dutra. “Eles vêm de outros estados e não sabem da restrição”, disse.
Acostamento vazio, marginal cheia
Nos primeiros minutos após as 22h, fim do horário de restrição, o tráfego de caminhões toma a Via Dutra, que costuma apresentar todas as faixas foram tomadas pelos veículos de carga. Por volta das 22h15, a mesma situação era verificada na Marginal Tietê. O aumento do trânsito no horário na cidade não foi divulgado pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), que concentra a divulgação de seus boletins diários no período entre 7h e 20h.
O mesmo acontece durante a manhã na Rodovia dos Bandeirantes - poucos minutos antes das 9h o tráfego de veículos de carga aumenta nos últimos dez quilômetros da rodovia antes do acesso à Marginal Tietê. Além disso, os veículos que estavam parados nos acostamentos começam a seguir viagem, realizando manobras que obrigam os motoristas a ficarem atentos. Logo depois das 9h, a marginal é tomada pelos caminhões - veículos que estavam em transportadoras nas zonas Norte e Leste também saem das garagens, e é possível vê-los em todas as faixas da pista expressa.
Lentidão cresceu 413,6% das 10h às 16h às terças-feiras, segundo dados da CET A CET divulgou que o trânsito melhorou no período da restrição. Por meio de nota, a assessoria de imprensa da companhia se limitou a informar alguns dados preliminares sobre os impactos da restrição. Segundo a CET, as filas diminuíram na cidade durante os períodos de pico. Se comparado com março do ano passado, a queda foi de 19,7% pela manhã e 40,2% durante a tarde.
Fora do horário de pico – das 10h às 16h – entretanto, houve aumento da lentidão média na cidade em todos os dias da semana. Na Marginal Tietê, isso só não ocorreu às quintas-feiras, quando houve redução de 30,5%, segundo a companhia. Às segundas, o aumento na lentidão foi de 75% fora do horário de pico; às terças, de 413,6% e às quartas de 57,9%. O dado sobre as sextas-feiras não foi informado pela CET.
A terça feira também foi o dia da semana onde houve aumento da lentidão dentro dos horários de pico na Marginal Tietê - de 21% durante a manhã e de 166,7% durante a tarde. Na primeira terça-feira após a restrição, dia 6 de março, a CET registrou 159 km de filas na cidade às 11h, maior índice no período da manhã em 2012. O número, entretanto, não foi registrado como recorde – a companhia só contabiliza como recorde os índices dentro do horário de pico, que é oficialmente entre 7h e 10h. Nesse dia, um vazamento de gás que causou a interdição da Avenida Chedid Jafet, na Zona Sul, piorou a lentidão na cidade.
Balanço de multas
Um mês após o início da restrição, a CET ainda não divulgou um balanço das multas aplicadas na Marginal Tietê aos caminhoneiros que desrespeitaram a proibição. A equipe de reportagem do G1 solicitou uma entrevista à CET sobre o assunto, mas o pedido foi negado.
FONTE: G1
O G1 trafegou pelas rodovias Anhanguera, Bandeirantes e Presidente Dutra nos dois períodos de restrição – entre 5h e 9h e das 17h às 22h – na sexta-feira (30) e segunda-feira (2). Em todas as rodovias a reportagem constatou o uso do acostamento. A prática é considerada infração e gera multa de R$ 53,20 e três pontos na carteira de habilitação, segundo o Código de Trânsito Brasileiro.
O motorista Raimundo Neri dos Santos, que mora em Osasco, na Grande São Paulo, estava entre os que usavam o acostamento da Via Dutra na noite de segunda. “Não tem onde ficar. A guarda pode vir multar, mas não tem outra saída. E pode acontecer acidente”, admite.
Os responsáveis pela fiscalização não divulgaram balanço das autuações nas estradas. As infrações ocorrem, em sua maioria, do km 17 até a capital da Bandeirantes e do km 20 até São Paulo da Anhanguera. Já na Via Dutra, estrada que liga a capital paulista ao Rio de Janeiro, há registros de caminhões parados na faixa de segurança desde Guarulhos, na Grande São Paulo. Os horários em que mais ocorrem autuações são entre 30 e 40 minutos antes do fim do horário.
Quem mais para nos acostamentos são os motoristas autônomos - já que a maioria das transportadoras mantém estacionamentos em bairros de São Paulo e cidades da região -, segundo o inspetor da Polícia Rodoviária Federal Mardilher Ramalho Ribeiro, chefe da seção de policiamento e fiscalização da região da Via Dutra. “Eles vêm de outros estados e não sabem da restrição”, disse.
Acostamento vazio, marginal cheia
Nos primeiros minutos após as 22h, fim do horário de restrição, o tráfego de caminhões toma a Via Dutra, que costuma apresentar todas as faixas foram tomadas pelos veículos de carga. Por volta das 22h15, a mesma situação era verificada na Marginal Tietê. O aumento do trânsito no horário na cidade não foi divulgado pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), que concentra a divulgação de seus boletins diários no período entre 7h e 20h.
O mesmo acontece durante a manhã na Rodovia dos Bandeirantes - poucos minutos antes das 9h o tráfego de veículos de carga aumenta nos últimos dez quilômetros da rodovia antes do acesso à Marginal Tietê. Além disso, os veículos que estavam parados nos acostamentos começam a seguir viagem, realizando manobras que obrigam os motoristas a ficarem atentos. Logo depois das 9h, a marginal é tomada pelos caminhões - veículos que estavam em transportadoras nas zonas Norte e Leste também saem das garagens, e é possível vê-los em todas as faixas da pista expressa.
Lentidão cresceu 413,6% das 10h às 16h às terças-feiras, segundo dados da CET A CET divulgou que o trânsito melhorou no período da restrição. Por meio de nota, a assessoria de imprensa da companhia se limitou a informar alguns dados preliminares sobre os impactos da restrição. Segundo a CET, as filas diminuíram na cidade durante os períodos de pico. Se comparado com março do ano passado, a queda foi de 19,7% pela manhã e 40,2% durante a tarde.
Fora do horário de pico – das 10h às 16h – entretanto, houve aumento da lentidão média na cidade em todos os dias da semana. Na Marginal Tietê, isso só não ocorreu às quintas-feiras, quando houve redução de 30,5%, segundo a companhia. Às segundas, o aumento na lentidão foi de 75% fora do horário de pico; às terças, de 413,6% e às quartas de 57,9%. O dado sobre as sextas-feiras não foi informado pela CET.
A terça feira também foi o dia da semana onde houve aumento da lentidão dentro dos horários de pico na Marginal Tietê - de 21% durante a manhã e de 166,7% durante a tarde. Na primeira terça-feira após a restrição, dia 6 de março, a CET registrou 159 km de filas na cidade às 11h, maior índice no período da manhã em 2012. O número, entretanto, não foi registrado como recorde – a companhia só contabiliza como recorde os índices dentro do horário de pico, que é oficialmente entre 7h e 10h. Nesse dia, um vazamento de gás que causou a interdição da Avenida Chedid Jafet, na Zona Sul, piorou a lentidão na cidade.
Balanço de multas
Um mês após o início da restrição, a CET ainda não divulgou um balanço das multas aplicadas na Marginal Tietê aos caminhoneiros que desrespeitaram a proibição. A equipe de reportagem do G1 solicitou uma entrevista à CET sobre o assunto, mas o pedido foi negado.
FONTE: G1
PRF reforça segurança nas estradas e restringe bi-trens no feriado
Começa na quinta-feira a Operação Semana Santa da Polícia Rodoviária Federal (PRF) para prevenir acidentes e dar fluidez ao trânsito nas estradas mineiras. No mesmo período do feriado no ano passado, foram registrados 371 acidentes, com 283 feridos e 20 mortes nas BRs. Uma das medidas da PRF para reduzir as ocorrências é a restrição na circulação de veículos de carga.
Por medida de segurança, caminhões bi-trens, rodotrens, cegonheiras e veículos com cargas excedentes terão horário controlado para circular em rodovias federais de pista simples. Não poderão rodar na quinta de 16h às 22h, na sexta de 6h às 12h e no domingo de 16h à 0h. O motorista que descumprir a determinação será multado em R$ 85,13 (infração média), receberá quatro pontos na carteira de habilitação e terá o veículo retido.
Além das restrições, a polícia vai intensificar blitzes e fiscalizações. Todo o efetivo da PRF estará na operação que tem como foco o combate a motoristas bêbados, motociclistas imprudentes e excesso de velocidade nas vias. Uma aeronave vai dar apoio aos policiais na operação.
Campanha - A PRF vai distribuir material educativo na Região Metropolitana de BH. As campanhas acontecerão no posto da polícia em Sabará, na BR-381 (saída para João Monlevade) de 9 às 11h, e no posto de Betim (saída para São Paulo) de 14h às 16h. A ação educativa terá como slogan “Sua presença faz falta, seja prudente no trânsito”.
FONTE: Estado de Minas - MG
Por medida de segurança, caminhões bi-trens, rodotrens, cegonheiras e veículos com cargas excedentes terão horário controlado para circular em rodovias federais de pista simples. Não poderão rodar na quinta de 16h às 22h, na sexta de 6h às 12h e no domingo de 16h à 0h. O motorista que descumprir a determinação será multado em R$ 85,13 (infração média), receberá quatro pontos na carteira de habilitação e terá o veículo retido.
Além das restrições, a polícia vai intensificar blitzes e fiscalizações. Todo o efetivo da PRF estará na operação que tem como foco o combate a motoristas bêbados, motociclistas imprudentes e excesso de velocidade nas vias. Uma aeronave vai dar apoio aos policiais na operação.
Campanha - A PRF vai distribuir material educativo na Região Metropolitana de BH. As campanhas acontecerão no posto da polícia em Sabará, na BR-381 (saída para João Monlevade) de 9 às 11h, e no posto de Betim (saída para São Paulo) de 14h às 16h. A ação educativa terá como slogan “Sua presença faz falta, seja prudente no trânsito”.
FONTE: Estado de Minas - MG
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