A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) registrou lucro líquido de R$ 883 milhões em 2011, o mais alto de sua história, com aumento de 7,8% sobre o ano anterior. A estatal esteve muito perto de atingir o patamar de R$ 1 bilhão, mas a complementação de dividendos pagos ao Tesouro Nacional por exercícios anteriores e a greve recorde de 28 dias afetaram o resultado financeiro e tiraram cerca de R$ 230 milhões do lucro.
"Os serviços postais do mundo todo estão passando por uma transformação muito grande e tínhamos que saber se nos conformaríamos com essas mudanças ou nos reinventaríamos", diz o presidente da empresa, Wagner Pinheiro, que anunciará oficialmente o balanço da empresa em abril. "A decisão governamental foi a de olhar os Correios como uma empresa integradora, inclusiva e de classe mundial."
Pinheiro acabou de encaminhar, ao Ministério do Planejamento, um pedido para a abertura de mais 13 mil vagas no quadro de pessoal. Hoje a ECT tem quase 115 mil funcionários. Segundo ele, a ampliação é necessária por vários fatores como o aumento do número de encomendas - expressas e oriundas do comércio eletrônico - e o processo de urbanização de novas localidades, como consequência da ascensão de classes sociais mais baixas. Outra demanda nova é simbólica: graças à pacificação das favelas cariocas da Rocinha e do Vidigal, os Correios passaram também a subir os morros para entregar correspondências de porta em porta, o que só se fazia em cerca de 30% dos lares dessas comunidades.
Das novas vagas, a expectativa é de que entre três e quatro mil sejam preenchidas com cadastro reserva do concurso anterior, realizado no ano passado e com 9.160 funcionários já empossados. Isso ocorrerá para os cargos necessários e nas localidades possíveis, onde houver cadastro disponível. Outras nove a dez mil vagas devem ser preenchidas por novo concurso, com previsão de realização no segundo semestre, mas tudo isso depende ainda da resposta do departamento de coordenação das empresas estatais do Ministério do Planejamento.
Para evitar uma nova greve em 2012, construindo "um quadro ameno entre a empresa e as entidades representativas" dos trabalhadores, Pinheiro traçou uma linha de atuação. A Universidade dos Correios oferecerá 2,8 mil bolsas de estudo para formação de nível técnico, graduação e pós-graduação - com cursos à distância e em parcerias com instituições privadas de ensino. As discussões sobre a participação nos lucros e resultados começou antecipadamente. Além disso, os empregados terão um representante no conselho de administração, a partir do segundo semestre. E a empresa pretende reforçar o recrutamento interno para novas funções. "Isso cria um ambiente de trabalho que vai além do simples recebimento do salário no fim do mês", diz Pinheiro.
As metas da ECT para 2012 incluem a abertura ou a modernização de oito terminais de cargas. Pinheiro já conversou com os consórcios vencedores do recente leilão de aeroportos para negociar, quando os contratos de concessão forem assinados, a instalação de um terminal em Viracopos e a ampliação dos terminais de Guarulhos e de Brasília.
Um importante passo na universalização dos serviços postais será tomado, com a abertura de postos de atendimento em 39 localidades - algumas com apenas mil habitantes ou perto disso - que ainda não têm nenhuma presença física dos Correios, sobretudo no Norte e no Nordeste.
No Banco Postal, o serviço de correspondente bancário que saiu das mãos do Bradesco e está sob administração do Banco do Brasil desde 1º de janeiro, há uma meta de abrir 2,2 milhões de contas neste ano. Até 7 de março, o último dado disponível na ECT, 274 mil contas foram abertas.
Pinheiro garante que tem havido avanços em outros projetos anunciados por ele, no ano passado, como a internacionalização dos Correios. A Argentina, os Estados Unidos e os países de língua portuguesa são alvos da empresa. "Vamos pedir, à Apex, ajuda e apoio operacional para abrir o nosso primeiro escritório de representação no exterior", afirma.
A frota da ECT está sendo renovada, com a aquisição de 5.758 veículos novos, e parcerias com várias autarquias federais foram fechadas. Pinheiro cita a distribuição de 1,6 milhão de cartas por mês a pacientes do SUS, em convênio feito com o Ministério da Saúde, pedindo avaliações sobre o atendimento que receberam durante a internação.
Para Pinheiro, há uma série de mudanças em curso na gestão corporativa dos Correios, como o acompanhamento dos processos de auditoria - comuns diante da denúncias de corrupção e má administração da empresa nos últimos anos - diretamente pelo conselho de administração. O presidente executivo deixou de comandar também o conselho.
Criação de companhia aérea é descartada - Os Correios abriram mais seis rotas da Rede Postal Noturna e firmaram o primeiro contrato de 30 meses para o transporte aéreo de encomendas e correspondências, mas descartam a criação de uma subsidiária com aviões próprios para operar diretamente esse tipo de serviço. A ideia era frequentemente cogitada pela estatal, que tem amarras legais para fechar contratos longos com companhias aéreas de carga, e foi abandonada pela atual diretoria. "Nós descartamos completamente essa hipótese", afirma, com ênfase, o presidente dos Correios, Wagner Pinheiro.
Oito empresas prestam serviços no transporte de cargas: Rio e Total, que respondem por quase metade do total, e Amazonaves, Air Brasil, América do Sul, Fretax, Trip e TWO. O primeiro contrato com duração de 30 meses - antes eram 12 meses - foi assinado em novembro. O segundo já foi licitado. A intenção é buscar mais estabilidade no planejamento das cargas, sem o risco de interrupção súbita dos serviços.
No ano passado, a Rede Postal Noturna teve substituição de linhas que precisavam de ajustes quanto aos trechos atendidos e novas rotas necessárias para atender a demanda. Foram abertas as linhas Campo Grande-Brasília, Porto Alegre-São Paulo, Florianópolis-Curitiba-São Paulo, Rio Branco-Porto Velho, Belém-Brasília-Rio-São Paulo e Campo Grande-Goiânia-São Paulo.
No passado recente, houve uma sucessão de escândalos envolvendo empresas que faziam o transporte aéreo de cargas, como a Skymaster e a MTA, acusada de tráfico de influência na Casa Civil.
FONTE: Valor Econômico - SP
BLOG COM FINALIDADE DE ACOMPANHAR E COMPARTILHAR ASSUNTOS LOGÍSTICOS.
segunda-feira, 19 de março de 2012
quinta-feira, 15 de março de 2012
Marfrig e JSL desistem de acordo de ativos de logística
Após postergarem por duas vezes a data de conclusão das negociações, a Marfrig e a Júlio Simões Logística (JSL) desistiram do acordo para transferência da gestão das operações logísticas da empresa de alimentos. O ponto de divergência entre as empresas, responsável por ter inviabilizado o negócio, não foi informado.
Apesar do fracasso do negócio, as empresas dizem continuar avaliando parcerias envolvendo, por exemplo, prestação de serviços de gestão da cadeia logística e operação de centros de distribuição.
A Marfrig afirmou que mantém seus planos de capitalização por meio de seus ativos de logística, conforme fato relevante divulgado nesta madrugada.
Anunciado no fim de dezembro, o acordo previa a transferência à JSL de determinados ativos logísticos, próprios para a operação de produtos refrigerados, por R$ 150 milhões.
A previsão inicial era que a operação fosse concluída até 30 de janeiro, mas as empresas pediram para estender o prazo para negociação final das premissas técnicas que envolviam o projeto por duas vezes, primeiro para 15 de fevereiro, e depois para 14 de março.
Além da transferência dos ativos logísticos, o acordo também previa que a JSL prestasse, por um período de dez anos, serviços de gestão administrativa, gestão de logística, gestão de transportes e gestão da operação de armazéns e frete para a Marfrig em todo o Brasil.
FONTE: Valor Econômico - SP
Apesar do fracasso do negócio, as empresas dizem continuar avaliando parcerias envolvendo, por exemplo, prestação de serviços de gestão da cadeia logística e operação de centros de distribuição.
A Marfrig afirmou que mantém seus planos de capitalização por meio de seus ativos de logística, conforme fato relevante divulgado nesta madrugada.
Anunciado no fim de dezembro, o acordo previa a transferência à JSL de determinados ativos logísticos, próprios para a operação de produtos refrigerados, por R$ 150 milhões.
A previsão inicial era que a operação fosse concluída até 30 de janeiro, mas as empresas pediram para estender o prazo para negociação final das premissas técnicas que envolviam o projeto por duas vezes, primeiro para 15 de fevereiro, e depois para 14 de março.
Além da transferência dos ativos logísticos, o acordo também previa que a JSL prestasse, por um período de dez anos, serviços de gestão administrativa, gestão de logística, gestão de transportes e gestão da operação de armazéns e frete para a Marfrig em todo o Brasil.
FONTE: Valor Econômico - SP
domingo, 11 de março de 2012
O frete baixo tem várias explicações
As reclamações sobre baixos fretes no setor de grãos são coisa antiga. O segmento está entre os mais mal-remunerados do transporte rodoviário de carga. No fechamento desta edição, no auge da colheita em Mato Grosso, os valores variavam de R$ 69 a tonelada, de Alto Taquari (MT) a Maringá (PR), até R$ 200 a tonelada, entre Sorriso (MT) e Paranaguá (PR), conforme apurou a reportagem.
De Ribeirão Preto (SP) a Santos, a estimativa era de que o frete chegasse a R$ 80 a tonelada no pico da safra da região, segundo a Associação do Transporte Rodoviário do Brasil (ATR). Para os transportadores, as grandes tradings, que são poucas e detêm quase todo o mercado, ditam os preços do frete e não sobra margem de negociação.
Mas, segundo a Associação Nacional de Exportadores de Cereais (Anec), entidade que representa essas empresas, para competir com a soja da Argentina e dos Estados Unidos é preciso “espremer” o transportador.
De acordo com a associação, enquanto o produtor brasileiro gasta 85 dólares por tonelada para levar a safra ao porto, o norte-americano desembolsa 23 dólares e o argentino 20. A explicação, no caso dos EUA, é que eles carregam 60% da produção por hidrovias, 35% por ferrovias e apenas 5% por rodovias. No Brasil, a hidrovia leva só 11% e a ferrovia, 36%. O grosso, 53%, vai de caminhão.
Na Argentina, 80% da produção de soja chega ao porto de caminhão – só que lá a distância entre a área de produção e o porto varia de 250 a 300 km, enquanto aqui a média é de 1.000 a 1.100 km.
“Para ser competitivo, o pessoal no Brasil pressiona o transportador rodoviário”, afirma o diretor da Anec, Sérgio Mendes.
Já o presidente do Grupo G10 de Maringá (PR), Cláudio Adamuccio, atribui a outro fator a derrubada dos fretes. Seria por causa do grande crescimento da frota brasileira de caminhões nos últimos anos. “É a lei da oferta e procura. Estamos com excesso de oferta de caminhões para fazer o transporte”, declara.
De acordo com Adamuccio, o frete só irá melhorar se houver uma safra “excepcional” ou se os transportadores pisarem no freio e comprarem menos caminhões, cenário que, para ele, não é difícil de ocorrer no segmento de grãos. “Com a exigência de cavalos 6×4 para puxar bitrens e os motores Euro 5, que são mais caros, o investimento fica proibitivo”, acredita. Segundo o empresário, o frete graneleiro nunca esteve tão baixo. “Não teremos retorno nem de 6% ao ano”, ressalta. O G10 é considerado o maior transportador de grãos do Brasil.
Entrevistado pela Carga Pesada no início de fevereiro, o presidente da ATR, José Machado Diniz Neto, disse que o frete entre Ribeirão Preto e Santos estava a R$ 55 a tonelada, algo que totalizava R$ 1.600 para uma carreta de três eixos. “Apenas com pedágio, o caminhoneiro vai gastar R$ 450 só de ida”, disse. Pela lei, esta é uma despesa que deveria sair do bolso do embarcador, mas, conforme atesta Diniz Neto, não é o que acontece.
Tirando do valor do frete outros R$ 450 de óleo diesel, vão sobrar cerca de R$ 700 ao caminhoneiro. É o que lhe resta para a manutenção do veículo, os pneus e as despesas com alimentação. Ou seja, o motorista tem toda razão para se queixar. “No auge da colheita, quando faltar caminhão, o valor do frete pode até chegar a R$ 80, mas isso é por um período curto”, afirma o presidente da ATR.
Diniz Neto diz que a situação também é difícil para as empresas de transporte que contratam terceiros. “Elas trabalham com uma margem de 10% a 15% do valor do frete. Depois de descontados PIS/Cofins, INSS do motorista e o seguro da carga, sobra muito pouco.”
O diretor executivo da ATC, Miguel Mendes, estava mais otimista, esperando uma melhora de 15% a 20% no pico da colheita, comparando com o ano passado. De acordo com ele, ainda que por pouco tempo (cerca de 45 dias de movimentação intensa da soja), os transportadores vão trabalhar “com folga na planilha” para compensar o resto do ano.
FONTE: Revista Carga Pesada
De Ribeirão Preto (SP) a Santos, a estimativa era de que o frete chegasse a R$ 80 a tonelada no pico da safra da região, segundo a Associação do Transporte Rodoviário do Brasil (ATR). Para os transportadores, as grandes tradings, que são poucas e detêm quase todo o mercado, ditam os preços do frete e não sobra margem de negociação.
Mas, segundo a Associação Nacional de Exportadores de Cereais (Anec), entidade que representa essas empresas, para competir com a soja da Argentina e dos Estados Unidos é preciso “espremer” o transportador.
De acordo com a associação, enquanto o produtor brasileiro gasta 85 dólares por tonelada para levar a safra ao porto, o norte-americano desembolsa 23 dólares e o argentino 20. A explicação, no caso dos EUA, é que eles carregam 60% da produção por hidrovias, 35% por ferrovias e apenas 5% por rodovias. No Brasil, a hidrovia leva só 11% e a ferrovia, 36%. O grosso, 53%, vai de caminhão.
Na Argentina, 80% da produção de soja chega ao porto de caminhão – só que lá a distância entre a área de produção e o porto varia de 250 a 300 km, enquanto aqui a média é de 1.000 a 1.100 km.
“Para ser competitivo, o pessoal no Brasil pressiona o transportador rodoviário”, afirma o diretor da Anec, Sérgio Mendes.
Já o presidente do Grupo G10 de Maringá (PR), Cláudio Adamuccio, atribui a outro fator a derrubada dos fretes. Seria por causa do grande crescimento da frota brasileira de caminhões nos últimos anos. “É a lei da oferta e procura. Estamos com excesso de oferta de caminhões para fazer o transporte”, declara.
De acordo com Adamuccio, o frete só irá melhorar se houver uma safra “excepcional” ou se os transportadores pisarem no freio e comprarem menos caminhões, cenário que, para ele, não é difícil de ocorrer no segmento de grãos. “Com a exigência de cavalos 6×4 para puxar bitrens e os motores Euro 5, que são mais caros, o investimento fica proibitivo”, acredita. Segundo o empresário, o frete graneleiro nunca esteve tão baixo. “Não teremos retorno nem de 6% ao ano”, ressalta. O G10 é considerado o maior transportador de grãos do Brasil.
Entrevistado pela Carga Pesada no início de fevereiro, o presidente da ATR, José Machado Diniz Neto, disse que o frete entre Ribeirão Preto e Santos estava a R$ 55 a tonelada, algo que totalizava R$ 1.600 para uma carreta de três eixos. “Apenas com pedágio, o caminhoneiro vai gastar R$ 450 só de ida”, disse. Pela lei, esta é uma despesa que deveria sair do bolso do embarcador, mas, conforme atesta Diniz Neto, não é o que acontece.
Tirando do valor do frete outros R$ 450 de óleo diesel, vão sobrar cerca de R$ 700 ao caminhoneiro. É o que lhe resta para a manutenção do veículo, os pneus e as despesas com alimentação. Ou seja, o motorista tem toda razão para se queixar. “No auge da colheita, quando faltar caminhão, o valor do frete pode até chegar a R$ 80, mas isso é por um período curto”, afirma o presidente da ATR.
Diniz Neto diz que a situação também é difícil para as empresas de transporte que contratam terceiros. “Elas trabalham com uma margem de 10% a 15% do valor do frete. Depois de descontados PIS/Cofins, INSS do motorista e o seguro da carga, sobra muito pouco.”
O diretor executivo da ATC, Miguel Mendes, estava mais otimista, esperando uma melhora de 15% a 20% no pico da colheita, comparando com o ano passado. De acordo com ele, ainda que por pouco tempo (cerca de 45 dias de movimentação intensa da soja), os transportadores vão trabalhar “com folga na planilha” para compensar o resto do ano.
FONTE: Revista Carga Pesada
quarta-feira, 7 de março de 2012
Caminhoneiros decidem retomar o abastecimento de combustível em SP
Os caminhoneiros autônomos que paralisaram por quase 48 horas a distribuição de combustível na Região Metropolitana decidiram suspender o bloqueio nos centros de distribuição que atendem a capital. Eles devem retornar ao trabalho nas primeiras horas da manhã desta quarta-feira (7). A paralisação é um protesto contra a cobrança de multas aos caminhões que circularem pela Marginal do Tietê e em outras 25 vias da cidade nos horários de pico.
Após decisão judicial, caminhoneiros autônomos optam por retornar ao trabalho nesta quarta-feira
A decisão se deu após a categoria confirmar a decisão do juiz Emilio Migliano Neto, da 7ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo, que concedeu medida liminar em favor da Prefeitura determinando que sindicatos acusados de promover ações para impedir a distribuição de combustível normalizassem o serviço. A multa em caso de descumprimento é de R$ 1 milhão por dia.
O Sindicato dos Transportadores Rodoviários de Bens Autônomos do Estado (Sindicam-SP), que só deve comentar a decisão nesta quarta-feira, decidiu não tentar achar formas de driblar a decisão da Justiça e iria distribuir cópias da decisão judicial para os associados ainda durante esta madrugada. A expectativa da entidade, no entanto, era ainda tentar encontrar canais de negociação com a Prefeitura para rever as restrições.
A ação judicial foi apresentada ao TJ no final da tarde de ontem e a decisão saiu por volta das 20 horas. Mas os sindicatos requeridos na ação disseram não terem sido notificados até o começo da madrugada.
Pelo menos cem postos, dos cerca de 2.000 existem na região metropolitana, estavam sem combustível até o começo da noite. Mas ainda não há previsão de quando a distribuição estará normalizada
Nesta quarta-feira, a Polícia Militar continua os serviços de escolta a caminhões-tanque que sairão dos centros de distribuição para garantir a entrega de combustível em serviços essenciais, como o transporte público e a coleta de lixo.
O Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas do Estado (Setcesp) disse que só comentará a decisão da Justiça na manhã desta quarta. A entidade não apoiava oficialmente a greve, mas também havia sido citada na decisão judicial.
FONTE: O Estado de Sao Paulo
Após decisão judicial, caminhoneiros autônomos optam por retornar ao trabalho nesta quarta-feira
A decisão se deu após a categoria confirmar a decisão do juiz Emilio Migliano Neto, da 7ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo, que concedeu medida liminar em favor da Prefeitura determinando que sindicatos acusados de promover ações para impedir a distribuição de combustível normalizassem o serviço. A multa em caso de descumprimento é de R$ 1 milhão por dia.
O Sindicato dos Transportadores Rodoviários de Bens Autônomos do Estado (Sindicam-SP), que só deve comentar a decisão nesta quarta-feira, decidiu não tentar achar formas de driblar a decisão da Justiça e iria distribuir cópias da decisão judicial para os associados ainda durante esta madrugada. A expectativa da entidade, no entanto, era ainda tentar encontrar canais de negociação com a Prefeitura para rever as restrições.
A ação judicial foi apresentada ao TJ no final da tarde de ontem e a decisão saiu por volta das 20 horas. Mas os sindicatos requeridos na ação disseram não terem sido notificados até o começo da madrugada.
Pelo menos cem postos, dos cerca de 2.000 existem na região metropolitana, estavam sem combustível até o começo da noite. Mas ainda não há previsão de quando a distribuição estará normalizada
Nesta quarta-feira, a Polícia Militar continua os serviços de escolta a caminhões-tanque que sairão dos centros de distribuição para garantir a entrega de combustível em serviços essenciais, como o transporte público e a coleta de lixo.
O Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas do Estado (Setcesp) disse que só comentará a decisão da Justiça na manhã desta quarta. A entidade não apoiava oficialmente a greve, mas também havia sido citada na decisão judicial.
FONTE: O Estado de Sao Paulo
domingo, 4 de março de 2012
DHL Express acaba de lançar o novo portal com soluções para pequenas e médias empresas
A DHL Express, líder mundial em transporte e logística expressa, acaba de lançar o novo portal MyDHL - www.dhl.com/mydhl -, um ambiente online totalmente dedicado a oferecer ferramentas eletrônicas e subsídios para as pequenas e médias empresas ampliarem seus negócios para além de suas fronteiras nacionais. O MyDHL é uma plataforma integrada que fornece ao meio empresarial uma gama de informações e recursos necessários para a realização de operações de importação e exportação. Além disso, o novo portal permite aos clientes acesso simples e rápido aos serviços e soluções de envio e rastreamento da DHL Express por meio de um único login, tornando ainda mais fácil a realização de suas operações internacionais.
Alimentado pela plataforma global DHL.com, utilizada em mais de 140 países, o MyDHL fornece diversos recursos que auxiliam exportadores e importadores a realizar suas operações com tranquilidade e total visibilidade do processo de envio e recebimento de remessas. Utilizando o login exclusivo de acesso, os remetentes podem gerenciar usuários múltiplos e realizar diversas operações simultaneamente – tudo em um único lugar e com economia de tempo, preferências pré-determinadas, atualizações automáticas e processos mais eficientes. O novo portal é mais uma iniciativa das DHL Express que visa apoiar as pequenas e médias empresas dentro do escopo global de comércio exterior, colaborando para a ampliação de seus negócios. A DHL também dedica em seu site uma página exclusiva para que as empresas tenham acesso rápido e fácil compreensão de leis, regras e processos que envolvem as relações de comércio internacional, além de informações sobre como transportar e realizar negócios interfronteiras e fatos sobre os países. Esta página exclusiva pode ser acessada em www.dhl.com.br/ solucoes_para_pmes.
“Pequenas e médias empresas são os motores da economia e os geradores principais de novos empregos. Por estas razões, o sucesso deles no palco internacional é fundamental para um país em constante desenvolvimento como o Brasil”, diz Joakim Thrane, Presidente para a DHL Express Brasil. “O novo portal MyDHL é uma plataforma desenvolvida exclusivamente para apoiar este segmento que é tão importante”, complementa.
Sob o ponto de vista das relações comerciais, “O desenvolvimento do MyDHL contou com a experiência internacional da DHL para conectar nossos cliente e parceiros no Brasil e no mundo”, diz Juliana Vasconcelos, Diretora de Vendas e Marketing para a filial brasileira. “Este lançamento reforça a posição da DHL Express de apoiar e facilitar a entrada das pequenas e médias empresas no comércio internacional” finaliza.
O novo portal MyDHL fornece aos seus usuários soluções online simples e rápidas para a abertura de contas, envios, coletas, cálculos de tempo de trânsito de mercadorias, requisição de envelopes e embalagens, além da localização de lojas e parceiros da DHL Express em todo o país. Após o período piloto de implantação, o portal também irá oferecer um guia sobre os principais mercados internacionais potenciais para o Brasil, com informações sobre questões básicas de comércio, mercado, cultura, exportações e importações, com as quais os clientes se deparam no ingresso em diferentes países, além de dicas sobre como se preparar para lançamentos e estratégias de vendas em outros países.
A primeira fase de lançamento do MyDHL acontece no Brasil, Argentina e Venezuela, para a América do Sul, disponibilizando as ferramentas eletrônicas exclusivas DHl Express já a partir do mês de março, e demais países ao redor do mundo como: Canadá, Áustria, Bélgica, Hong Kong, Hungria, Índia, Itália e Eslovênia. Ao longo de todo ano de 2012 o novo portal também estará presente nos EUA, Inglaterra, França, Alemanha, China, Espanha entre outros.
Saiba mais sobre a DHL Express e o portal MyDHL em www.dhl.com.br/mydhl
FONTE: Divulgação
Alimentado pela plataforma global DHL.com, utilizada em mais de 140 países, o MyDHL fornece diversos recursos que auxiliam exportadores e importadores a realizar suas operações com tranquilidade e total visibilidade do processo de envio e recebimento de remessas. Utilizando o login exclusivo de acesso, os remetentes podem gerenciar usuários múltiplos e realizar diversas operações simultaneamente – tudo em um único lugar e com economia de tempo, preferências pré-determinadas, atualizações automáticas e processos mais eficientes. O novo portal é mais uma iniciativa das DHL Express que visa apoiar as pequenas e médias empresas dentro do escopo global de comércio exterior, colaborando para a ampliação de seus negócios. A DHL também dedica em seu site uma página exclusiva para que as empresas tenham acesso rápido e fácil compreensão de leis, regras e processos que envolvem as relações de comércio internacional, além de informações sobre como transportar e realizar negócios interfronteiras e fatos sobre os países. Esta página exclusiva pode ser acessada em www.dhl.com.br/ solucoes_para_pmes.
“Pequenas e médias empresas são os motores da economia e os geradores principais de novos empregos. Por estas razões, o sucesso deles no palco internacional é fundamental para um país em constante desenvolvimento como o Brasil”, diz Joakim Thrane, Presidente para a DHL Express Brasil. “O novo portal MyDHL é uma plataforma desenvolvida exclusivamente para apoiar este segmento que é tão importante”, complementa.
Sob o ponto de vista das relações comerciais, “O desenvolvimento do MyDHL contou com a experiência internacional da DHL para conectar nossos cliente e parceiros no Brasil e no mundo”, diz Juliana Vasconcelos, Diretora de Vendas e Marketing para a filial brasileira. “Este lançamento reforça a posição da DHL Express de apoiar e facilitar a entrada das pequenas e médias empresas no comércio internacional” finaliza.
O novo portal MyDHL fornece aos seus usuários soluções online simples e rápidas para a abertura de contas, envios, coletas, cálculos de tempo de trânsito de mercadorias, requisição de envelopes e embalagens, além da localização de lojas e parceiros da DHL Express em todo o país. Após o período piloto de implantação, o portal também irá oferecer um guia sobre os principais mercados internacionais potenciais para o Brasil, com informações sobre questões básicas de comércio, mercado, cultura, exportações e importações, com as quais os clientes se deparam no ingresso em diferentes países, além de dicas sobre como se preparar para lançamentos e estratégias de vendas em outros países.
A primeira fase de lançamento do MyDHL acontece no Brasil, Argentina e Venezuela, para a América do Sul, disponibilizando as ferramentas eletrônicas exclusivas DHl Express já a partir do mês de março, e demais países ao redor do mundo como: Canadá, Áustria, Bélgica, Hong Kong, Hungria, Índia, Itália e Eslovênia. Ao longo de todo ano de 2012 o novo portal também estará presente nos EUA, Inglaterra, França, Alemanha, China, Espanha entre outros.
Saiba mais sobre a DHL Express e o portal MyDHL em www.dhl.com.br/mydhl
FONTE: Divulgação
CNH vai investir R$ 600 milhões em fábrica em Minas
Unidade de máquinas para construção vai gerar 2,7 mil empregos e segue tendência de expansão do setor no País
A Case New Holland (CNH), empresa do grupo Fiat que atua nos segmentos de máquinas agrícolas e de construção, vai instalar uma nova unidade em Montes Claros (MG). Orçada em R$ 600 milhões, a unidade produzirá maquinário para a indústria da construção civil e deve gerar 2,7 mil empregos, segundo informou ontem o governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia.
O grupo já tem uma fábrica em Sorocaba (SP), onde produz tratores e máquinas de construção, e outra de máquinas agrícolas, em Curitiba. A nova unidade deverá entrar em operação em 2014. A direção da CNH informou que vai se pronunciar na segunda-feira, quando dirigentes da companhia e do governo mineiro assinarão um protocolo de intenções em Turim, na Itália.
Do ano passado para cá, pelo menos oito empresas do setor de máquinas para construção anunciaram fábricas no País ou ampliações de unidades já existentes. Ao todo, os investimentos somam cerca de R$ 2,3 bilhões. As empresas estão de olho nas obras de infraestrutura previstas para a Copa do Mundo de 2014, Olimpíada em 2016, Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e nos projetos do pré-sal e de novas hidrelétricas.
A americana John Deere, que já produz no País máquinas agrícolas, anunciou a construção de duas novas fábricas para a produção de máquinas e equipamentos para construção civil em Indaiatuba (SP), com aportes de cerca de R$ 320 milhões.
A Caterpillar vai investir R$ 170 milhões em uma filial em Campo Largo (PR), que terá cerca de mil empregados. O objetivo é reforçar a produção de retroescavadeiras. A fábrica de Piracicaba (SP) receberá igual aporte para ampliar a produção de motoniveladoras, tratores de esteira, compactadores de solo e outros equipamentos.
A chinesa XCMG (Xuzhou Construction Machinery) escolheu Pouso Alegre (MG) para uma fábrica de R$ 334 milhões. A conterrânea Sany terá unidade de R$ 360 milhões no interior paulista.
A coreana Hyundai Heavy Industries - braço de indústria pesada do grupo automobilístico que produzirá carros em Piracicaba (SP) - também deve inaugurar no fim de 2012 uma unidade industrial em Itatiaia (RJ). O investimento é de R$ 240 milhões. Outro grupo coreano, o Doosan, deve inaugurar uma unidade em Americana (SP).
FONTE: O Estado de São Paulo - SP
A Case New Holland (CNH), empresa do grupo Fiat que atua nos segmentos de máquinas agrícolas e de construção, vai instalar uma nova unidade em Montes Claros (MG). Orçada em R$ 600 milhões, a unidade produzirá maquinário para a indústria da construção civil e deve gerar 2,7 mil empregos, segundo informou ontem o governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia.
O grupo já tem uma fábrica em Sorocaba (SP), onde produz tratores e máquinas de construção, e outra de máquinas agrícolas, em Curitiba. A nova unidade deverá entrar em operação em 2014. A direção da CNH informou que vai se pronunciar na segunda-feira, quando dirigentes da companhia e do governo mineiro assinarão um protocolo de intenções em Turim, na Itália.
Do ano passado para cá, pelo menos oito empresas do setor de máquinas para construção anunciaram fábricas no País ou ampliações de unidades já existentes. Ao todo, os investimentos somam cerca de R$ 2,3 bilhões. As empresas estão de olho nas obras de infraestrutura previstas para a Copa do Mundo de 2014, Olimpíada em 2016, Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e nos projetos do pré-sal e de novas hidrelétricas.
A americana John Deere, que já produz no País máquinas agrícolas, anunciou a construção de duas novas fábricas para a produção de máquinas e equipamentos para construção civil em Indaiatuba (SP), com aportes de cerca de R$ 320 milhões.
A Caterpillar vai investir R$ 170 milhões em uma filial em Campo Largo (PR), que terá cerca de mil empregados. O objetivo é reforçar a produção de retroescavadeiras. A fábrica de Piracicaba (SP) receberá igual aporte para ampliar a produção de motoniveladoras, tratores de esteira, compactadores de solo e outros equipamentos.
A chinesa XCMG (Xuzhou Construction Machinery) escolheu Pouso Alegre (MG) para uma fábrica de R$ 334 milhões. A conterrânea Sany terá unidade de R$ 360 milhões no interior paulista.
A coreana Hyundai Heavy Industries - braço de indústria pesada do grupo automobilístico que produzirá carros em Piracicaba (SP) - também deve inaugurar no fim de 2012 uma unidade industrial em Itatiaia (RJ). O investimento é de R$ 240 milhões. Outro grupo coreano, o Doosan, deve inaugurar uma unidade em Americana (SP).
FONTE: O Estado de São Paulo - SP
sábado, 25 de fevereiro de 2012
Scania vai construir um centro de distribuição na cidade de Vinhedo (SP)
Segundo informações da agência Reuters, a Scania anunciou nesta quarta-feira que vai construir um centro de distribuição na cidade de Vinhedo (SP), expandindo a capacidade em 60 por cento no país.
O centro se adiciona a uma central logística na Europa que vinha atendendo concessionárias europeias e armazéns regionais de peças que fornecem para lojas no restante do mundo, informou a companhia em comunicado à imprensa. Além da construção do centro em Vinhedo, que vai assumir as funções de distribuição de peças da fábrica em São Bernardo do Campo (SP) e ocupar 16 mil metros quadrados, a Scania vai ampliar a central na Europa. O investimento total nos dois centros será 400 milhões de coroas suecas (cerca de 60 milhões de dólares).
A expectativa da montadora é que o projeto seja concluído no primeiro trimestre de 2013. A criação do centro de distribuição no Brasil ocorre depois que a Scania abriu um centro regional em Cingapura, em 2011. No início do mês, a Scania afirmou que estima estabilidade de vendas de caminhões no Brasil em 2012, depois do recorde alcançado em 2011.
Até agora, o fornecimento de peças na região era feito a partir de um centro situado junto à fábrica em São Paulo. A Scania vai ampliar ainda o centro de distribuição de Opglabbeek (Bélgica) com prédio anexo de 36,5 mil metros quadrados.
As novas instalações na Europa e na América do Sul devem entrar em atividade no primeiro trimestre de 2013. “O investimento é feito para que continuemos garantindo a máxima disponibilidade de peças para o crescente número de veículos da Scania na estrada”, assinalou no comunicado Jan Andries Oldenkamp, à frente da divisão de logística da firma sueca.
FONTE: Revista Carga Pesada
O centro se adiciona a uma central logística na Europa que vinha atendendo concessionárias europeias e armazéns regionais de peças que fornecem para lojas no restante do mundo, informou a companhia em comunicado à imprensa. Além da construção do centro em Vinhedo, que vai assumir as funções de distribuição de peças da fábrica em São Bernardo do Campo (SP) e ocupar 16 mil metros quadrados, a Scania vai ampliar a central na Europa. O investimento total nos dois centros será 400 milhões de coroas suecas (cerca de 60 milhões de dólares).
A expectativa da montadora é que o projeto seja concluído no primeiro trimestre de 2013. A criação do centro de distribuição no Brasil ocorre depois que a Scania abriu um centro regional em Cingapura, em 2011. No início do mês, a Scania afirmou que estima estabilidade de vendas de caminhões no Brasil em 2012, depois do recorde alcançado em 2011.
Até agora, o fornecimento de peças na região era feito a partir de um centro situado junto à fábrica em São Paulo. A Scania vai ampliar ainda o centro de distribuição de Opglabbeek (Bélgica) com prédio anexo de 36,5 mil metros quadrados.
As novas instalações na Europa e na América do Sul devem entrar em atividade no primeiro trimestre de 2013. “O investimento é feito para que continuemos garantindo a máxima disponibilidade de peças para o crescente número de veículos da Scania na estrada”, assinalou no comunicado Jan Andries Oldenkamp, à frente da divisão de logística da firma sueca.
FONTE: Revista Carga Pesada
Assinar:
Postagens (Atom)