sexta-feira, 30 de abril de 2010

Denatran publica portaria que regulamenta critérios para concessão de autorização e comprovação da incorporação da tolerância de 5% por tanques

Denatran baixa Portaria nº 313, de 29 de abril de 2010, que regulamenta os critérios de comprovação da incorporação da tolerância de 5% por veículos e combinações de veículos equipados com tanque para transporte de produtos líquidos e gasosos, em cumprimento ao art. 3º da Resolução nº 341, de 25 de fevereiro de 2010, do Conselho Nacional de Trânsito - CONTRAN. Essa portaria, vide abaixo na íntegra, estabelece ainda os critérios para concessão de Autorização Específica pelos órgãos com jurisdição sobre a via.

SECRETARIA EXECUTIVA DEPARTAMENTO NACIONAL DE TRÂNSITO

PORTARIA No- 313, DE 29 DE ABRIL DE 2010

O DIRETOR DO DEPARTAMENTO NACIONAL DE TRÂNSITO - DENATRAN, no uso das atribuições que lhe conferem
o art. 19, inciso I, da Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997, que institui o Código de Trânsito Brasileiro - CTB;
Considerando a necessidade de estabelecer regras especiais e padronizadas para os veículos e combinações de veículos equipados com tanque para transporte de produtos líquidos e gasosos, que, com base na Resolução nº 114, de 05 de maio de 2000, incorporaram a tolerância de 5% (cinco por cento);
Considerando o disposto na Resolução nº 341, de 25 de fevereiro de 2010, que cria Autorização Específica (AE) para os
veículos e/ou combinações de veículos equipados com tanques que apresentem excesso de até 5% (cinco por cento) nos limites de peso bruto total ou peso bruto total combinado, devido à incorporação da tolerância, com base em Resolução do CONTRAN.
Considerando a necessidade de regulamentar os critérios de comprovação da incorporação da tolerância de 5% (cinco por cento), em cumprimento ao art. 3º da Resolução nº 341, de 25 de fevereiro de 2010, do Conselho Nacional de Trânsito - CONTRAN; resolve:
Art. 1º Ao veículo ou combinação de veículos utilizados no transporte de cargas líquidas e gasosas a granel, licenciados de 1o de janeiro de 2000 até 31 de dezembro de 2007, que apresentem excesso de até 5% (cinco por cento) nos limites de peso bruto total ou peso bruto total combinado fixados pelas Resoluções CONTRAN nos 210/06 e 211/06, poderá ser concedida, pela autoridade com circunscrição sobre a via, Autorização Específica (AE) de que trata a Resolução nº 341, de 25 de fevereiro de 2010, do Conselho Nacional de Trânsito - CONTRAN, atendidos os critérios e requisitos desta
Portaria e demais requisitos técnicos estabelecidos pelos órgãos com circunscrição sobre a via.
Parágrafo único. No caso de combinação de veículo de carga, prevalece, para efeito do caput deste artigo, a data de licenciamento das unidades rebocadas, podendo o caminhão trator ter data de licenciamento posterior.
Art. 2º A solicitação da AE deve ser formalizada através de requerimento assinado pelo interessado ou, por meio eletrônico, quando disponível, conforme regras e modelos específicos do órgão com circunscrição sobre a via.
Art. 3º A solicitação deve ser acompanhada dos seguintes documentos e informações:
I - Cópia legível do CRLV - Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo e quando se tratar de combinação de veículos, das unidades tracionadas;
II - Indicação, para fins de registro na AE, das configurações possíveis (4x2, 6x2, 6x4 ou outras) das unidades tratoras;
III - Para os produtos comercializados por volume: Certificado de Verificação Metrológica em vigor, atestando a capacidade volumétrica do (s) tanque (s), expedido pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial - INMETRO;
IV - Para os demais produtos: documento reconhecido pelo INMETRO, emitido pelos participantes da Rede Brasileira de Metrologia Legal e Qualidade, registrando as características dimensionais diretamente relacionadas ao volume declarado pelo fabricante/proprietário do tanque;
V - Declaração do fabricante do(s) tanque(s), informando o volume geométrico do tanque, a densidade máxima dos produtos para os quais o(s) equipamento(s) foi(ram) projetado(s), pesos por eixo e peso bruto total ou peso bruto total combinado.
Parágrafo único. Caso o fabricante não mais exista, a declaração prevista no inciso III deve ser emitida por engenheiro mecânico e acompanhada pela sua respectiva ART- Anotação de Responsabilidade Técnica,
Art. 4º A AE é de porte obrigatório, devendo ser exibida à fiscalização quando solicitada, não podendo conter emendas ou rasuras.
Art. 5º A AE terá validade máxima de um ano, e poderá ser renovada periodicamente, até o sucateamento do veículo ou, como caso de combinação de veículos de carga, das unidades tracionadas.
Parágrafo único. Para os produtos comercializados por volume, a renovação da AE, ficará condicionada à comprovação da renovação do Certificado de Verificação Metrológica
Art. 6º As tarifas inerentes à expedição da AE serão fixadas pelo órgão responsável por sua concessão.
Art. 7º Em cumprimento à Resolução CONTRAN no 211/ 06, as combinações de veículos de carga com PBTC superior a 57 t devem circular nas vias abertas à circulação pública portando Autorização Especial de Trânsito - AET.
Parágrafo único. No caso específico das combinações de veículos de carga com PBTC de 57 t, previstas anteriormente na Resolução 68/98 e atualmente nas alíneas 'g' e 'i' do artigo 2º da Resolução CONTRAN nº 210/06, que incorporaram os 5%, fica dispensada, para fins de emissão da AET, a exigência de comprimento mínimo de 25 m estabelecido pela alínea c do Inciso I do artigo 2º da Resolução CONTRAN nº 211/06.
Art. 8º O prazo para solicitação da Autorização Específica (AE) inicial expira em 1º de setembro de 2010.
Parágrafo único. A ausência de solicitação da Autorização Específica (AE) inicial, a que se refere o artigo 1º desta Resolução, no prazo acima estipulado, implicará na não concessão da Autorização Especial de Trânsito citada no art. 7o desta Portaria.
Art. 9º Esta Portaria entra em vigor na data da sua publicação, produzindo seus efeitos 60 (sessenta) dias após sua publicação.

ALFREDO PERES DA SILVA

FONTE: Redação do Guia do Transportador

terça-feira, 27 de abril de 2010

Resistência ainda é maior empecilho para gestão do conhecimento

Mudar a empresa culturalmente para os funcionários abraçarem o compartilhamento de informações ainda representa o maior desafio para os diretores de TI ao implementar projetos de gestão do conhecimento e de colaboração. Um dos consensos dos grupos de discussão sobre o tema nos painéis Intercâmbio de Ideias, que ocorreram quinta e sexta-feira (22 e 23/04) no IT Forum 2010, foi justamente como motivar os executivos de alto escalão, como diretores e vice-presidentes, a se engajarem.
De acordo com os diretores de TI presentes, as pessoas ainda usam as informações que detêm como forma de poder e para tentar se manter no cargo. Assim, como incentivar os funcionários a compartilharem o conhecimento tácito acaba sendo um desafio não somente do departamento de TI, mas de toda companhia. "Para não dar errado, o segredo é definir a estratégia que se quer e envolver o board", ensinou Lais Machado, CIO da Syngenta.
Ela apresentou o case da empresa. Lá 110 processos já foram mapeados e o projeto está sustentado a partir de três pilares: organizacional, processos e infraestrutura. Durante seis meses, foram identificados os "ativos" do conhecimento e diferenciado o que era tácito e o que era explícito. "Percebemos que temos muito conhecimento tácito, então, o que fazer se a pessoa sai da empresa?", questionou. "Conhecimento é a base de sustentação da empresa."
Outro ponto levantado pelos grupos refere-se à segurança. As questões em volta dos temas vão desde o que compartilhar a como preservar as informações que são colocadas nas ferramentas de gestão. Como tratar, por exemplo, os segredos industriais? Como garantir que o conteúdo não sairá da companhia? Estas perguntas vão sendo respondidas à medida que as corporações incrementam seus projetos de gestão do conhecimento e incorporam a colaboração. O mais fácil, segundo os diretores de TI, é a tecnologia, porque as ferramentas existem.

Troca de experiências

Os CIOs também contaram como estão trabalhando para não perder conhecimento quando um funcionário antigo se aposenta. Um dilema comum a muitas empresas. Um dos projetos apresentados nas discussões é da Teksid, que criou uma escola de metalurgia para que funcionários mais antigos ensinassem os mais novos. Assim, o conhecimento acumulado não se perde.
Carlos Katayama, atual CIO da Usiminas - Cosipa, assinalou que as corporações que não conseguirem extrair o conhecimento das pessoas mais maduras e com mais tempo de casa vão viver um caos.
Uma maneira eficiente apontada pelos diretores para incentiva a transferência de conhecimento é o estabelecimento de prêmios para quem contribui. Em sua apresentação Roberto Carneiro, CIO da Comgás, lembrou uma frase de Larry Prusak que sintetiza a gestão do conhecimento assim: contrate pessoas inteligentes e deixe-as conversar. "A TI tem o papel de disseminar o conhecimento", ressalta Carneiro.
De acordo com ele, a Web 2.0 e a chegada da geração Y impactam positivamente nesta gestão.
FONTE: Itweb

Safra boa e fila de caminhões no porto

A boa produção da safra gaúcha de soja, estimada em 9,5 milhões de toneladas, reflete no trânsito da estrada Rio Grande-Santa Maria (BR-392). Diariamente, cerca de 700 caminhões forrados do grão estacionam no porto de Rio Grande, no sul do Estado.
Entre fim de abril e início de maio, o pico deve chegar a mil veículos por dia. Os embarques, que começaram na última semana de março, já exportaram 342 mil toneladas do produto. Seis navios deixaram o porto rumo à China e a Taiwan - os chineses consomem cerca de 60% da soja plantada no Estado. Países europeus, como a Alemanha, são outros destinos do grão ao longo da safra. A projeção dos terminais da Tergrasa e Termasa é movimentar 5 milhões de toneladas até o final de maio, superando os 3,8 milhões em igual período de 2009.
- Exportamos em média 40 mil toneladas por dia. Ao longo do mês, o pico será de 48 mil. Do total, 70% chegam via terrestre, nos caminhões - conta o diretor da Tergrasa e Termasa, Guillermo Dawson.
Além dos dois terminais, Bianchini e Bungue Alimentos exportam soja a partir do único porto marítimo gaúcho. Cenário que atrai milhares de caminhões, oriundos das regiões das Missões, Norte, Noroeste e Centro do Estado. A BR-392, a partir de Santa Maria, é a principal via para escoar a produção até Rio Grande. O ponto mais congestionado inicia em Pelotas, no entroncamento com a estrada Porto Alegre-Jaguarão (BR-116).
Segundo a Polícia Rodoviária Federal, mais da metade dos 10 mil veículos que cruzam o trecho diariamente são pesados - volume que provoca filas no acostamento da rodovia. As áreas problemáticas ficam próximas aos terminais de grãos, nos km 8 (entroncamento com a BR-604), km 10 e km 19 (ao lado de postos de gasolina).

Superintendência libera local para estacionamento

Com mais de 80% da safra gaúcha colhida, segundo estimativa da Emater, o pico da movimentação de caminhões deve se iniciar nas próximas duas semanas. A Superintendência do Porto do Rio Grande prevê média de mil caminhões ao dia na virada do mês. Para amenizar o problema das filas, liberou seu pátio de estacionamento, localizado na Via Nove. Cerca de 300 caminhões pernoitam no local, com capacidade para 400 veículos pesados.
- Tirando os caminhões do acostamento, reduzimos as chances de acidentes e oferecemos melhor infraestrutura ao motorista - diz Carlos Renato Rodrigues, diretor técnico do porto.
FONTE: Zero Hora

sábado, 24 de abril de 2010

Logística da Vale receberá R$ 60 mi

Em busca de modernidade e eficiência, a área de logística da Vale investirá neste ano R$ 60 milhões no desenvolvimento e aplicação de tecnologias inovadoras para as ferrovias de carga pesada - Vitória a Minas (EFVM) e Carajás (EFC) - e nos portos.
Conforme informações da empresa, o principal investimento será feito em novos equipamentos para operação de locomotivas, por meio de comando remoto e o “helper dinâmico”, tecnologia inédita entre as ferrovias brasileiras, que auxilia nas operações em trechos de aclive.
“Procuramos buscar o que há de melhor em termos de tecnologia no mercado para modernizar nossas ferrovias e portos e também adaptar tecnologias para a realidade das ferrovias de carga pesada, o que não é típico na indústria”, contou Humberto Freitas, diretor de Operações Logísticas da Vale.
Na área portuária, o segmento de logística da Vale criou um sistema de inteligência artificial que permite a todas as máquinas empilhadeiras e recuperadoras - usadas para transferir o minério do pátio para as correias transportadoras, até o navio - operarem de forma remota.
O sistema funciona por meio de um software que possibilita o comando à distância das máquinas, a partir do Centro de Controle e Operações do Porto. A companhia investiu R$ 9 milhões na inclusão da solução no Terminal Marítimo de Ponta da Madeira, no Maranhão.

Na prática

O Centro de Controle e Operação dispõe de um terminal de comando próprio para os operadores. Desta forma, eles não precisam se deslocar quando é necessário trocar de máquina, basta acionarem um comando.
O sistema de operação e layout dos terminais é o mesmo adotado em grandes portos europeus, como o de Roterdã, na Holanda, revela Freitas. “A partir de câmeras e sensores instalados nas máquinas, conseguimos levar operadores até um ponto distante dos equipamentos, para que tenham visão do pátio como um todo e operem de forma remota”, explica.
Segundo empresa, a Vale é a primeira no Brasil e ter um terminal portuário com todas as máquinas de pátio operando em modo remoto.

Inovação

Parte do recurso anunciado pela Vale foi aplicado no sistema de “helper dinâmico”, locomotiva que se acopla ao trem em movimento, auxiliando nas operações ferroviárias em aclives. Nesse caso, o trem pode ser acoplado a locomotiva em movimento, por meio da aproximação dinâmica.
A companhia estima um ganho de até 5% no consumo de combustível, já que os momentos de maior consumo são as paradas e frenagens dos trens. “Trata-se de tecnologia de ponta, de um processo muito mais eficiente em termos de energia, e que nos orgulha muito”, diz o executivo.
Com investimentos de R$ 2,5 milhões, a Vale inaugurou, em março, um simulador de trens, considerado o mais moderno do mundo, no CEL (Centro de Excelência em Logística), em Vitória (ES).
O equipamento possibilita a reprodução fiel das malhas ferroviárias da Vale em tecnologia 3D e recebeu investimentos da ordem de. O objetivo é treinar maquinistas com uma tecnologia de ponta totalmente brasileira, que resultará em mais segurança nas operações, economia de combustível e redução de desgaste das locomotivas e vagões.
Fonte:Escrito por Redação Webtranspo

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Aumento da frota nacional traz problemas novos aos seguros

Entre 2008 e 2009, a frota de veículos segurados aumentou de 11,3 milhões para 12,8 milhões. A sinistralidade também cresceu em 2009, período em que foram regulados 2,1 milhões de sinistros. Segundo o diretor da Bradesco Seguros, Fernando Cheade, esse crescimento gerou uma situação nova ao setor de seguros, que é a falta de capacidade das oficinas de reparação em atender a demanda crescente. "Serviços que eram executados em curto prazo, atualmente, demoram 30 dias, 60 dias ou mais. Esse é um ponto de gargalo que tende a aumentar", prevê.
Cheade foi um dos palestrantes do Seminário "Considerações sobre Sinistros Massificados", realizado pela Associação Paulista dos Técnicos (APTS), em 13 de abril, no auditório do Sindicato das Seguradoras de São Paulo (Sindseg-SP), sob a coordenação de José Roberto Macéa, diretor da Jopema Reguladora de Sinistros.
Outro problema gerado pelo aumento da frota de veículos, de acordo com o diretor da Bradesco são as conseqüências ambientais do descarte de veículos velhos. "Temos de pensar agora na correta destinação e reciclagem de veículos, porque no futuro teremos lixões de peças e resíduos a céu aberto", alerta.
O superintendente da Mapfre Seguros, Rogério Esteves Alves, que também participou do evento, disse que a explosão na venda de veículos entre o final de 2008 e o início de 2009, provocou um aumento vertiginoso na sinistralidade da carteira, com a maioria de casos de roubo e furto e de perda total dos veículos, entre os meses de janeiro a março de 2009.
Ocorre que, especificamente naquele período, a tabela Fipe, utilizada pelo setor como referência para o pagamento de indenizações de sinistros de automóveis, estava defasada em relação ao preço de mercado dos veículos. "Algumas concessionárias colocavam faixas, avisando que os preços de venda dos automóveis estavam abaixo da tabela Fipe", recorda-se.
Rogério Alves concluiu que a defasagem da tabela Fipe influenciou no crescimento do volume de fraudes, provocando um aumento de sinistralidade na carteira. "Naquela fase, o sinistro era lucrativo para os fraudadores", observou. Para ele, o mercado de seguros precisa refletir quanto ao seu preparo em enfrentar situações como esta. "Precisamos aperfeiçoar os métodos de combate à fraude", disse.
A advogada Angélica Carlini tocou em outro ponto importante, que são os conflitos na relação entre segurados e seguradoras por conta do seguro perfil em automóvel. Desde que foi implantado no país, na década de 90, o seguro perfil tem gerado conflitos entre segurado e seguradora.
Respostas inexatas sobre fatos que poderiam influenciar na aceitação da proposta ou a omissão de informações têm causado a negativa ao pagamento de sinistro, em muitos casos.
Para a advogada Angélica Carlini, seria importante esclarecer ao consumidor de seguros que o risco é mensurado de acordo com suas respostas. "O segurado não sabe, mas cada resposta sua representa um impacto no valor do prêmio", disse. A indicação de oficinas credenciadas é outra situação que, segundo ela, precisa ser mais bem esclarecida ao segurado.
Ela acredita que se o segurado fosse conscientizado sobre as vantagens de utilizar uma oficina credenciada, entre as quais a de ter a garantia da seguradora dos serviços prestados, então não teria do que reclamar. "Temos de eliminar o déficit de informação", disse.
FONTE: Midiaseg

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Rodoanel atrai centro logístico com aporte de R$ 250 milhões

O setor de logística verá no mês de setembro deste ano o surgimento de mais um centro de distribuição e armazenagem para oferecer serviços terceirizados em São Paulo, próximo ao Rodoanel. Com aportes médios de R$ 250 milhões, além do Parque Logístico Imigrantes, aberto na região na semana passada, agora a empresa Racional Engenharia irá concluir a primeira etapa da construção de seu condomínio logístico, o Centeranel Raposo, que contará com uma área de 180 mil metros quadrados e está localizado no quilômetro 20 da Rodovia Raposo Tavares.
Depois da inauguração do Parque Logístico Imigrantes, na semana passada, que também está localizado próximo ao Rodoanel, em setembro será a vez de o Centeranel Raposo entrar em operação. "Seus 180 mil m² oferecerão às empresas os mais arrojados conceitos de recebimento, armazenagem e distribuição de produtos, e flexibilidade na locação de espaços", comentou Erika Matsumoto, gerente executiva do núcleo de desenvolvimento de negócios da Racional.
O empreendimento, também irá explorar o complexo Mário Covas, que segundo o governador do Estado de São Paulo, Alberto Goldman é uma construção exemplar para o País. "O Rodoanel é um exemplo de construção que reflete os interesses do País, pois somente assim conseguiremos construir uma sociedade mais justa e com mais qualidade de vida para todos", afirmou Goldman semana passada.
Além desta obra, a empresa Racional Engenharia, com 39 anos de mercado, e mais de 500 obras concluídas, já estuda criar um novo condomínio logístico em Campinas (SP) que se chamará Centeranel Viracopos. No entanto, a empresa disse que o projeto ainda é bastante embrionário, e não tem mais detalhes sobre a sua implantação.
A Racional também será a responsável pelo início da reconstrução do Teatro Cultura Artística em São Paulo. Em outros nichos, ela também foi a mentora das obras, em São Paulo, do Shopping Vila Olímpia e da ampliação do Shopping Morumbi, além da Criação da fábrica da Wickbold em Hortolândia, no interior paulista.

Carga aérea

No setor de logística aérea, a concorrência ainda não é representativa para a Absa Cargo Airline, a empresa brasileira líder no mercado de carga aérea no Brasil, com sede no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas. Ela vai incorporar no 4º trimestre deste ano mais uma aeronave, um Boeing 767-300F, a sua frota. Com a entrada em operação da nova aeronave, com capacidade para até 57 toneladas de carga, a Absa aumentará em 50% a capacidade do volume transportado. Atualmente, a Absa tem dois Boeing 767-300F.
Segundo a direção da companhia, o cargueiro, incorporado na modalidade leasing, vai dar suporte a toda malha internacional já atendida pela Absa e sustentabilidade aos projetos de crescimento da malha doméstica. Atualmente, a rota São Paulo - Manaus - São Paulo, que marcou o retorno da Absa ao mercado interno, detém 34% de participação no mercado doméstico.
Visando a manter seu plano estratégico de crescimento, a Absa aguarda a chegada do primeiro Boeing 777-200F para sua frota em meados de 2012. Cargueiro da nova geração, moderno, projetado para ter maior capacidade, eficiência, menor consumo de combustível e autonomia de voo, a aeronave apresenta também uma série de benefícios ambientais, como a redução de emissões e ruídos.
O Boeing 777-200F será o primeiro, dessa categoria, entregue a uma companhia aérea brasileira, e vindo direto da fábrica. A expectativa da companhia é de que em dois anos dobre sua capacidade de transporte de carga, oferecendo ao mercado boas opções.
A Absa foi fundada em 1995. Além da matriz, em Campinas, a empresa mantém filiais nos principais aeroportos do País. A frota própria da Absa conta com dois cargueiros Boeing 767-300F, com capacidade para transportar até 57 toneladas por viagem, incluindo itens como produtos perecíveis, animais vivos e artigos controlados. Em cooperação com outras conceituadas empresas no mundo da aviação, a Absa integra uma aliança estratégica de carga aérea com Lan Cargo, Mas Air e Lanco que lhe garante oferecer uma das mais amplas malhas de destinos do mercado de exportação e importação.
Fonte: DCI - SP

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Primeiro condomínio logístico de Ribeirão Preto, SP, está quase pronto

As empresas Halna, JBens e EWP informam que o condomínio logístico Park X, o primeiro do gênero instalado em Ribeirão Preto, SP, está na etapa final de construção e no início de comercialização dos galpões.
O empreendimento, que começou a ser erguido no ano passado, exigirá investimento de R$ 85 milhões. O terreno fica no km 317,5 da Via Anhanguera, distante apenas 2 quilômetros do aeroporto Leite Lopes, numa área de quase 200.000 m² junto ao trevo de ligação com o centro da cidade.
De acordo com os empreendedores, o Park X será formado por galpões logísticos com metragem flexível, a partir de 1.186 m² até 17.100 m². A área construída total será da ordem de 67 mil m².
"O projeto apresenta tecnologia de ponta quanto às características técnicas, operacionais e os parâmetros considerados pelos melhores operadores logísticos globais", afirma Wilson Pompílio, da EWP, a construtora responsável pela obra.
Já Arnaldo Halpern, que dirige a Halna Empreendimentos, revela que ainda há espaço para a entrada de novos investidores no empreendimento. "Criamos um fundo imobiliário para gerir o Park X e as empresas ou investidores aptos a aderir serão bem-vindos".
Jorge Manubens, diretor da JBens Participações, reforça que a expectativa das empresas é pela rápida comercialização dos galpões, antes mesmo da conclusão das obras. "Temos um produto com preço altamente competitivo se levarmos em conta a carência por espaços logísticos na cidade", acredita.
Segundo o diretor da Cushman & Wakefield, Mário Sérgio S. Gurgueira, o trabalho de implantação do novo condomínio consumiu cerca de um ano, "somente para a identificação de um terreno compatível à demanda apontada pela pesquisa". Pesaram na escolha, sobretudo, a localização junto ao acesso direto para a rodovia Anhanguera e a um anel viário recém-concluído, recursos considerados essenciais para operadores logísticos.
A comercialização e a administração do Park X estão sob responsabilidade da Cushman & Wakefield, que conta com parceria da Fortes Guimarães na comercialização.
FONTE: DCI - SP