A operação de um centro de distribuição (CD) envolve uma coordenação detalhada de suas diversas atividades. Para atingir uma eficiência maior nas operações, os CDs costumam investir pesadamente em tecnologia (ERP, SCM, WMS, entre outras siglas). No entanto, algumas vezes se deixa de lado um dos pontos mais críticos para a eficiência e redução de custos: os processos. Claro que a tecnologia tem um papel crucial na otimização das atividades, mas sem os processos adequados o CD não terá bons resultados.
Conforme aumenta a complexidade das operações (mais fornecedores, clientes e itens), aumenta também a importância do gerenciamento dos processos. Deve-se monitorar a mudança na realidade operacional do CD para modificar os processos de forma correspondente. Usar os mesmos processos antigos para uma operação que cresce em complexidade somente levará a um maior índice de erros, baixa produtividade e atraso nas entregas.
A seguir estão 3 áreas de processos que devem ser monitoradas e podem levar a uma operação mais eficiente com sua equipe e tecnologia atuais.
1. Entrada de Materiais
Se a área de recebimento é um gargalo, é necessário encontrar a causa raiz. A ineficiência na entrada multiplicará seus efeitos ao longo da operação, e as outras áreas sempre terão que correr atrás do prejuízo. Ao cometer erros na entrada de materiais, a pressão aumenta nas fases seguintes e aumenta também o risco de mais erros adiante. O resultado final são custos maiores e uma má qualidade de serviço para seu cliente.
O CD deve ter processos documentados detalhadamente nestas áreas:
Agendamento da chegada de materiais – para evitar picos de trabalho deve-se ter um processo que coordene a chegada de materiais de forma distribuída ao longo do período de trabalho
Planejamento de Pré-Recebimento e Documentação – deve-se definir quais processos podem ser realizados antes da chegada do material, e a documentação que deve ser preparada previamente.
Procedimentos de Chegada e Descarga de Veículos – detalhar estes procedimentos evitará erros de colocação e danos aos materiais, além de aumentar a segurança (física e contra roubos)
Procedimentos de Controle de Qualidade – as atividades de controle da qualidade devem seguir estritamente os padrões definidos. Estes padrões devem ser documentados e seguidos nos procedimentos de entrada.
Avalie também se os procedimentos estão sendo seguidos. Assegure que os funcionários estão bem treinados e sabem que serão beneficiados (financeira ou profissionalmente) com a eficiência dos processos de entrada.
2. Picking
O picking (coletar os itens do pedido no armazém) é normalmente a atividade de maior custo na operação de um CD. Portanto, até melhorias incrementais gerarão benefícios na produtividade como um todo. O principal componente do tempo de picking é a distância percorrida pelos funcionários para coletar os itens. Ao definir processos que reduzam as distâncias percorridas, podem-se obter melhorias consideráveis na produtividade da operação.
Alguns processos que podem ser implementados com este objetivo são:
Análise ABC, para definir os itens com alta, média e baixa rotatividade, e redistribuir o layout de materiais para que os de maior rotatividade fiquem mais próximos entre si e à saída de materiais.
Usar “flow racks” para itens pequenos, que podem estar ocupando espaços de pallets normais, aumentando o espaço ocupado e as distâncias entre os materiais.
Para itens de baixa rotatividade, usar armazenagem e picking multi-nível, que otimizará o espaço no armazém e reduzirá as distâncias percorridas.
Para pedidos de baixo volume, usar “batch picking”. Este sistema faz com que o funcionário colete o material para várias ordens de uma vez, ao invés de fazer uma viagem para cada ordem pequena.
Novamente, o treinamento da equipe é essencial para que estes processos surtam os efeitos desejados na operação. Analise como são estocados os materiais entrantes. Existe um processo claro que é seguido? Ou existe uma correria e a armazenagem é feita de forma quase aleatória?
3. Indicadores
A frase “você não pode melhorar o que não pode medir” já é conhecida por todos. No entanto, muitas vezes ainda usados os indicadores incorretos para a operação do CD. Por exemplo, um CD pode ter como seu indicador principal o “Custo por Pallet Processado”. Esta é uma boa medida para a alta gerência, mas não é um bom indicador para os responsáveis pela execução da operação e definição de processos. Além disso, um fator externo pode tornar este custo mais alto, enquanto a equipe fez um ótimo trabalho ao minimizar o aumento dos custos.
Os indicadores da operação devem refletir a verdadeira produtividade da equipe, já que isto é o que os motivará a obter sempre melhores resultados. Seguindo o mesmo exemplo, seria importante incluir também um indicador de pallets processados por funcionário. Deve-se sempre procurar um equilíbrio entre indicadores de alto nível (normalmente financeiros) e indicadores que podem ser entendidos pelos funcionários e servir como referência para as ações de melhoria.
Também é importante definir metas para cada indicador, procurando um aumento constante da produtividade, mas sempre realista. Não adianta definir metas excessivamente ambiciosas, que não serão atingidas e somente causarão frustração na equipe.
Fonte: Portal O Gerente, autor Luiz de Paiva
BLOG COM FINALIDADE DE ACOMPANHAR E COMPARTILHAR ASSUNTOS LOGÍSTICOS.
sábado, 17 de outubro de 2009
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
DHL Supply Chain realiza operações de armazenagem para a NEC
O projeto tem como principal objetivo o gerenciamento das operações logísticas e inventários da NEC Brasil.
São Paulo - A DHL Supply Chain, líder mundial em logística, iniciou as operações de armazenagem para a NEC Brasil, provedora de soluções convergentes de redes de comunicação e tecnologia da informação.
A NEC Brasil elaborou uma concorrência para escolher a empresa responsável pela operação de armazenagem. O resultado indicou a DHL Supply Chain como o provedor com maior capacidade para o atendimento das necessidades da companhia.
Segundo o gerente de negócios da DHL Supply Chain, Márcio Barbeito, o projeto tem como principal objetivo o gerenciamento das operações logísticas e inventários da NEC Brasil, aplicando todos os conceitos de controles organizacionais.
Para Milton Hanayama, diretor de supply chain da NEC, os principais fatores que levaram a companhia a optar pela terceirização e escolher a DHL foram o foco no core business e ter um parceiro com expertise no negócio. “A DHL Supply Chain demonstrou total capacidade de expansão através da regionalização, além de ser o provedor capaz de oferecer serviços em todas as fases da cadeia logística como importação e exportação e armazenagem e transportes”, afirma.
Além disso, o executivo aponta a garantia de concessão de inventário, bem como a entrega de produtos serializados corretamente como diferenciais nos serviços proporcionados pela DHL.
O sistema WMS (Warehouse Management System), disponibilizado pela DHL, tem como principais funcionalidades: o gerenciamento inteligente das localizações versus produtos; as customizações de conceitos de picking; a consolidação automática de roteiros e ondas de separação e otimização de stagings para maximizar o uso da área de armazenagem.
O procedimento implantado pela DHL Supply Chain permite ainda o rastreamento dos números de série de cada mercadoria. “É possível a separação do produto exato que o cliente solicitou em seu pedido, inclusive pelo número de série”, explica Barbeito.
O Centro de Distribuição da DHL Supply Chain, localizado em Barueri (SP), tem 37 mil metros quadrados de área coberta e adequada para armazenar e manusear produtos de diversos segmentos, incluindo equipamentos de tecnologia.
Perfil da DHL Supply Chain - A DHL Supply Chain tem a solução ideal para a terceirização de serviços logísticos, com operações em 220 países e presente em mais de três mil localidades.
A DHL é líder de mercado em soluções logísticas integradas e faz parte do Grupo Deutsche Post, que possui três divisões de negócios no Brasil - a DHL Supply Chain, a DHL Express e a DHL Global Forwarding.
A abrangência de sua atuação garante a capacitação e a experiência global em toda a cadeia de suprimentos, somadas ao conhecimento específico de cada região onde atua. Isto garante a oferta de soluções inovadoras de alto valor agregado e comprometimento total com a segurança, a saúde e o meio ambiente.
Com processos desenhados especialmente para cada cliente, a DHL Supply Chain opera em centros de distribuição dedicados, compartilhados ou na própria instalação do cliente, pelo sistema In-Plant Logistics.
Perfil da NEC - No Brasil, a NEC oferece soluções de telecomunicações e TI para operadoras, empresas e governo. A NEC também desenvolve no país projetos de computação de alto desempenho, broadcasting e identificação biométrica. Com 40 anos de experiência no mercado local, a NEC é subsidiária da NEC Corporation, uma das maiores companhias globais de tecnologia
Fonte: Fator Brasil
São Paulo - A DHL Supply Chain, líder mundial em logística, iniciou as operações de armazenagem para a NEC Brasil, provedora de soluções convergentes de redes de comunicação e tecnologia da informação.
A NEC Brasil elaborou uma concorrência para escolher a empresa responsável pela operação de armazenagem. O resultado indicou a DHL Supply Chain como o provedor com maior capacidade para o atendimento das necessidades da companhia.
Segundo o gerente de negócios da DHL Supply Chain, Márcio Barbeito, o projeto tem como principal objetivo o gerenciamento das operações logísticas e inventários da NEC Brasil, aplicando todos os conceitos de controles organizacionais.
Para Milton Hanayama, diretor de supply chain da NEC, os principais fatores que levaram a companhia a optar pela terceirização e escolher a DHL foram o foco no core business e ter um parceiro com expertise no negócio. “A DHL Supply Chain demonstrou total capacidade de expansão através da regionalização, além de ser o provedor capaz de oferecer serviços em todas as fases da cadeia logística como importação e exportação e armazenagem e transportes”, afirma.
Além disso, o executivo aponta a garantia de concessão de inventário, bem como a entrega de produtos serializados corretamente como diferenciais nos serviços proporcionados pela DHL.
O sistema WMS (Warehouse Management System), disponibilizado pela DHL, tem como principais funcionalidades: o gerenciamento inteligente das localizações versus produtos; as customizações de conceitos de picking; a consolidação automática de roteiros e ondas de separação e otimização de stagings para maximizar o uso da área de armazenagem.
O procedimento implantado pela DHL Supply Chain permite ainda o rastreamento dos números de série de cada mercadoria. “É possível a separação do produto exato que o cliente solicitou em seu pedido, inclusive pelo número de série”, explica Barbeito.
O Centro de Distribuição da DHL Supply Chain, localizado em Barueri (SP), tem 37 mil metros quadrados de área coberta e adequada para armazenar e manusear produtos de diversos segmentos, incluindo equipamentos de tecnologia.
Perfil da DHL Supply Chain - A DHL Supply Chain tem a solução ideal para a terceirização de serviços logísticos, com operações em 220 países e presente em mais de três mil localidades.
A DHL é líder de mercado em soluções logísticas integradas e faz parte do Grupo Deutsche Post, que possui três divisões de negócios no Brasil - a DHL Supply Chain, a DHL Express e a DHL Global Forwarding.
A abrangência de sua atuação garante a capacitação e a experiência global em toda a cadeia de suprimentos, somadas ao conhecimento específico de cada região onde atua. Isto garante a oferta de soluções inovadoras de alto valor agregado e comprometimento total com a segurança, a saúde e o meio ambiente.
Com processos desenhados especialmente para cada cliente, a DHL Supply Chain opera em centros de distribuição dedicados, compartilhados ou na própria instalação do cliente, pelo sistema In-Plant Logistics.
Perfil da NEC - No Brasil, a NEC oferece soluções de telecomunicações e TI para operadoras, empresas e governo. A NEC também desenvolve no país projetos de computação de alto desempenho, broadcasting e identificação biométrica. Com 40 anos de experiência no mercado local, a NEC é subsidiária da NEC Corporation, uma das maiores companhias globais de tecnologia
Fonte: Fator Brasil
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Direct Express inaugura novo hub e comemora crescimento de 50% no primeiro semestre de 2009
A logística é um fator crucial para o e-commerce. Sem ela, não existe o comércio eletrônico. A Direct Express, líder privado no segmento de entregas expressas no Brasil, nasceu para atender a demanda das lojas virtuais, além disso, já conta com participação importante nos segmentos industrial e de serviços, oferecendo soluções em logística expressa, com informações precisas e em tempo real.
A empresa, que atua tanto com entregas B2C ou B2B, tem abrangência nacional nas entregas de encomendas expressas (pacotes até 50kg, médio/alto valor agregado e com prazo entre 1 e 4 dias úteis, dependendo da localidade. Em sua carteira de clientes estão empresas como a SKy,Embratel, LG, Natura, Flores On Line, Ticketmaster (T4 F) e a B2W (detentora das marcas Americanas.com, Submarino.com e ShopTime.com).
A empresa acaba de inaugurar seu novo hub de 12.000m² em Alphaville, São Paulo, com o objetivo de ampliar sua atuação no mercado nacional e criar maior eficiência na oferta de logística integrada (armazenagem, planejamento de estoques, picking/packing), bem como a distribuição e logística reversa. Segurança, confiabilidade e rapidez na entrega são fatores fundamentais para a Direct Express.
“O comércio eletrônico B2C/B2B possui singularidades que criam demandas específicas e difíceis de serem atendidas por sistemas logísticos tradicionais. Por isso a Direct Express se destaca no cenário nacional. Nossa empresa possui inovações tecnológicas únicas, como a tecnologia WAP utilizada por nossos couriers, que nos permitem o rastreamento, monitoramento e o abastecimento de informações em tempo real”, declara Luiz Nascimento, diretor comercial da empresa.
A Direct Express conta com uma estrutura de 12 centros operacionais próprios em S.Paulo (5), São José dos Campos, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Vitória, Porto Alegre e Salvador, responsáveis por mais de 80% das entregas que lhes são confiadas, frota exclusiva com 350 veículos, entre furgões leves, vans e VUC’s, além de uma rede de 71 unidades de entrega em todo Brasil, homologadas e geridas via WEB..[Site www.directlog.com.br ]
Fonte: Fator Brasil
A empresa, que atua tanto com entregas B2C ou B2B, tem abrangência nacional nas entregas de encomendas expressas (pacotes até 50kg, médio/alto valor agregado e com prazo entre 1 e 4 dias úteis, dependendo da localidade. Em sua carteira de clientes estão empresas como a SKy,Embratel, LG, Natura, Flores On Line, Ticketmaster (T4 F) e a B2W (detentora das marcas Americanas.com, Submarino.com e ShopTime.com).
A empresa acaba de inaugurar seu novo hub de 12.000m² em Alphaville, São Paulo, com o objetivo de ampliar sua atuação no mercado nacional e criar maior eficiência na oferta de logística integrada (armazenagem, planejamento de estoques, picking/packing), bem como a distribuição e logística reversa. Segurança, confiabilidade e rapidez na entrega são fatores fundamentais para a Direct Express.
“O comércio eletrônico B2C/B2B possui singularidades que criam demandas específicas e difíceis de serem atendidas por sistemas logísticos tradicionais. Por isso a Direct Express se destaca no cenário nacional. Nossa empresa possui inovações tecnológicas únicas, como a tecnologia WAP utilizada por nossos couriers, que nos permitem o rastreamento, monitoramento e o abastecimento de informações em tempo real”, declara Luiz Nascimento, diretor comercial da empresa.
A Direct Express conta com uma estrutura de 12 centros operacionais próprios em S.Paulo (5), São José dos Campos, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Vitória, Porto Alegre e Salvador, responsáveis por mais de 80% das entregas que lhes são confiadas, frota exclusiva com 350 veículos, entre furgões leves, vans e VUC’s, além de uma rede de 71 unidades de entrega em todo Brasil, homologadas e geridas via WEB..[Site www.directlog.com.br ]
Fonte: Fator Brasil
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Meios de transporte mais verdes, procuram-se !!
Artigo de Carol Salsa
Água de lastro, derramamento de óleo, emissão de gases nocivos à saúde e efluentes a bordo, são alguns dos poluentes mais comumente avaliados neste tipo de transporte.
Os navios ao realizarem o comércio entre dois países captam água que serve como um contrapeso para a estabilidade do navio no seu regresso à origem. Esta água é conhecida como água de lastro.
Os organismos presentes nesta água têm um habitat diferente do país de origem das cargas. Uma grande embarcação pode carregar até 130 mil toneladas dessas águas de um continente para outro, por exemplo. Uma das verdadeiras pragas nos portos brasileiros tem sido a ocorrência do mexilhão dourado. O mexilhão dourado ( Limnoperna fortunei) é um bivalve da família Mytilidae de no máximo 4 cm de comprimento trazido por água de lastro. Possui uma forma larval, que é livre e, na fase adulta vive fixo a qualquer substrato duro, formando agregados e cobrindo extensas superfícies.
O mexilhão é originário dos rios da China. Foi introduzido nos estuários da foz do rio da Prata na Argentina, em 1991, através da “água de lastro” dos navios que fazem o comércio entre países asiáticos e a Argentina. O mexilhão chegou ao Pantanal, onde foi observado em 1998, incrustado nos cascos das embarcações que trafegam no sistema Paraguai-Paraná, entre Argentina e Brasil. O mexilhão entra no sistema de refrigeração dos motores das embarcações impedindo que a água circule, causa aquecimento do motor e, pode levá-lo a fundir, caso já registrado no rio Paraguai. Isto tem causado desconforto entre as comunidades e empresários, principalmente os do setor elétrico.
Temos no Brasil uma extensa rede hidrográfica e uma grande quantidade de reservatórios para a geração de energia. O prejuízo, tanto ambiental como econômico, será incalculável se medidas de controle da dispersão através de novas tecnologias não forem tomadas. O efeito das incrustações do mexilhão dourado tem sido observado em estações de captação e tratamento de água (tubulação e bombas), sistemas de resfriamento das hidrelétricas e entupimentos em tubulações em geral, aumentando o custo de manutenção na indústria e geradoras de energia elétrica.
No ambiente, o mexilhão ocupa todo o espaço que lhe for disponível e pode alterar a composição de espécies de invertebrados do ambiente aquático. Com as alterações na cadeia alimentar, a captura de certas espécies de peixe pode ser prejudicada.Problemas semelhantes ocorrem nos Estados Unidos e no Canadá, países onde o mexilhão-zebra se disseminou.
Métodos mais modernos sugerem o uso de filtros na operação de captação das águas de lastro.
Um outro problema comum é o ar que se respira na orla marítima. O ar não é tão puro como se pensa. Os poluentes emitidos por navios são responsáveis por cerca de 58 mil mortes ao ano, originando doenças como câncer e problemas no coração . Um estudo intitulado ” Environmental Science and Technology”, publicado pela revista da Sociedade Norte- Americana de Química, mostra que os três portos mais vulneráveis por intenso comércio do mundo - Xangai, Cingapura e Hong-Kong, vão sofrer grande impacto com as emissões provindas dos navios, uma vez que os poluentes não ficam restritos às áreas marítimas e sim, também, às terrestres.
Legislações ambientais adotadas em todo o mundo têm reprimido todo tipo de poluição da água, do ar e do solo. Exemplo disso é o contínuo emprego das normas ISO 9000 e ISO 14001. A Convenção Internacional MARPOL prevê que a água de estiva (estiva é a área do navio situada no fundo do casco, onde os efluentes líquidos e resíduos oleosos são recolhidos, juntamente com outros resíduos de sistemas e equipamentos em espaços de máquinas) deve ser tratada a fim de reduzir a concentração de óleo antes de ser lançada ao mar. Algumas companhias marítimas adotam o sistema de concentração de óleo antes de ser lançada ao mar somente se o teor de óleo for inferior a 15 ppm garantido por monitoramento contínua das empresas.
Os regulamentos MARPOL estabelecem que o esgoto tratado (água de descarga de banheiros e águas residuais de pias médicas) só pode ser lançado ao mar a uma distância superior a 4 milhas da costa mais próxima, enquanto a distância para o esgoto não tratado deve superior a 12 milhas.
Em algumas Companhias, a água dos navios é parcialmente fornecida por fontes externas; a maior parte é obtida diretamente a bordo, utilizando instalações de dessalinização para a produção de água potável.
Um selo que distingue uma conscientização ambiental consolidada é aquele conferido à companhia marítima que cumpre normas ambientais de prevenção de poluição do ambiente marinho, e é, na verdade, mais rigoroso do que as disposições vigentes da Convenção Internacional MARPOL. O selo conferido à empresa chama-se ” Green Star” . O ” Green Planet Award” é o selo de mais alto nível de aprovação ecológica no setor de turismo e viagens, pela gestão e pelo desempenho ecológico.
O setor demonstra uma grande evolução em conceitos ambientais e novas tecnologias para reduzir as emissões de poluentes no oceano, terra e ar.
Carol Salsa, colaboradora e articulista do EcoDebate é engenheira civil, pós-graduada em Mecânica dos Solos pela COPPE/UFRJ, Gestão Ambiental e Ecologia pela UFMG, Educação Ambiental pela FUBRA, Analista Ambiental concursada da FEAM.
Fonte: www.e-campo.com.br
Água de lastro, derramamento de óleo, emissão de gases nocivos à saúde e efluentes a bordo, são alguns dos poluentes mais comumente avaliados neste tipo de transporte.
Os navios ao realizarem o comércio entre dois países captam água que serve como um contrapeso para a estabilidade do navio no seu regresso à origem. Esta água é conhecida como água de lastro.
Os organismos presentes nesta água têm um habitat diferente do país de origem das cargas. Uma grande embarcação pode carregar até 130 mil toneladas dessas águas de um continente para outro, por exemplo. Uma das verdadeiras pragas nos portos brasileiros tem sido a ocorrência do mexilhão dourado. O mexilhão dourado ( Limnoperna fortunei) é um bivalve da família Mytilidae de no máximo 4 cm de comprimento trazido por água de lastro. Possui uma forma larval, que é livre e, na fase adulta vive fixo a qualquer substrato duro, formando agregados e cobrindo extensas superfícies.
O mexilhão é originário dos rios da China. Foi introduzido nos estuários da foz do rio da Prata na Argentina, em 1991, através da “água de lastro” dos navios que fazem o comércio entre países asiáticos e a Argentina. O mexilhão chegou ao Pantanal, onde foi observado em 1998, incrustado nos cascos das embarcações que trafegam no sistema Paraguai-Paraná, entre Argentina e Brasil. O mexilhão entra no sistema de refrigeração dos motores das embarcações impedindo que a água circule, causa aquecimento do motor e, pode levá-lo a fundir, caso já registrado no rio Paraguai. Isto tem causado desconforto entre as comunidades e empresários, principalmente os do setor elétrico.
Temos no Brasil uma extensa rede hidrográfica e uma grande quantidade de reservatórios para a geração de energia. O prejuízo, tanto ambiental como econômico, será incalculável se medidas de controle da dispersão através de novas tecnologias não forem tomadas. O efeito das incrustações do mexilhão dourado tem sido observado em estações de captação e tratamento de água (tubulação e bombas), sistemas de resfriamento das hidrelétricas e entupimentos em tubulações em geral, aumentando o custo de manutenção na indústria e geradoras de energia elétrica.
No ambiente, o mexilhão ocupa todo o espaço que lhe for disponível e pode alterar a composição de espécies de invertebrados do ambiente aquático. Com as alterações na cadeia alimentar, a captura de certas espécies de peixe pode ser prejudicada.Problemas semelhantes ocorrem nos Estados Unidos e no Canadá, países onde o mexilhão-zebra se disseminou.
Métodos mais modernos sugerem o uso de filtros na operação de captação das águas de lastro.
Um outro problema comum é o ar que se respira na orla marítima. O ar não é tão puro como se pensa. Os poluentes emitidos por navios são responsáveis por cerca de 58 mil mortes ao ano, originando doenças como câncer e problemas no coração . Um estudo intitulado ” Environmental Science and Technology”, publicado pela revista da Sociedade Norte- Americana de Química, mostra que os três portos mais vulneráveis por intenso comércio do mundo - Xangai, Cingapura e Hong-Kong, vão sofrer grande impacto com as emissões provindas dos navios, uma vez que os poluentes não ficam restritos às áreas marítimas e sim, também, às terrestres.
Legislações ambientais adotadas em todo o mundo têm reprimido todo tipo de poluição da água, do ar e do solo. Exemplo disso é o contínuo emprego das normas ISO 9000 e ISO 14001. A Convenção Internacional MARPOL prevê que a água de estiva (estiva é a área do navio situada no fundo do casco, onde os efluentes líquidos e resíduos oleosos são recolhidos, juntamente com outros resíduos de sistemas e equipamentos em espaços de máquinas) deve ser tratada a fim de reduzir a concentração de óleo antes de ser lançada ao mar. Algumas companhias marítimas adotam o sistema de concentração de óleo antes de ser lançada ao mar somente se o teor de óleo for inferior a 15 ppm garantido por monitoramento contínua das empresas.
Os regulamentos MARPOL estabelecem que o esgoto tratado (água de descarga de banheiros e águas residuais de pias médicas) só pode ser lançado ao mar a uma distância superior a 4 milhas da costa mais próxima, enquanto a distância para o esgoto não tratado deve superior a 12 milhas.
Em algumas Companhias, a água dos navios é parcialmente fornecida por fontes externas; a maior parte é obtida diretamente a bordo, utilizando instalações de dessalinização para a produção de água potável.
Um selo que distingue uma conscientização ambiental consolidada é aquele conferido à companhia marítima que cumpre normas ambientais de prevenção de poluição do ambiente marinho, e é, na verdade, mais rigoroso do que as disposições vigentes da Convenção Internacional MARPOL. O selo conferido à empresa chama-se ” Green Star” . O ” Green Planet Award” é o selo de mais alto nível de aprovação ecológica no setor de turismo e viagens, pela gestão e pelo desempenho ecológico.
O setor demonstra uma grande evolução em conceitos ambientais e novas tecnologias para reduzir as emissões de poluentes no oceano, terra e ar.
Carol Salsa, colaboradora e articulista do EcoDebate é engenheira civil, pós-graduada em Mecânica dos Solos pela COPPE/UFRJ, Gestão Ambiental e Ecologia pela UFMG, Educação Ambiental pela FUBRA, Analista Ambiental concursada da FEAM.
Fonte: www.e-campo.com.br
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
DHL lança pesquisa com perspectivas para mercado logístico
Estudo “International Trade, Express Logistics and Globalization: Part and Parcel of the Solution to Current Economic Challenges” revela panorama positivo para o setor.
São Paulo, Brasil – A DHL, empresa líder mundial em transporte e logística, em conjunto com a London School of Economics divulgou hoje estudo que mostra tendências de recuperação do comércio internacional no médio prazo para o setor logístico, devido ao aumento na proporção das transações, especialmente em termos de valor, gerado pelo setor de correio expresso aéreo.
Frank Appel, CEO do Deutsche Post DHL, disse, “O comércio é essencial para o crescimento econômico e para o desenvolvimento mundial. É estimulante observar que, no encontro mais recente do G20,, todos os governos concordaram que o comércio ajudará em curto prazo, e também que é uma parte essencial e inevitável para o desenvolvimento econômico em longo prazo. Como integradores econômicos, nosso papel é fundamental para assegurar que nossos serviços atendam às crescentes necessidades de mercados desenvolvidos e em desenvolvimento.”
O estudo “International trade, Express Logistics and Globalization: Part and Parcel of the Solution to Current Economic Challenges” (Comércio Internacional, Logística Expressa e Globalização: parte e parcela da solução para os atuais desafios econômicos) revelou que o panorama em médio prazo do comércio mundial permanece forte embora o comércio permaneça, na melhor das hipóteses, estagnado no curto prazo devido à baixa disponibilidade de crédito. Entretanto, quando o crédito se tornar largamente disponível e o comércio reagir, o estudo sugere que o retorno do comércio não beneficiará igualmente todos os países. O estudo elegeu o custo do transporte marítimo[1] e a disponibilidade dos procedimentos de revisão como dois fatores fundamentais que influenciam o potencial econômico para atrair o comércio internacional. Os resultados foram baseados em uma análise do custo e qualidade da logística no Brasil, Rússia, Índia e China (BRIC), que somam 40% da população mundial e 15% da economia mundial, além de servirem como exemplo para outras economias emergentes.
O custo do frete aéreo é relativamente constante para os países do BRIC, em comparação com o custo do transporte marítimo, que varia acentuadamente pelo mundo. Os países que fornecem logística de remessa de baixo custo são mais atraentes para as empresas que produzem geralmente produtos de valor baixo que são despachados por navio. A Índia, por exemplo, possui custos de remessa 50% mais altos que os da China, enquanto que os custos de remessa da Rússia são quatro vezes mais altos. Se a Índia conseguisse reduzir o custo de remessa para equiparar-se aos níveis chineses, seu comércio aumentaria 10%, enquanto que o comércio do Brasil e da Rússia aumentaria em 30 e 50%, respectivamente, se equiparassem aos custos de remessa da China.
O estudo mostra que os países que querem atrair empresas que utilizam remessas expressas por correio aéreo precisam não somente tentar melhorar seus custos, mas também garantir a confiabilidade e a pontualidade. Particularmente, os países em que os comerciantes podem pedir custos menores e uma revisão transparente de quaisquer decisões tomadas na base terão uma parcela maior do comércio mundial. O relatório também observa que procedimentos eficientes de revisão são absolutamente ausentes nas economias emergentes, o que oferece um desafio às transportadoras que pretendem importar ou exportar mercadorias urgentes, como produtos eletrônicos indispensáveis de alto valor. A análise chegou à conclusão de que se esses países assegurassem a disciplina e atual disponibilidade de tais revisões, a China e a Índia aumentariam o comércio em 20%, o Brasil e a Rússia em 30% durante a recuperação pós-crise.
“Os custos de transporte e logística, em particular, superam os impostos no que diz respeito às maiores barreiras ao comércio em uma proporção de 9:1. O estudo demonstra que os países que buscam ficar à frente da próxima tendência de globalização precisam avaliar seu próprio desempenho em comparação com as melhores práticas mundiais. As economias emergentes que dependem da exportação podem aprimorar suas condições de comércio para fortalecer seus níveis de comércio internacional quando a economia se recuperar", disse Frank Appel, CEO do Deutsche Post DHL.
Empresas de logística e recuperação econômica na Ásia - Devido ao papel central da logística no comércio internacional, o estudo postula que as empresas desse setor desempenham uma função primordial na sustentação da recuperação econômica. Como o setor investe muito em ativos, com a aquisição de aviões, navios e veículos, os custos da logística flutuam significativamente com a demanda. Consequentemente, durante a crise econômica, os custos de logística diminuíram substancialmente, ajudando a aliviar o impacto total da crise para os negócios envolvidos em comércio internacional.
Da mesma forma, as empresas de logística desempenham um importante papel no aumento da atratividade da Ásia como local para fazer negócios. Com o rápido crescimento do poder aquisitivo asiático, as empresas de logística permanecem bem estabelecidas na região, reconhecendo seu papel estratégico. Como os serviços de logística são amplamente disponíveis, isso ajudará os países na região a enfrentarem a crise econômica e estarem bem posicionados para a recuperação.
Crescimento do setor de correio expresso aéreo - Olhando mais adiante, o estudo prevê que o setor de correio expresso aéreo continuará a crescer proporcionalmente à recuperação no volume de crescimento de comércio e elege três principais áreas de potencial expansão para o setor: a crescente demanda por serviços na indústria de saúde, a demanda por transferência de documentos no setor de serviços internacionais e a demanda por peças de reposição para equipamentos, pois o cenário econômico tende a buscar mais atualizações e reparos do que substituições.
“O correio expresso aéreo continua a ser um setor importante e de rápido crescimento. O valor do comércio internacional aumentou 16x nos últimos 50 anos, amplamente dominado por mercadorias urgentes, de alto valor que exigem entregas pontuais. Nos últimos anos, as remessas aéreas cresceram mais que o dobro comparado aos fretes marítimos ao longo dos últimos 30 anos”, disse Appel. “A entrada pioneira do Deutsche Post DHL nos mercados emergentes da região Ásia-Pacífico, como China e Índia nos ajudará a nos preparar para a recuperação. Seja por meio de entregas aéreas urgentes ou fornecendo suporte em nossas soluções para cadeia de suprimentos, o setor de logística se tornará essencial como elemento integrador na geração do crescimento econômico pós-crise,” adicionou.
Perfil: A DHL é líder no mercado global de logística e entrega expressa internacional, especializada em fornecer soluções inovadoras e personalizadas a seus clientes.
A DHL oferece serviços e experiência em frete expresso, aéreo e marítimo, transporte terrestre, soluções de logística, bem como serviços postais internacionais, aliados à cobertura mundial e profundo conhecimento dos mercados locais. A rede internacional da DHL conecta mais de 225 países e territórios no mundo todo. Mais de 310 mil funcionários se dedicam a prestar serviços com agilidade e confiança que superam as expectativas dos clientes. [www.dhl.com]
Fonte: Fator Brasil
São Paulo, Brasil – A DHL, empresa líder mundial em transporte e logística, em conjunto com a London School of Economics divulgou hoje estudo que mostra tendências de recuperação do comércio internacional no médio prazo para o setor logístico, devido ao aumento na proporção das transações, especialmente em termos de valor, gerado pelo setor de correio expresso aéreo.
Frank Appel, CEO do Deutsche Post DHL, disse, “O comércio é essencial para o crescimento econômico e para o desenvolvimento mundial. É estimulante observar que, no encontro mais recente do G20,, todos os governos concordaram que o comércio ajudará em curto prazo, e também que é uma parte essencial e inevitável para o desenvolvimento econômico em longo prazo. Como integradores econômicos, nosso papel é fundamental para assegurar que nossos serviços atendam às crescentes necessidades de mercados desenvolvidos e em desenvolvimento.”
O estudo “International trade, Express Logistics and Globalization: Part and Parcel of the Solution to Current Economic Challenges” (Comércio Internacional, Logística Expressa e Globalização: parte e parcela da solução para os atuais desafios econômicos) revelou que o panorama em médio prazo do comércio mundial permanece forte embora o comércio permaneça, na melhor das hipóteses, estagnado no curto prazo devido à baixa disponibilidade de crédito. Entretanto, quando o crédito se tornar largamente disponível e o comércio reagir, o estudo sugere que o retorno do comércio não beneficiará igualmente todos os países. O estudo elegeu o custo do transporte marítimo[1] e a disponibilidade dos procedimentos de revisão como dois fatores fundamentais que influenciam o potencial econômico para atrair o comércio internacional. Os resultados foram baseados em uma análise do custo e qualidade da logística no Brasil, Rússia, Índia e China (BRIC), que somam 40% da população mundial e 15% da economia mundial, além de servirem como exemplo para outras economias emergentes.
O custo do frete aéreo é relativamente constante para os países do BRIC, em comparação com o custo do transporte marítimo, que varia acentuadamente pelo mundo. Os países que fornecem logística de remessa de baixo custo são mais atraentes para as empresas que produzem geralmente produtos de valor baixo que são despachados por navio. A Índia, por exemplo, possui custos de remessa 50% mais altos que os da China, enquanto que os custos de remessa da Rússia são quatro vezes mais altos. Se a Índia conseguisse reduzir o custo de remessa para equiparar-se aos níveis chineses, seu comércio aumentaria 10%, enquanto que o comércio do Brasil e da Rússia aumentaria em 30 e 50%, respectivamente, se equiparassem aos custos de remessa da China.
O estudo mostra que os países que querem atrair empresas que utilizam remessas expressas por correio aéreo precisam não somente tentar melhorar seus custos, mas também garantir a confiabilidade e a pontualidade. Particularmente, os países em que os comerciantes podem pedir custos menores e uma revisão transparente de quaisquer decisões tomadas na base terão uma parcela maior do comércio mundial. O relatório também observa que procedimentos eficientes de revisão são absolutamente ausentes nas economias emergentes, o que oferece um desafio às transportadoras que pretendem importar ou exportar mercadorias urgentes, como produtos eletrônicos indispensáveis de alto valor. A análise chegou à conclusão de que se esses países assegurassem a disciplina e atual disponibilidade de tais revisões, a China e a Índia aumentariam o comércio em 20%, o Brasil e a Rússia em 30% durante a recuperação pós-crise.
“Os custos de transporte e logística, em particular, superam os impostos no que diz respeito às maiores barreiras ao comércio em uma proporção de 9:1. O estudo demonstra que os países que buscam ficar à frente da próxima tendência de globalização precisam avaliar seu próprio desempenho em comparação com as melhores práticas mundiais. As economias emergentes que dependem da exportação podem aprimorar suas condições de comércio para fortalecer seus níveis de comércio internacional quando a economia se recuperar", disse Frank Appel, CEO do Deutsche Post DHL.
Empresas de logística e recuperação econômica na Ásia - Devido ao papel central da logística no comércio internacional, o estudo postula que as empresas desse setor desempenham uma função primordial na sustentação da recuperação econômica. Como o setor investe muito em ativos, com a aquisição de aviões, navios e veículos, os custos da logística flutuam significativamente com a demanda. Consequentemente, durante a crise econômica, os custos de logística diminuíram substancialmente, ajudando a aliviar o impacto total da crise para os negócios envolvidos em comércio internacional.
Da mesma forma, as empresas de logística desempenham um importante papel no aumento da atratividade da Ásia como local para fazer negócios. Com o rápido crescimento do poder aquisitivo asiático, as empresas de logística permanecem bem estabelecidas na região, reconhecendo seu papel estratégico. Como os serviços de logística são amplamente disponíveis, isso ajudará os países na região a enfrentarem a crise econômica e estarem bem posicionados para a recuperação.
Crescimento do setor de correio expresso aéreo - Olhando mais adiante, o estudo prevê que o setor de correio expresso aéreo continuará a crescer proporcionalmente à recuperação no volume de crescimento de comércio e elege três principais áreas de potencial expansão para o setor: a crescente demanda por serviços na indústria de saúde, a demanda por transferência de documentos no setor de serviços internacionais e a demanda por peças de reposição para equipamentos, pois o cenário econômico tende a buscar mais atualizações e reparos do que substituições.
“O correio expresso aéreo continua a ser um setor importante e de rápido crescimento. O valor do comércio internacional aumentou 16x nos últimos 50 anos, amplamente dominado por mercadorias urgentes, de alto valor que exigem entregas pontuais. Nos últimos anos, as remessas aéreas cresceram mais que o dobro comparado aos fretes marítimos ao longo dos últimos 30 anos”, disse Appel. “A entrada pioneira do Deutsche Post DHL nos mercados emergentes da região Ásia-Pacífico, como China e Índia nos ajudará a nos preparar para a recuperação. Seja por meio de entregas aéreas urgentes ou fornecendo suporte em nossas soluções para cadeia de suprimentos, o setor de logística se tornará essencial como elemento integrador na geração do crescimento econômico pós-crise,” adicionou.
Perfil: A DHL é líder no mercado global de logística e entrega expressa internacional, especializada em fornecer soluções inovadoras e personalizadas a seus clientes.
A DHL oferece serviços e experiência em frete expresso, aéreo e marítimo, transporte terrestre, soluções de logística, bem como serviços postais internacionais, aliados à cobertura mundial e profundo conhecimento dos mercados locais. A rede internacional da DHL conecta mais de 225 países e territórios no mundo todo. Mais de 310 mil funcionários se dedicam a prestar serviços com agilidade e confiança que superam as expectativas dos clientes. [www.dhl.com]
Fonte: Fator Brasil
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Center Cargo faz logística de produtos farmacêuticos
A Center Cargo é uma das poucas empresas habilitadas a efetuar o transporte de insumos e medicamentos que envolve medidas e investimentos especiais para garantir a qualidade dos produtos.
Transportar e monitorar os produtos que chegam as farmácias, hospitais, e consequentemente aos consumidores, é de extrema importância para garantir a qualidade e o bem estar das pessoas.
A Center Cargo, que há quase 20 anos atua em logística e transporte nacional e internacional de cargas, é uma das poucas empresas habilitadas pela ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária – para transportar medicamentos controlados, insumos e equipamentos médico hospitalares.
O transporte de produtos e insumos requer uma condição especial de temperatura, que deve ser controlada e monitorada durante toda a cadeia logística. Desde o centro de distribuição são necessárias medidas especiais e este controle evita perdas e prejuízos às indústrias, além de evitar o transporte inadequado durante o processo.
“Para que a empresa seja habilitada a transportar os produtos ela deve cumprir algumas regras impostas pela ANVISA e pelo Ministério da Agricultura que são órgãos extremamente rígidos. A Center Cargo investiu em tecnologia, capacitação profissional, equipamentos, frota de veículos inspecionada regularmente, além de obter o laudo da CETESB – Companhia Ambiental do Estado de São Paulo”, afirma Jair Pereira, Diretor da Center Cargo.
Além da estrutura e profissionais gabaritados que garantem a eficácia no transporte, a empresa conta com dois farmacêuticos Full-Time, dentro das filiais de São Paulo e Anápolis, em Goiás que devem ficar atentos a todas as leis e regras impostas, além de monitorar a carga junto aos fornecedores para evitar qualquer tipo de irregularidade. “A Center Cargo oferece todo o know-how necessário para o transporte de produtos farmacêuticos e equipamentos médico hospitalares, contando com uma equipe de profissionais especializados no acompanhamento de todo o processo logístico, e agilidade em todos os órgãos anuentes”, conclui Jair.
Center Cargo: É uma empresa de logística que há quase 20 anos desenvolve gerenciamento técnico e administrativo no transporte de cargas. A empresa fornece total apoio no controle alfandegário, consolidação, além do acompanhamento integral do processo logístico 24 horas em todo território nacional e internacional, seja por mar, terra ou ar. Desta forma, a Center Cargo possibilita um total controle sobre a mercadoria, garantindo agilidade e segurança para o cliente. Transporte aéreo, marítimo, rodoviário, desembaraço aduaneiro, transporte de perecíveis, produtos farmacêuticos e hospitalares, fretamento, entre outros serviços são prestados pela Center Cargo através de 17 filiais espalhadas por todo Brasil, além de 2 no exterior, concentradas no Chile e Estados Unidos. [www.centercargo.com.br]
Fonte: Fator Brasil
Transportar e monitorar os produtos que chegam as farmácias, hospitais, e consequentemente aos consumidores, é de extrema importância para garantir a qualidade e o bem estar das pessoas.
A Center Cargo, que há quase 20 anos atua em logística e transporte nacional e internacional de cargas, é uma das poucas empresas habilitadas pela ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária – para transportar medicamentos controlados, insumos e equipamentos médico hospitalares.
O transporte de produtos e insumos requer uma condição especial de temperatura, que deve ser controlada e monitorada durante toda a cadeia logística. Desde o centro de distribuição são necessárias medidas especiais e este controle evita perdas e prejuízos às indústrias, além de evitar o transporte inadequado durante o processo.
“Para que a empresa seja habilitada a transportar os produtos ela deve cumprir algumas regras impostas pela ANVISA e pelo Ministério da Agricultura que são órgãos extremamente rígidos. A Center Cargo investiu em tecnologia, capacitação profissional, equipamentos, frota de veículos inspecionada regularmente, além de obter o laudo da CETESB – Companhia Ambiental do Estado de São Paulo”, afirma Jair Pereira, Diretor da Center Cargo.
Além da estrutura e profissionais gabaritados que garantem a eficácia no transporte, a empresa conta com dois farmacêuticos Full-Time, dentro das filiais de São Paulo e Anápolis, em Goiás que devem ficar atentos a todas as leis e regras impostas, além de monitorar a carga junto aos fornecedores para evitar qualquer tipo de irregularidade. “A Center Cargo oferece todo o know-how necessário para o transporte de produtos farmacêuticos e equipamentos médico hospitalares, contando com uma equipe de profissionais especializados no acompanhamento de todo o processo logístico, e agilidade em todos os órgãos anuentes”, conclui Jair.
Center Cargo: É uma empresa de logística que há quase 20 anos desenvolve gerenciamento técnico e administrativo no transporte de cargas. A empresa fornece total apoio no controle alfandegário, consolidação, além do acompanhamento integral do processo logístico 24 horas em todo território nacional e internacional, seja por mar, terra ou ar. Desta forma, a Center Cargo possibilita um total controle sobre a mercadoria, garantindo agilidade e segurança para o cliente. Transporte aéreo, marítimo, rodoviário, desembaraço aduaneiro, transporte de perecíveis, produtos farmacêuticos e hospitalares, fretamento, entre outros serviços são prestados pela Center Cargo através de 17 filiais espalhadas por todo Brasil, além de 2 no exterior, concentradas no Chile e Estados Unidos. [www.centercargo.com.br]
Fonte: Fator Brasil
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
FCA fecha novo contrato para transporte de açúcar
Da redação - A FCA (Ferrovia Centro-Atlântica) anuncia um novo contrato para transporte de açúcar. A empresa fechou acordo com a ED&F Man, que atua no comércio internacional de commodities, para transportar 1,8 milhão de toneladas do produto nos próximo cinco anos.
Operação - A operação da FCA para o novo cliente foi iniciada nesta semana. O embarque da carga para o Porto de Santos é feito a partir do terminal de Aguaí (SP), administrado pela Matosul, empresa operadora de terminais e armazéns, estrutura que conta com dois armazéns com 50 mil toneladas de capacidade cada e taxa de embarque e desembarque da ordem de 3,5 mil toneladas de açúcar por dia.
Somente para o novo contrato, a FCA está modernizando 150 vagões de sua frota, que passarão a circular já nas próximas semanas, e realizando melhorias em alguns trechos de sua malha ferroviária. A companhia ferroviária, controlada pela Vale, espera incrementar ainda mais a participação do açúcar em sua receita, já que o cliente não fazia parte do seu portfólio.
A FCA movimentou 904 mil toneladas de açúcar em 2008. Somente no primeiro semestre de 2009, a companhia transportou 645 mil toneladas do produto – quase 90% a mais em relação ao mesmo período do ano passado.
Fonte: Canaldotransporte
Operação - A operação da FCA para o novo cliente foi iniciada nesta semana. O embarque da carga para o Porto de Santos é feito a partir do terminal de Aguaí (SP), administrado pela Matosul, empresa operadora de terminais e armazéns, estrutura que conta com dois armazéns com 50 mil toneladas de capacidade cada e taxa de embarque e desembarque da ordem de 3,5 mil toneladas de açúcar por dia.
Somente para o novo contrato, a FCA está modernizando 150 vagões de sua frota, que passarão a circular já nas próximas semanas, e realizando melhorias em alguns trechos de sua malha ferroviária. A companhia ferroviária, controlada pela Vale, espera incrementar ainda mais a participação do açúcar em sua receita, já que o cliente não fazia parte do seu portfólio.
A FCA movimentou 904 mil toneladas de açúcar em 2008. Somente no primeiro semestre de 2009, a companhia transportou 645 mil toneladas do produto – quase 90% a mais em relação ao mesmo período do ano passado.
Fonte: Canaldotransporte
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