São Paulo, Brasil -. A DHL Express, empresa líder mundial de serviços expressos e de logística, apontou acréscimo de 35% no volume diário de remessas expressas desde o início da greve dos Correios, em 16 de setembro. A empresa anotou também crescimento de 80% na quantidade de ligações na Central de Atendimento ao Cliente com aumento de 50% em solicitações de coleta via atendimento ao cliente neste período.
A DHL Express trabalha com modelos de contingência que permitem a escalação de operações adicionais para atender demandas excedentes geradas pelo cenário atual, com soluções customizadas de entregas porta a porta. Há mais de 30 anos no Brasil, a DHL Express está presente em mais de 225 países e 120 mil destinos em todo o mundo. Além disso, possui uma das maiores coberturas do país, atendendo 1.515 cidades, que representam mais de 90% do PIB nacional.
Perfil: A DHL é líder no mercado global de logística e entrega expressa internacional, especializada em fornecer soluções inovadoras e personalizadas a seus clientes.
A DHL oferece serviços e experiência em frete expresso, aéreo e marítimo, transporte terrestre, soluções de logística, bem como serviços postais internacionais, aliados à cobertura mundial e profundo conhecimento dos mercados locais. A rede internacional da DHL conecta mais de 225 países e territórios no mundo todo. Mais de 310 mil funcionários se dedicam a prestar serviços com agilidade e confiança que superam as expectativas dos clientes.
A DHL faz parte da Deutsche Post DHL. O Grupo teve uma receita de mais de 54 bilhões de euros em 2008. [ http://www.dhl.com ]
Fonte: Fator Brasil
BLOG COM FINALIDADE DE ACOMPANHAR E COMPARTILHAR ASSUNTOS LOGÍSTICOS.
sábado, 26 de setembro de 2009
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Como reduzir perdas entre a fábrica e o cliente
A história é verídica e muito mais comum do que se imagina. Há alguns anos, uma multinacional tentava descobrir porque algumas pás eólicas que importava do Brasil não chegavam em perfeitas condições ao seu destino, em Houston, nos Estados Unidos. A operação logística estava inteiramente de acordo com as normas: o produto saía com qualidade da fábrica, no interior de São Paulo, era movimentado e acondicionado da forma correta e transportado com o máximo cuidado até o porto de Santos, com o veículo em baixa velocidade para evitar trepidações. Isso porque, ao contrário do que pode parecer pelo tamanho da peça, uma pá eólica é confeccionada com materiais muito sensíveis e um leve esbarrão pode danificar sua estrutura e seu funcionamento.
O importador decidiu aplicar um registrador de impactos em cada pá. Trata-se de um equipamento que grava as condições em que a carga é transportada, ao longo de todo o seu trajeto. E foi ele quem apontou o vilão da história: um simples buraco de rua na cidade de Santos! Toda vez que a carreta passava pelo buraco, aparentemente inofensivo, a pequena trepidação era suficiente para alterar o desempenho do produto recebido nos Estados Unidos. Buraco tapado, problema resolvido.
Este é apenas um dos muitos casos que ocorrem diariamente e que geram perdas significativas para as empresas. E também representam riscos para as pessoas que consomem, sem perceber, produtos em más condições, quando estes escapam das normas recomendadas pelos fabricantes durante o percurso até o ponto de venda.
Evidentemente, as indústrias e operadores logísticos procuram evitar perdas de diversas formas: usando desde embalagens especiais até caminhões com temperaturas controladas. Porém, basta um descuido humano ou um ponto falho a qualquer momento e toda essa segurança pode ir por água abaixo. Por isso, em alguns segmentos, é fundamental monitorar as condições em que a carga é movimentada e transportada ao longo de toda a cadeia logística.
É o caso dos setores de alimentos, farmacêutico e de eletro-eletrônicos. Por exemplo, uma caixa de verduras pode ser acondicionada e transportada na temperatura adequada, mas alguns instantes fora dessas condições, durante as transferências entre um ambiente e outro, podem ser suficientes para que se forme uma cultura de contaminação. Essa falha só será descoberta se o produto contar com um indicador ou um registrador de temperatura. A diferença entre os dois equipamentos: o indicador mostra se a mercadoria ficou exposta a uma temperatura inadequada em algum momento; e o registrado aponta qual foi esse momento.
O mesmo acontece com bolsas de sangue ou com vacinas, que podem perder sua eficácia se não forem mantidas o tempo todo nas condições ideais. Já na cadeia de eletrodomésticos, as redes de varejo não aceitam comercializar um produto que chegue com um arranhão provocado por um movimento brusco. Esse é um caso para um registrador de impacto identificar em que momento ocorreu e quem provocou o dano. E assim é possível corrigir o manuseio e estabelecer um procedimento ideal.
O mesmo vale para os fabricantes de geradores de energia, transformadores, caixas automáticos de bancos e até turbinas. Esse monitoramento de impactos é importante para assegurar o pleno funcionamento dos seus componentes.
E na chamada cadeia do frio, os indicadores e registradores de temperatura e umidade são até mais eficientes que os aparelhos de rádio-frequência, pelos seguintes motivos: são resistentes a baixas temperaturas, porque não utilizam baterias; custam muito menos e registram as variações ambientais ao longo de todo o ciclo de armazenagem, movimentação e transporte.
Em todas essas situações, porém, o fator humano é o crucial. "As pessoas que atuam ao longo da cadeia logística precisam estar muito bem treinadas e conscientes do seu papel para que essas pequenas falhas deixem de gerar grandes perdas", diz Afonso Moreira, diretor da AHM Solution, que faz esses treinamentos, depois de aplicar os indicadores e registradores de impactos, temperatura, umidade ou inclinação, que mostram onde estão os erros e o que precisa ser corrigido. A empresa é representante na América do Sul de equipamentos exclusivos para essas finalidades.
http://www.ahmsolution.com.br/
FONTE: Fator Brasil
O importador decidiu aplicar um registrador de impactos em cada pá. Trata-se de um equipamento que grava as condições em que a carga é transportada, ao longo de todo o seu trajeto. E foi ele quem apontou o vilão da história: um simples buraco de rua na cidade de Santos! Toda vez que a carreta passava pelo buraco, aparentemente inofensivo, a pequena trepidação era suficiente para alterar o desempenho do produto recebido nos Estados Unidos. Buraco tapado, problema resolvido.
Este é apenas um dos muitos casos que ocorrem diariamente e que geram perdas significativas para as empresas. E também representam riscos para as pessoas que consomem, sem perceber, produtos em más condições, quando estes escapam das normas recomendadas pelos fabricantes durante o percurso até o ponto de venda.
Evidentemente, as indústrias e operadores logísticos procuram evitar perdas de diversas formas: usando desde embalagens especiais até caminhões com temperaturas controladas. Porém, basta um descuido humano ou um ponto falho a qualquer momento e toda essa segurança pode ir por água abaixo. Por isso, em alguns segmentos, é fundamental monitorar as condições em que a carga é movimentada e transportada ao longo de toda a cadeia logística.
É o caso dos setores de alimentos, farmacêutico e de eletro-eletrônicos. Por exemplo, uma caixa de verduras pode ser acondicionada e transportada na temperatura adequada, mas alguns instantes fora dessas condições, durante as transferências entre um ambiente e outro, podem ser suficientes para que se forme uma cultura de contaminação. Essa falha só será descoberta se o produto contar com um indicador ou um registrador de temperatura. A diferença entre os dois equipamentos: o indicador mostra se a mercadoria ficou exposta a uma temperatura inadequada em algum momento; e o registrado aponta qual foi esse momento.
O mesmo acontece com bolsas de sangue ou com vacinas, que podem perder sua eficácia se não forem mantidas o tempo todo nas condições ideais. Já na cadeia de eletrodomésticos, as redes de varejo não aceitam comercializar um produto que chegue com um arranhão provocado por um movimento brusco. Esse é um caso para um registrador de impacto identificar em que momento ocorreu e quem provocou o dano. E assim é possível corrigir o manuseio e estabelecer um procedimento ideal.
O mesmo vale para os fabricantes de geradores de energia, transformadores, caixas automáticos de bancos e até turbinas. Esse monitoramento de impactos é importante para assegurar o pleno funcionamento dos seus componentes.
E na chamada cadeia do frio, os indicadores e registradores de temperatura e umidade são até mais eficientes que os aparelhos de rádio-frequência, pelos seguintes motivos: são resistentes a baixas temperaturas, porque não utilizam baterias; custam muito menos e registram as variações ambientais ao longo de todo o ciclo de armazenagem, movimentação e transporte.
Em todas essas situações, porém, o fator humano é o crucial. "As pessoas que atuam ao longo da cadeia logística precisam estar muito bem treinadas e conscientes do seu papel para que essas pequenas falhas deixem de gerar grandes perdas", diz Afonso Moreira, diretor da AHM Solution, que faz esses treinamentos, depois de aplicar os indicadores e registradores de impactos, temperatura, umidade ou inclinação, que mostram onde estão os erros e o que precisa ser corrigido. A empresa é representante na América do Sul de equipamentos exclusivos para essas finalidades.
http://www.ahmsolution.com.br/
FONTE: Fator Brasil
Alcoolduto vai tirar 1,6 mil caminhões das rodovias
O projeto é do grupo Uniduto Logística, que representa 88 usinas de etanol de São Paulo, responsáveis por um terço da produção nacional. A estrutura terá 570 quilômetros, ligando as principais regiões produtoras de São Paulo com a capital e o litoral, de onde seguirá o álcool para a exportação.
O investimento é de US$ 1 bilhão e vai possibilitar o transporte de 17 bilhões de litros de álcool por ano. Com o início do funcionamento do álcoolduto, serão retirados das estradas 1,6 mil caminhões de carroceria dupla, conhecidos como bi-trem, segundo o presidente da Uniduto, Sergio Van Klaveren.
"Todo o transporte de etanol, que hoje é feito 95% por rodovias, deve passar para as dutovias, hidrovias e ferrovias. O álcool vai se beneficiar de um momento de crescimento, com uma mudança completa da matriz de transporte. A economia inicial no preço do produto será de 25%", disse hoje (22) Klaveren, durante a 7a Rio Pipe Line, feira que reúne até o dia 24 as maiores empresas brasileiras e mundiais em transporte por dutos, principalmente nas áreas de petróleo e gás.
De acordo com o presidente da Uniduto, a tendência é aumentar a participação do Brasil neste modal, que atualmente possui 20 mil quilômetros (km) de dutos, incluindo um gasoduto, um oleoduto e um minerioduto, contra 820 mil km dos Estados Unidos e cerca de 300 mil km da Rússia. Klaveren calcula que a economia com o óleo diesel que deixará de ser utilizado pelos caminhões chegue a 85 milhões de litros por ano.
Além disso, segundo ele, a retirada de circulação dos veículos pesados vai contribuir para a manutenção das estradas e a redução do número de acidentes. O início das obras do duto está previsto para meados de 2010. A Petrobras também planeja operar um alcoolduto, que se estenderá desde regiões produtoras em Goiás até o litoral do Rio de Janeiro, passando pelo estado de São Paulo.
Segundo a assessoria da estatal, o projeto que chegou a ser cogitado para entrar em operação ainda este ano, não tem prazo definido para o início das obras por questões de amadurecimento de mercado e a concessão de licenças ambientais.
FONTE: Agênciabrasil
O investimento é de US$ 1 bilhão e vai possibilitar o transporte de 17 bilhões de litros de álcool por ano. Com o início do funcionamento do álcoolduto, serão retirados das estradas 1,6 mil caminhões de carroceria dupla, conhecidos como bi-trem, segundo o presidente da Uniduto, Sergio Van Klaveren.
"Todo o transporte de etanol, que hoje é feito 95% por rodovias, deve passar para as dutovias, hidrovias e ferrovias. O álcool vai se beneficiar de um momento de crescimento, com uma mudança completa da matriz de transporte. A economia inicial no preço do produto será de 25%", disse hoje (22) Klaveren, durante a 7a Rio Pipe Line, feira que reúne até o dia 24 as maiores empresas brasileiras e mundiais em transporte por dutos, principalmente nas áreas de petróleo e gás.
De acordo com o presidente da Uniduto, a tendência é aumentar a participação do Brasil neste modal, que atualmente possui 20 mil quilômetros (km) de dutos, incluindo um gasoduto, um oleoduto e um minerioduto, contra 820 mil km dos Estados Unidos e cerca de 300 mil km da Rússia. Klaveren calcula que a economia com o óleo diesel que deixará de ser utilizado pelos caminhões chegue a 85 milhões de litros por ano.
Além disso, segundo ele, a retirada de circulação dos veículos pesados vai contribuir para a manutenção das estradas e a redução do número de acidentes. O início das obras do duto está previsto para meados de 2010. A Petrobras também planeja operar um alcoolduto, que se estenderá desde regiões produtoras em Goiás até o litoral do Rio de Janeiro, passando pelo estado de São Paulo.
Segundo a assessoria da estatal, o projeto que chegou a ser cogitado para entrar em operação ainda este ano, não tem prazo definido para o início das obras por questões de amadurecimento de mercado e a concessão de licenças ambientais.
FONTE: Agênciabrasil
Governo quer estabelecer limite de horas de trabalho para caminhoneiros, diz ministro
Rio de Janeiro - A fixação de um limite de horas de trabalho para os caminhoneiros é um dos temas que podem fazer parte do novo Código de Trânsito Brasileiro (CTB), disse hoje (24), no Rio, o ministro das Cidades, Márcio Fortes. Ele participou de mesa-redonda, cujo tema era Educação no Trânsito: uma questão de cidadania, promovida por dois jornais cariocas.
“O caminhoneiro autônomo, sobretudo, acha que é super-homem, quer fazer viagem o dia inteiro para lá e para cá, andar na estrada com aqueles caminhões articulados de um estado para o outro. E esquece que o corpo humano tem limites. Em determinado momento, ele pode estar fatigado, perde a sua capacidade de reação e isso leva a acidentes”, afirmou Fortes.
A ideia, adiantou, é a de haja controle da jornada de trabalho dos caminhoneiros, fazendo com que cada etapa da viagem tenha no máximo quatro horas. Com isso, o motorista será obrigado a descansar meia hora antes de seguir o trajeto. “Então, a cada dia, ele terá, necessariamente, um período de descanso de dez horas e meia, pelo menos. Isso fará com que haja menos risco de o motorista vir a matar ou morrer”.
Entre outras propostas previstas para a reforma do CTB, antecipou Fortes, está a identificar o real infrator para que os pontos perdidos sejam efetivamente incluídos na carteira do responsável pelos acidentes e não na dos proprietários dos veículos. As exceções continuarão sendo os casos de pais e filhos e esposos e esposas, salientou. A intenção do ministério é coibir fraudes e dificultar esse tipo de situação.
Além da definição da localização das motocicletas no trânsito, para evitar acidentes, Fortes disse que deverá ser discutido to valor das multas, que está defasado.
Os estudos que estão sendo efetuados pelo comitê do Ministério das Cidades sobre os tópicos sujeitos à reforma no Código de Trânsito Brasileiro ajudarão os trabalhos em andamento no Congresso sobre essa matéria. O objetivo, ressaltou Fortes, é acelerar o encaminhamento e a decisão sobre vários pontos que necessitam de revisão.
“Já identificamos vários pontos e fizemos contato com a deputada Rita Camata, que é a relatora do conjunto de projetos que estão na Câmara. Estamos agora avaliando outros pontos que ainda não foram incorporados pela relatora”, acrescentou o ministro.
Amanhã (25), encerra-se a Semana Nacional de Trânsito, iniciada no último dia 18. A campanha de educação e segurança no trânsito organizada pelo Ministério das Cidades para a conscientização da população sobre a importância do respeito à lei conta com R$ 120 milhões para os próximos 12 meses. Os recursos são oriundos de multas e do Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (DPVAT).
O ministro enfatizou ainda a necessidade de as pessoas, além de respeitar a lei, terem um comportamento adequado no trânsito, “Muitas vezes, ele [o comportamento indequado] é gerador de brigas, que levam a situações até de assassinato. Então, não é só o trânsito que cria problemas, que mata, que fere. São as brigas oriundas do mau comportamento no trânsito”.
Fonte: Agenciabrasil
“O caminhoneiro autônomo, sobretudo, acha que é super-homem, quer fazer viagem o dia inteiro para lá e para cá, andar na estrada com aqueles caminhões articulados de um estado para o outro. E esquece que o corpo humano tem limites. Em determinado momento, ele pode estar fatigado, perde a sua capacidade de reação e isso leva a acidentes”, afirmou Fortes.
A ideia, adiantou, é a de haja controle da jornada de trabalho dos caminhoneiros, fazendo com que cada etapa da viagem tenha no máximo quatro horas. Com isso, o motorista será obrigado a descansar meia hora antes de seguir o trajeto. “Então, a cada dia, ele terá, necessariamente, um período de descanso de dez horas e meia, pelo menos. Isso fará com que haja menos risco de o motorista vir a matar ou morrer”.
Entre outras propostas previstas para a reforma do CTB, antecipou Fortes, está a identificar o real infrator para que os pontos perdidos sejam efetivamente incluídos na carteira do responsável pelos acidentes e não na dos proprietários dos veículos. As exceções continuarão sendo os casos de pais e filhos e esposos e esposas, salientou. A intenção do ministério é coibir fraudes e dificultar esse tipo de situação.
Além da definição da localização das motocicletas no trânsito, para evitar acidentes, Fortes disse que deverá ser discutido to valor das multas, que está defasado.
Os estudos que estão sendo efetuados pelo comitê do Ministério das Cidades sobre os tópicos sujeitos à reforma no Código de Trânsito Brasileiro ajudarão os trabalhos em andamento no Congresso sobre essa matéria. O objetivo, ressaltou Fortes, é acelerar o encaminhamento e a decisão sobre vários pontos que necessitam de revisão.
“Já identificamos vários pontos e fizemos contato com a deputada Rita Camata, que é a relatora do conjunto de projetos que estão na Câmara. Estamos agora avaliando outros pontos que ainda não foram incorporados pela relatora”, acrescentou o ministro.
Amanhã (25), encerra-se a Semana Nacional de Trânsito, iniciada no último dia 18. A campanha de educação e segurança no trânsito organizada pelo Ministério das Cidades para a conscientização da população sobre a importância do respeito à lei conta com R$ 120 milhões para os próximos 12 meses. Os recursos são oriundos de multas e do Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (DPVAT).
O ministro enfatizou ainda a necessidade de as pessoas, além de respeitar a lei, terem um comportamento adequado no trânsito, “Muitas vezes, ele [o comportamento indequado] é gerador de brigas, que levam a situações até de assassinato. Então, não é só o trânsito que cria problemas, que mata, que fere. São as brigas oriundas do mau comportamento no trânsito”.
Fonte: Agenciabrasil
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Pósitron marca presença na Fenatran 2009 com soluções para segurança, telemetria e gestão de frota
A unidade de Rastreamento da Pósitron, marca da PST Electronics e fornecedora de serviço de monitoração e rastreamento para transporte, logística ou segurança, estará presente na 17ª edição da Fenatran - Salão Internacional do Transporte. Na feira, a empresa vai expor soluções inéditas por meio de convergência tecnológica, que resultam em segurança para carga e casco, telemetria e gestão de frota.
Um dos grandes diferenciais da empresa é operar de forma verticalizada desde o desenvolvimento do hardware, firmware, software até a prestação de serviço de monitoração. A companhia também se destaca por sua capacidade de customização e de desenvolvimento ágil e flexível de projetos, contando com estrutura própria de engenharia local.
A empresa vai mostrar ainda outros itens de seu portfólio, como o alarme Cyber TX, que atende veículos pesados, e a linha Pósitron Digital Audio. A Fenatran estará aberta ao público de 26 a 30 de outubro, em São Paulo.
A PST Electronics, fundada em 1988, é referência em qualidade e tecnologia no fornecimento de soluções em telemática, infotainment, conforto e segurança para a indústria automotiva. Conhecida pela sua ampla gama de produtos com a marca Pósitron, a companhia desenvolve alarmes, bloqueadores e rastreadores para automóveis, motocicletas e caminhões, navegadores, retrovisor elétrico, vidros elétricos, travas elétricas, sirenes, antenas eletrônicas e painéis de instrumentos, além de som automotivo e sensor de estacionamento. A PST Electronics é a segunda maior fabricante de alarmes do mundo, líder em segurança automotiva e uma das principais fornecedoras para grandes montadoras de veículos no Brasil e na América Latina. Atualmente, a empresa possui fábricas em Campinas (SP) e Manaus (AM) e uma filial em Buenos Aires, na Argentina. Desde 1997, a companhia integra o Grupo Stoneridge, com presença predominante na Europa, EUA e Ásia.
Fonte: Fator Brasil
Um dos grandes diferenciais da empresa é operar de forma verticalizada desde o desenvolvimento do hardware, firmware, software até a prestação de serviço de monitoração. A companhia também se destaca por sua capacidade de customização e de desenvolvimento ágil e flexível de projetos, contando com estrutura própria de engenharia local.
A empresa vai mostrar ainda outros itens de seu portfólio, como o alarme Cyber TX, que atende veículos pesados, e a linha Pósitron Digital Audio. A Fenatran estará aberta ao público de 26 a 30 de outubro, em São Paulo.
A PST Electronics, fundada em 1988, é referência em qualidade e tecnologia no fornecimento de soluções em telemática, infotainment, conforto e segurança para a indústria automotiva. Conhecida pela sua ampla gama de produtos com a marca Pósitron, a companhia desenvolve alarmes, bloqueadores e rastreadores para automóveis, motocicletas e caminhões, navegadores, retrovisor elétrico, vidros elétricos, travas elétricas, sirenes, antenas eletrônicas e painéis de instrumentos, além de som automotivo e sensor de estacionamento. A PST Electronics é a segunda maior fabricante de alarmes do mundo, líder em segurança automotiva e uma das principais fornecedoras para grandes montadoras de veículos no Brasil e na América Latina. Atualmente, a empresa possui fábricas em Campinas (SP) e Manaus (AM) e uma filial em Buenos Aires, na Argentina. Desde 1997, a companhia integra o Grupo Stoneridge, com presença predominante na Europa, EUA e Ásia.
Fonte: Fator Brasil
Rapidão Cometa já possui o RNTRC
Até o dia 31 de dezembro de 2009, todas as empresas de transportes de cargas terão que realizar um recadastramento junto a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Essa nova posição está prevista na Lei Federal nº 11.442, regulamentada pela Resolução nº 3.056 da ANTT. A renovação do Registro Nacional de Transportador Rodoviário de Carga (RNTRC) será valida por cinco anos.
A multa para quem descumprir a Lei é de R$ 3 mil por veículo, prevista para quem contrata as empresas que não estão regularizadas. Mas nossos clientes não precisam se preocupar, pois o Rapidão Cometa se antecipou e está com o RNTRC renovado e regularizado até o ano de 2014.
A nova regulamentação do transporte rodoviário de cargas no Brasil, em vigor desde maio deste ano, tem como objetivo criar regras claras relacionadas à capacitação, extensão da responsabilidade civil do transportador e sobre os requisitos mínimos de segurança da frota empregada no transporte.
Fonte: Fator Brasil
A multa para quem descumprir a Lei é de R$ 3 mil por veículo, prevista para quem contrata as empresas que não estão regularizadas. Mas nossos clientes não precisam se preocupar, pois o Rapidão Cometa se antecipou e está com o RNTRC renovado e regularizado até o ano de 2014.
A nova regulamentação do transporte rodoviário de cargas no Brasil, em vigor desde maio deste ano, tem como objetivo criar regras claras relacionadas à capacitação, extensão da responsabilidade civil do transportador e sobre os requisitos mínimos de segurança da frota empregada no transporte.
Fonte: Fator Brasil
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Retomada pós-crise agita os negócios do setor de logística
SÃO PAULO - O reaquecimento da indústria se reflete nos negócios das empresas de logística, ocasionando a abertura de novos contratos ao longo de 2009. Ontem, a Júlio Simões Logística anunciou mais uma operação para a Suzano Papel e Celulose, ao assumir a movimentação interna na sede da empresa, o que deve se estender às cinco fábricas da contratante até o fim do ano. A Júlio Simões prevê que os novos trabalhos conquistados este ano, contribuam com um incremento de 15% nos ganhos. Já a francesa ID Logistics conquistou parte das operações na Nadir Figueiredo, depois de ter assumido clientes como AmBev, Casa Show e Danone. Com isso, a operadora espera um crescimento de 20% ainda em 2009.
Em relação ao projeto da Júlio Simões, serão necessários aportes de cerca de R$ 18 milhões em equipamentos e infraestrutura, fora a mão de obra, para a efetivação total da nova operação. "É um cliente para o qual transportávamos a matéria prima para a fábrica e o também o produto acabado. Ao assumir a movimentação interna das plantas fabris, fechamos um ciclo logístico completo", explicou ao DCI Irecê Andrade, diretora comercial da Júlio Simões Logística.
As novas atividades para a Suzano terão início na sede da empresa, na cidade paulista de mesmo nome, passando depois às plantas Rio Verde, também em Suzano, às fábricas de Embu e Limeira, em São Paulo, e à de Mucuri (BA).
O setor de papel e celulose corresponde a 13% dos negócios de logística do grupo, que atua em serviços que vão do corte das árvores, carregamento e transporte da matéria-prima e distribuição para as plantas fabris, ao embarque para exportação no porto. "Neste setor atendemos também companhias como Aracruz-VCP e Veracel, sendo que já desenvolvemos algo para a Cenibra", disse Irecê.
Em 2009, a Júlio Simões também iniciou o atendimento a companhias o setor sucroalcooleiro e incluiu no portfólio e clientes como Cosan e Brenco. "É um setor com perspectiva de expansão", falou a executiva, sem revelar projeções.
O Grupo Júlio Simões faturou R$ 2,3 bilhões em 2008. Ele também atua na área de revendas de veículos - são mais de 20 da marca Volkswagen, além de terceirização de frotas e serviços de limpeza urbana. Em outros segmentos, atende clientes como MMX, Vale, Cummins e General Motors.
Tecnologia
Especializada em tecnologia para gestão de armazenagem em centros de distribuição, a europeia ID Logistics anuncia seu quarto contrato do ano para prestar serviços à empresas no País. Com isso, deve chegar, por aqui, à casa dos R$ 90 milhões de faturamento em 2009.
Agora a ID passa a cuidar da gestão dos estoques, da recepção de cargas e da movimentação interna da fábrica Nadir Figueiredo na região metropolitana de São Paulo. "A Nadir estima que sua produção irá crescer consideravelmente nos próximos anos", disse Nicolas Derouin, diretor-geral da ID Logistics no Brasil, ao colocar que por isso a fabricante de vidros e cristais procurou um operador que garantisse soluções flexíveis e ágeis: para obter vantagem competitiva.
Este ano ID conquistou operações junto a AmBev, Casa Show e Danone, mas já prestava serviços no Brasil a corporações como Carrefour, Leroy Merlin, ArvinMeritor e Chevron Texaco.
O Brasil já corresponde à segunda maior operação da ID Logistics no mundo, sendo que o grupo mantém 63 unidades, dividas entre mais de 1,5 milhão de metros quadrados de estoques espalhados por quatro continentes. O faturamento global da companhia chegou a R$ 930 milhões no ano passado.
Fusão
Outra operadora que confirma a retomada do mercado é a nacional Trafti, resultado da fusão que uniu os negócios de Ajofer, Fantinati, Trans-Postes, Transvec e Mestralog em junho passado.
"O mercado começa a reagir além do que esperávamos, sinalizando haver oportunidade de novos negócios", analisou Marco Capitano, presidente da Trafti.
O executivo disse que a empresa trabalha para fortalecer os serviços para os atuais clientes (não revelados), oferecendo novos serviços de acordo com a formatação integrada de todas as empresas que formaram a Trafti.
Além disso, Capitano confirmou que até o fim deste ano a empresa deve anunciar novas operações com grandes clientes e que as negociações estão em curso.
Entre os principais setores-alvo da empresa, estão as indústrias automobilística, sucroalcooleira, alimentícia, de eletroeletrônicos e farmacêutica.
A Trafti nasceu com ganhos próximos aos R$ 250 milhões, mas o objetivo é chegar a R$ 400 milhões em cinco anos.
Antônio Wrobleski (ex-Ryder Logística) deixou a presidência da Trafti depois de ter cumprido a missão de liderar a integração entre as empresas, mas ele permanece no conselho administrativo
Fonte: http://www.e-campo.com.br/
Em relação ao projeto da Júlio Simões, serão necessários aportes de cerca de R$ 18 milhões em equipamentos e infraestrutura, fora a mão de obra, para a efetivação total da nova operação. "É um cliente para o qual transportávamos a matéria prima para a fábrica e o também o produto acabado. Ao assumir a movimentação interna das plantas fabris, fechamos um ciclo logístico completo", explicou ao DCI Irecê Andrade, diretora comercial da Júlio Simões Logística.
As novas atividades para a Suzano terão início na sede da empresa, na cidade paulista de mesmo nome, passando depois às plantas Rio Verde, também em Suzano, às fábricas de Embu e Limeira, em São Paulo, e à de Mucuri (BA).
O setor de papel e celulose corresponde a 13% dos negócios de logística do grupo, que atua em serviços que vão do corte das árvores, carregamento e transporte da matéria-prima e distribuição para as plantas fabris, ao embarque para exportação no porto. "Neste setor atendemos também companhias como Aracruz-VCP e Veracel, sendo que já desenvolvemos algo para a Cenibra", disse Irecê.
Em 2009, a Júlio Simões também iniciou o atendimento a companhias o setor sucroalcooleiro e incluiu no portfólio e clientes como Cosan e Brenco. "É um setor com perspectiva de expansão", falou a executiva, sem revelar projeções.
O Grupo Júlio Simões faturou R$ 2,3 bilhões em 2008. Ele também atua na área de revendas de veículos - são mais de 20 da marca Volkswagen, além de terceirização de frotas e serviços de limpeza urbana. Em outros segmentos, atende clientes como MMX, Vale, Cummins e General Motors.
Tecnologia
Especializada em tecnologia para gestão de armazenagem em centros de distribuição, a europeia ID Logistics anuncia seu quarto contrato do ano para prestar serviços à empresas no País. Com isso, deve chegar, por aqui, à casa dos R$ 90 milhões de faturamento em 2009.
Agora a ID passa a cuidar da gestão dos estoques, da recepção de cargas e da movimentação interna da fábrica Nadir Figueiredo na região metropolitana de São Paulo. "A Nadir estima que sua produção irá crescer consideravelmente nos próximos anos", disse Nicolas Derouin, diretor-geral da ID Logistics no Brasil, ao colocar que por isso a fabricante de vidros e cristais procurou um operador que garantisse soluções flexíveis e ágeis: para obter vantagem competitiva.
Este ano ID conquistou operações junto a AmBev, Casa Show e Danone, mas já prestava serviços no Brasil a corporações como Carrefour, Leroy Merlin, ArvinMeritor e Chevron Texaco.
O Brasil já corresponde à segunda maior operação da ID Logistics no mundo, sendo que o grupo mantém 63 unidades, dividas entre mais de 1,5 milhão de metros quadrados de estoques espalhados por quatro continentes. O faturamento global da companhia chegou a R$ 930 milhões no ano passado.
Fusão
Outra operadora que confirma a retomada do mercado é a nacional Trafti, resultado da fusão que uniu os negócios de Ajofer, Fantinati, Trans-Postes, Transvec e Mestralog em junho passado.
"O mercado começa a reagir além do que esperávamos, sinalizando haver oportunidade de novos negócios", analisou Marco Capitano, presidente da Trafti.
O executivo disse que a empresa trabalha para fortalecer os serviços para os atuais clientes (não revelados), oferecendo novos serviços de acordo com a formatação integrada de todas as empresas que formaram a Trafti.
Além disso, Capitano confirmou que até o fim deste ano a empresa deve anunciar novas operações com grandes clientes e que as negociações estão em curso.
Entre os principais setores-alvo da empresa, estão as indústrias automobilística, sucroalcooleira, alimentícia, de eletroeletrônicos e farmacêutica.
A Trafti nasceu com ganhos próximos aos R$ 250 milhões, mas o objetivo é chegar a R$ 400 milhões em cinco anos.
Antônio Wrobleski (ex-Ryder Logística) deixou a presidência da Trafti depois de ter cumprido a missão de liderar a integração entre as empresas, mas ele permanece no conselho administrativo
Fonte: http://www.e-campo.com.br/
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