A JadLog, uma das maiores empresas de logística e transportes de cargas expressas fracionadas do País, acaba de acrescentar à sua frota aérea o ATR 42, avião com capacidade para até 5 toneladas e o primeiro e único desse modelo a operar no Brasil exclusivamente como cargueiro.
A mais nova aeronave da frota, já composta por 31 modelos - a maioria Cessna Grand Caravan -, deverá começar a voar no próximo mês de maio, de segunda-feira a sexta-feira, para o Sul do País, atendendo diretamente as capitais Porto Alegre e Curitiba, além de conexões com as grandes cidades dos Estados da Região. O ponto de partida e de chegada em São Paulo será o aeroporto de Jundiaí, onde a empresa centraliza os despachos de remessas expressas para todo o território nacional.
O aeroporto de Jundiaí é uma excelente opção, tendo em vista sua proximidade com a capital paulista e pela ausência de tráfego aéreo intenso das grandes cidades. Além disso, a empresa possui um hangar neste aeroporto, que facilita o embarque de cargas e encomendas expressas, incluindo as emergenciais por fretamentos de aeronaves.
O ATR também poderá ser utilizado em voos cargueiros fretados e se apresenta como uma boa alternativa para empresas interessadas. Esse mercado aéreo não regular (ou charter), hoje em dia, não dispõe de oferta de aeronaves com este porte e capacidade de até 5 toneladas de carga, obrigando o empresariado a contratar, por falta de opção, aviões de grande porte (a partir de 12 toneladas de capacidade), que são muito mais custosos.
O crescimento significativo da JadLog registrado desde a sua fundação, em 2005, bem como o consequente aumento do volume de cargas transportadas ano a ano foram preponderantes para a empresa decidir alocar verba anual de R$ 6 milhões para operar o ATR 42.
De acordo com o diretor da JadLog, Ronan Hudson, o ATR 42 tem maior capacidade de carga e de volume, se comparado aos dois aviões Grand Caravan (de 1,5 tonelada de capacidade cada) empenhados atualmente em rotas aérea para o Sul, e voará em uma hora a menos.
"Ganharemos em espaço e em agilidade com o ATR, já que estamos registrando elevação da média transportada diariamente para as capitais Porto Alegre e Curitiba, que já chega a 4,5 toneladas diárias de encomendas, quase a capacidade total do novo avião da frota", observa Hudson.
Destacando-se no mercado pela rapidez e qualidade de seus serviços, a JadLog dispõe de uma das maiores estruturas de distribuição porta a porta de encomendas do Brasil. Através de sua rede de franquias, com mais de 460 unidades espalhadas por todas as capitais, Distrito federal e principais cidades, a empresa atende todos os municípios brasileiros.
Além dos aviões, a empresa ainda possui frota composta por mais de 200 caminhões e carretas e 1600 utilitários, além de 900 veículos de franqueados.
No ano passado a JadLog faturou R$ 205 milhões e a expectativa de crescimento da receita é de 30% em 2011, alcançando R$ 260 milhões.
Em sua terceira participação consecutiva na Intermodal South America, que acontece de 5 a 7 de abril em São Paulo, a JadLog aproveitará para divulgar a chegada do ATR e também utilizará seu estande no evento para receber propostas e negociar operações com esta aeronave e as demais da frota, bem como oferecer seus serviços completos de gestão do transporte de cargas e encomendas para todas as cidades brasileiras.
FONTE: Divulgação
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quarta-feira, 6 de abril de 2011
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Brado Logística investirá R$ 1 bilhão em cinco anos
A Companhia espera alcançar de 12% a 15% das operações de contêineres com o transporte ferroviário.
A Brado Logística, empresa criada pelas parceiras ALL e Standard, vai mudar, definitivamente, o conceito das operações logísticas de contêineres no País atendendo o mercado, principalmente, por meio do modal ferroviário. A iniciativa vai impulsionar este setor, possibilitando o acesso às ferrovias aos grandes, médios e pequenos embarcadores.
A Companhia vai investir R$ 1 bilhão em serviços, infraestrutura e equipamentos nos próximos cinco anos e espera alcançar de 12% a 15% das operações de contêineres com o transporte ferroviário.
“Esse investimento estabelece as bases para a Companhia dar um salto tanto no volume de transporte, quanto no perfil de serviços oferecidos. Estamos dando o primeiro passo para construirmos a maior empresa de logística de contêineres do Brasil”, afirma o Presidente da Brado Logística, José Luis Demeterco.
Os primeiros aportes serão direcionados para a compra de vagões e locomotivas, com capacidade de transporte para dois contêineres de 40 pés ou quatro de 20 pés, que permitem maior eficiência e competitividade no transporte até o Porto de Santos em bitola larga. Além disso, serão criados novos Terminais Intermodais e realizadas ampliações de armazéns, no segundo semestre de 2011.
“A Brado terá uma visão de varejo, com estrutura de ativos customizada para atender as necessidades dos clientes de contêiner, principalmente os de médio e pequeno porte. “Estamos unindo a experiência e know how da Standard no segmento de logística de contêineres com a cultura e gestão da ALL, declara o Diretor presidente da ALL, Paulo Basílio.
Com isso, a Brado proporcionará maior capacidade, competitividade nos custos e nível de serviço diferenciado com operações de transporte intermodal rodoferroviário e inteligência logística em armazenagem de cargas reefer e dry, distribuição, frota própria, terminais de contêineres, Redex, Vigiagro e habilitações para os mercados internacionais. Para tanto, a Brado conta com mais de mil colaboradores.
“A Brado tem visão de varejo para o transporte de contêineres via ferrovia. É uma Companhia forte no mix de serviços logísticos onde as operações funcionam em total sinergia para atender o comércio exterior e doméstico, do pote ao contêiner. Com isso, pretendemos no prazo de cinco anos mudar a matriz de transporte de contêiner no Brasil, aproximando a níveis de mercados de países desenvolvidos”, finaliza Demeterco.
A Brado Logística estará presente na Intermodal South América 2011, estande D-38, ruas I-J.
.[ Intermodal South America 2011, dias 05 a 07 de abril de 2011,das 13h às 21h,no Transamérica Expo Center, São Paulo (SP).
Fonte: Portal Fator Brasil
A Brado Logística, empresa criada pelas parceiras ALL e Standard, vai mudar, definitivamente, o conceito das operações logísticas de contêineres no País atendendo o mercado, principalmente, por meio do modal ferroviário. A iniciativa vai impulsionar este setor, possibilitando o acesso às ferrovias aos grandes, médios e pequenos embarcadores.
A Companhia vai investir R$ 1 bilhão em serviços, infraestrutura e equipamentos nos próximos cinco anos e espera alcançar de 12% a 15% das operações de contêineres com o transporte ferroviário.
“Esse investimento estabelece as bases para a Companhia dar um salto tanto no volume de transporte, quanto no perfil de serviços oferecidos. Estamos dando o primeiro passo para construirmos a maior empresa de logística de contêineres do Brasil”, afirma o Presidente da Brado Logística, José Luis Demeterco.
Os primeiros aportes serão direcionados para a compra de vagões e locomotivas, com capacidade de transporte para dois contêineres de 40 pés ou quatro de 20 pés, que permitem maior eficiência e competitividade no transporte até o Porto de Santos em bitola larga. Além disso, serão criados novos Terminais Intermodais e realizadas ampliações de armazéns, no segundo semestre de 2011.
“A Brado terá uma visão de varejo, com estrutura de ativos customizada para atender as necessidades dos clientes de contêiner, principalmente os de médio e pequeno porte. “Estamos unindo a experiência e know how da Standard no segmento de logística de contêineres com a cultura e gestão da ALL, declara o Diretor presidente da ALL, Paulo Basílio.
Com isso, a Brado proporcionará maior capacidade, competitividade nos custos e nível de serviço diferenciado com operações de transporte intermodal rodoferroviário e inteligência logística em armazenagem de cargas reefer e dry, distribuição, frota própria, terminais de contêineres, Redex, Vigiagro e habilitações para os mercados internacionais. Para tanto, a Brado conta com mais de mil colaboradores.
“A Brado tem visão de varejo para o transporte de contêineres via ferrovia. É uma Companhia forte no mix de serviços logísticos onde as operações funcionam em total sinergia para atender o comércio exterior e doméstico, do pote ao contêiner. Com isso, pretendemos no prazo de cinco anos mudar a matriz de transporte de contêiner no Brasil, aproximando a níveis de mercados de países desenvolvidos”, finaliza Demeterco.
A Brado Logística estará presente na Intermodal South América 2011, estande D-38, ruas I-J.
.[ Intermodal South America 2011, dias 05 a 07 de abril de 2011,das 13h às 21h,no Transamérica Expo Center, São Paulo (SP).
Fonte: Portal Fator Brasil
Iveco tem recorde histórico de vendas no mês de março
A Iveco fechou o mês de março com recorde histórico no Brasil, com 2.114 unidades vendidas no atacado. Com isso os números de vendas da fabricante no trimestre também se destacaram com 5.022 unidades vendidas, um volume 49% superior ao mesmo período do ano passado.
Os números do emplacamento também foram positivos e mantém a Iveco como a marca que mais cresce entre as líderes do mercado. No total foram 4.298 unidades emplacadas no trimestre, um volume 73% superior ao mesmo período de 2010.
De acordo com Marcelo Bouhid, gerente de marketing da Iveco, o principal destaque no volume total de emplacamento no trimestre foi no segmento de semipesados, onde a montadora emplacou 1.062 unidades, um volume 149% maior que o primeiro trimestre de 2010. Esse número foi puxado principalmente pelo modelo Tector, que tem sido um dos grandes trunfos da Iveco em seu plano de crescimento de vendas no país. A boa performance do Tector potencializou as vendas totais da montadora, fazendo seu market share subir para 8,9% no acumulado dos três primeiros meses do ano, 1.1 p.p. acima do fechamento de 2010.
Perfil-Iveco projeta, produz e vende uma ampla gama de caminhões leves, médios e pesados, ônibus, veículos comerciais para aplicações militares, fora de estrada, bombeiros, defesa civil e etc.
A Iveco emprega mais de 28.000 pessoas e possui 27 fábricas em 16 países do mundo, utilizando excelente tecnologia desenvolvida nos cinco centros de pesquisa e desenvolvimento. Além da Europa, a empresa opera na China, Rússia, Austrália e América Latina. Mais de 6.000 mil concessionárias e pontos de serviços, distribuídos em 100 países, garantem suporte técnico onde quer que um produto Iveco esteja em serviço.
Fonte: Portal Fator Brasil
Os números do emplacamento também foram positivos e mantém a Iveco como a marca que mais cresce entre as líderes do mercado. No total foram 4.298 unidades emplacadas no trimestre, um volume 73% superior ao mesmo período de 2010.
De acordo com Marcelo Bouhid, gerente de marketing da Iveco, o principal destaque no volume total de emplacamento no trimestre foi no segmento de semipesados, onde a montadora emplacou 1.062 unidades, um volume 149% maior que o primeiro trimestre de 2010. Esse número foi puxado principalmente pelo modelo Tector, que tem sido um dos grandes trunfos da Iveco em seu plano de crescimento de vendas no país. A boa performance do Tector potencializou as vendas totais da montadora, fazendo seu market share subir para 8,9% no acumulado dos três primeiros meses do ano, 1.1 p.p. acima do fechamento de 2010.
Perfil-Iveco projeta, produz e vende uma ampla gama de caminhões leves, médios e pesados, ônibus, veículos comerciais para aplicações militares, fora de estrada, bombeiros, defesa civil e etc.
A Iveco emprega mais de 28.000 pessoas e possui 27 fábricas em 16 países do mundo, utilizando excelente tecnologia desenvolvida nos cinco centros de pesquisa e desenvolvimento. Além da Europa, a empresa opera na China, Rússia, Austrália e América Latina. Mais de 6.000 mil concessionárias e pontos de serviços, distribuídos em 100 países, garantem suporte técnico onde quer que um produto Iveco esteja em serviço.
Fonte: Portal Fator Brasil
domingo, 3 de abril de 2011
ANTT avalia regular fretes cobrados por concessionárias
A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) decide, até o fim de maio, se vai regular o frete cobrado pelas empresas concessionárias de ferrovias dos usuários de transportes de cargas. A tendência da agência reguladora é aprovar esta que é a principal reivindicação da Associação Nacional dos Usuários de Transporte de Carga (Anut), que se queixa dos aumentos que as concessionárias têm aplicado ao frete. Pela regulamentação em análise na ANTT, as concessionárias de ferrovias teriam que repassar para os usuários parte dos ganhos gerados com a redução de custos, caso esses ocorram. Simultaneamente, a tabela de preços máximos para o transporte poderá ser refeita.
O diretor geral da ANTT, Bernardo Figueiredo, informou ao Valor que pretende, até o fim de maio, publicar uma análise da situação da tabela máxima de preços, a tarifa teto. Se constatar que os valores estão acima do razoável, a agência poderá revê-los, pois isso está previsto nos contratos. "Se houver a percepção de que o preço está descolado dos custos e existe um aumento excessivo, vamos fazer uma arbitragem", disse.
A Associação Nacional de Transportes Terrestres (ANTF), disse ser a favor da criação de uma nova tabela. "As tabelas de preços da ANTT são referenciais, e em poucos casos servem para a formação de preços aos usuários. É fundamental a sua atualização, bem como a discussão de seus parâmetros, para dar transparência aos usuários, concessionários e investidores. Fatores como competitividade, atratividade, rentabilidade e viabilidade devem ser transparentes", disse Rodrigo Vilaça, diretor executivo da ANTF.
Em abril, a agência publicará uma resolução para a retomada das linhas férreas inutilizadas. A resolução determinará o prazo para que as empresas invistam na recuperação desses trechos ou os devolvam para a União.
A ANTF apoia a devolução dos trechos não usados. "Acreditamos que as metas de volumes de carga podem e devem ser melhoradas, não só por trechos, mas também as que atendem aos interesses do usuário e ao desenvolvimento da economia, como as metas por produtos, metas de ’market share’ do transporte ferroviário, ou metas de utilização de um determinado equipamento, como o contêiner", afirmou o Vilaça.
A associação dos usuários de transportes ferroviários, para fundamentar a demanda por uma regulação tarifária, analisou o balanço da mercado de agronegócios no Brasil, relativo a 2010, da concessionária América Latina Logística (ALL). O resultado do estudo indicou que os preços cobrados dos usuários poderiam ser abatidos em 25%. A concessionária, segundo dados fornecidos pela Anut, teve um aumento de 591% no lucro líquido de 2009 para 2010 e as despesas ficaram praticamente estáveis nesse mesmo período.
"A ALL simplesmente se apropriou do lucro e não beneficiou o usuário. É preciso que nos novos modelos de concessão exista uma regra para repassar os ganhos para o usuário", disse o presidente da Anut, Luiz Henrique Baldez.
"Não somos contra as empresas que usam o lucro para investir ou repassar dividendos para os acionistas. Porém, como os usuários são parceiros, uma parte do valor deveria ser usada para um desconto da tarifa", explicou o presidente da Anut.
Segundo Rodrigo Campos, diretor financeiro da ALL, a base de cálculo usada pela associação é equivocada. "Ao olhar o balanço é necessário analisar os investimentos, que são fundamentais para aumentar o volume de carga transportada pelo cliente. Gastamos mais de R$ 10 bilhões para criar essa capacidade de transporte atual. O lucro líquido em 2010 foi de R$ 240 milhões, mas foi comparado com um ano de crise, em 2009, quando o lucro foi de apenas R$ 34,7 milhões", disse Campos.
A ANTF disse que é totalmente a favor de repassar ganhos de produtividade ao usuário, mas disse que isso vai depender dos ganhos e melhorias na infraestrutura do setor. A tarifa cobrada pela concessionária, precisa, obrigatoriamente, remunerar o investidor, lembrou ele. "Para se ter uma ideia, o reajuste nominal da tarifa cresceu 2% em 2010, abaixo da inflação. Se não aumentarmos a taxa não conseguiremos remunerar o investidor da mesma forma que o mercado", explicou Campos.
A Anut entregou à ANTT um documento com uma série de denúncias contra algumas atividades realizadas pelas concessionárias. Dentre elas se destacam o "overbooking", assinatura de contrato de transporte mesmo sem capacidade para cumprir o acordo e entrega de cargas em terminais diferentes dos combinados.
A Anut, que tem entre seus associados grandes empresas da área de siderurgia, cimento, grãos, mineradoras e fabricantes de papel e celulose, sustenta que a falta de uma regulação maior no setor favorece as concessionárias. "Os usuários não têm nenhum recurso para se proteger e precisam se sujeitar às regras do concessionário", disse Baldez.
O teto tarifário para o transporte, estabelecido na época da privatização, é motivo de grandes reclamações dos usuários. O valor é considerado alto, o que deixa aberta a possibilidade para que sejam feitos grandes reajustes.
FONTE: Valor Econômico-sp
O diretor geral da ANTT, Bernardo Figueiredo, informou ao Valor que pretende, até o fim de maio, publicar uma análise da situação da tabela máxima de preços, a tarifa teto. Se constatar que os valores estão acima do razoável, a agência poderá revê-los, pois isso está previsto nos contratos. "Se houver a percepção de que o preço está descolado dos custos e existe um aumento excessivo, vamos fazer uma arbitragem", disse.
A Associação Nacional de Transportes Terrestres (ANTF), disse ser a favor da criação de uma nova tabela. "As tabelas de preços da ANTT são referenciais, e em poucos casos servem para a formação de preços aos usuários. É fundamental a sua atualização, bem como a discussão de seus parâmetros, para dar transparência aos usuários, concessionários e investidores. Fatores como competitividade, atratividade, rentabilidade e viabilidade devem ser transparentes", disse Rodrigo Vilaça, diretor executivo da ANTF.
Em abril, a agência publicará uma resolução para a retomada das linhas férreas inutilizadas. A resolução determinará o prazo para que as empresas invistam na recuperação desses trechos ou os devolvam para a União.
A ANTF apoia a devolução dos trechos não usados. "Acreditamos que as metas de volumes de carga podem e devem ser melhoradas, não só por trechos, mas também as que atendem aos interesses do usuário e ao desenvolvimento da economia, como as metas por produtos, metas de ’market share’ do transporte ferroviário, ou metas de utilização de um determinado equipamento, como o contêiner", afirmou o Vilaça.
A associação dos usuários de transportes ferroviários, para fundamentar a demanda por uma regulação tarifária, analisou o balanço da mercado de agronegócios no Brasil, relativo a 2010, da concessionária América Latina Logística (ALL). O resultado do estudo indicou que os preços cobrados dos usuários poderiam ser abatidos em 25%. A concessionária, segundo dados fornecidos pela Anut, teve um aumento de 591% no lucro líquido de 2009 para 2010 e as despesas ficaram praticamente estáveis nesse mesmo período.
"A ALL simplesmente se apropriou do lucro e não beneficiou o usuário. É preciso que nos novos modelos de concessão exista uma regra para repassar os ganhos para o usuário", disse o presidente da Anut, Luiz Henrique Baldez.
"Não somos contra as empresas que usam o lucro para investir ou repassar dividendos para os acionistas. Porém, como os usuários são parceiros, uma parte do valor deveria ser usada para um desconto da tarifa", explicou o presidente da Anut.
Segundo Rodrigo Campos, diretor financeiro da ALL, a base de cálculo usada pela associação é equivocada. "Ao olhar o balanço é necessário analisar os investimentos, que são fundamentais para aumentar o volume de carga transportada pelo cliente. Gastamos mais de R$ 10 bilhões para criar essa capacidade de transporte atual. O lucro líquido em 2010 foi de R$ 240 milhões, mas foi comparado com um ano de crise, em 2009, quando o lucro foi de apenas R$ 34,7 milhões", disse Campos.
A ANTF disse que é totalmente a favor de repassar ganhos de produtividade ao usuário, mas disse que isso vai depender dos ganhos e melhorias na infraestrutura do setor. A tarifa cobrada pela concessionária, precisa, obrigatoriamente, remunerar o investidor, lembrou ele. "Para se ter uma ideia, o reajuste nominal da tarifa cresceu 2% em 2010, abaixo da inflação. Se não aumentarmos a taxa não conseguiremos remunerar o investidor da mesma forma que o mercado", explicou Campos.
A Anut entregou à ANTT um documento com uma série de denúncias contra algumas atividades realizadas pelas concessionárias. Dentre elas se destacam o "overbooking", assinatura de contrato de transporte mesmo sem capacidade para cumprir o acordo e entrega de cargas em terminais diferentes dos combinados.
A Anut, que tem entre seus associados grandes empresas da área de siderurgia, cimento, grãos, mineradoras e fabricantes de papel e celulose, sustenta que a falta de uma regulação maior no setor favorece as concessionárias. "Os usuários não têm nenhum recurso para se proteger e precisam se sujeitar às regras do concessionário", disse Baldez.
O teto tarifário para o transporte, estabelecido na época da privatização, é motivo de grandes reclamações dos usuários. O valor é considerado alto, o que deixa aberta a possibilidade para que sejam feitos grandes reajustes.
FONTE: Valor Econômico-sp
quinta-feira, 31 de março de 2011
Desperdício com carga perdida à beira das rodovias preocupa
A safra brasileira está na estrada. Milhares de caminhões transportam os grãos para silos, cooperativas e portos. No caminho, uma preocupação: o desperdício. Parte da carga acaba perdida na beira das rodovias.
No Paraná, ao longo do caminho até os armazéns e portos, basta uma frestinha para deixar para trás parte da carga que acaba de sair do campo.
No Paraná é a soja, recém-colhida, que espalha pelas rodovias. Prejuízo para quem produz e para quem transporta também. O caminhoneiro César Alencar conta que o valor que falta é descontado do frete.
Só quem ganha com isso são os pombos, que encontram no asfalto, um banquete diário. E ainda sobra muita produção para ser retirada da estrada. Com vassouras e pás, a turma da limpeza faz uma colheita e tanto.
A colheita no asfalta é feita pelo menos duas vezes por semana e vai continuar nesse ritmo até o fim da safra. Nesse período, a turma da limpeza vai tirar da beira da estrada sacas e sacas de soja. Como ela vem misturada com muita sujeira, o destino de toda a produção é o lixo.
No Brasil não há dados concretos do quanto se joga fora a cada safra agrícola. Algumas estimativas do IBGE e Embrapa apontam perdas que da colheita até a armazenagem podem chegar a 10% da produção nacional. Só no campo, durante a colheita de soja, o desperdício no país, chega a duas sacas por hectare. "Com a orientação dos operadores e máquinas mais antigas, as perdas têm caído sensivelmente na região do corredor de produção da soja", disse Joaquim Girardi, agrônomo da Emater.
FONTE: G1
No Paraná, ao longo do caminho até os armazéns e portos, basta uma frestinha para deixar para trás parte da carga que acaba de sair do campo.
No Paraná é a soja, recém-colhida, que espalha pelas rodovias. Prejuízo para quem produz e para quem transporta também. O caminhoneiro César Alencar conta que o valor que falta é descontado do frete.
Só quem ganha com isso são os pombos, que encontram no asfalto, um banquete diário. E ainda sobra muita produção para ser retirada da estrada. Com vassouras e pás, a turma da limpeza faz uma colheita e tanto.
A colheita no asfalta é feita pelo menos duas vezes por semana e vai continuar nesse ritmo até o fim da safra. Nesse período, a turma da limpeza vai tirar da beira da estrada sacas e sacas de soja. Como ela vem misturada com muita sujeira, o destino de toda a produção é o lixo.
No Brasil não há dados concretos do quanto se joga fora a cada safra agrícola. Algumas estimativas do IBGE e Embrapa apontam perdas que da colheita até a armazenagem podem chegar a 10% da produção nacional. Só no campo, durante a colheita de soja, o desperdício no país, chega a duas sacas por hectare. "Com a orientação dos operadores e máquinas mais antigas, as perdas têm caído sensivelmente na região do corredor de produção da soja", disse Joaquim Girardi, agrônomo da Emater.
FONTE: G1
terça-feira, 29 de março de 2011
Receita da Triunfo Participações e Investimentos avança 21% e atinge R$ 545,9 milhões em 2010
Lucro base para distribuição de dividendos avança 1127,5%, para R$ 102,96 milhões em 2010. Ebitda da companhia cresce 18,9% e soma R$ 267,5 milhões em 2010.
A Triunfo Participações e Investimentos [BM&FBovespa: TPIS3] – uma das principais operadoras de infraestrutura do país, com atuação diversificada nos segmentos de concessão de rodovias, administração de portos e geração de energia – anuncia Ebitda de R$ 267,5 milhões no ano de 2010, com expansão de 18,9% em relação ao reportado no ano anterior. No último trimestre do ano (4T10), a companhia apresentou Ebitda de R$ 87,1 milhões, montante 30,3% superior ao registrado em período equivalente de 2009 (4T09).
Em 2010, o lucro base de dividendos da Triunfo – parâmetro para a distribuição de dividendos para acionistas – aumentou 1127,5% em relação a 2009, para cerca de R$ 103,0 milhões. Esse resultado permite que a companhia proponha o pagamento de cerca de R$ 7,4 milhões em dividendos, em complemento aos R$ 18,3 milhões já distribuídos ao longo de 2010 como dividendos intercalares.
No 4T10, o lucro líquido da Triunfo totalizou R$ 17,1 milhões, com crescimento significativo de 40,4% em relação ao 4T09. Esse aumento reflete um aumento de 30,6% da receita do segmento portuário, além de um montante de R$ 2,2 milhões de indenização de seguro pela Iceport – trading company e câmara frigorificada que retomou operações em fevereiro de 2011. Em 2010, o lucro líquido da companhia somou cerca de R$ 33,9 milhões, com redução de 25% em relação a 2009.
Com aumentos registrados nos principais indicadores operacionais da Triunfo – de 5,7% na tarifa média efetiva e de 9,2% no volume de tráfego; de 8,2% na movimentação de contêineres e de 45,0% nas outras receitas de operação portuária; além de receita proveniente da controlada Rio Verde com a entrada em operação da UHE Salto – a receita bruta da companhia apresentou crescimento de 38,2% no 4T10 em relação ao 4T09, para R$ 168,0 milhões. No ano, o aumento foi de 21,1% em relação a 2009, para R$ 594,0 milhões. A receita líquida da Triunfo totalizou cerca de R$ 154,1 milhões no 4T10 e R$ 545,9 milhões em 2010, com altas de 40,3% e 21,0% em relação ao 4T09 e a 2009, respectivamente.
No segmento rodoviário, no 4T10, houve crescimento de 9,2% no volume de tráfego de veículos equivalentes em relação ao 4T09, totalizando 18,88 milhões de veículos equivalentes. Os aumentos individuais nas concessionárias Concer, Concepa e Econorte, na mesma bae de comparação, foram de respectivamente 5,73%, 11,35% e 11,20%. O aumento de tráfego nas rodovias é reflexo da recuperação da economia brasileira e incremento da produção industrial. O crescimento apresentado deve-se, principalmente, ao forte crescimento do tráfego de veículos pesados. No final de 2010, a companhia foi autorizada a reajustar as tarifas de pedágio de duas de nossas concessionárias: em outubro a Concepa reajustou as tarifas em 6,67%; em dezembro, a Econorte foi autorizada a um rejuste de 5,20%.
O desempenho da Portonave foi destaque no segmento portuário. No 4T10, a movimentação de contêineres atingiu a marca de 155.404 TEUs, o que representa um crescimento de 8,2%, na comparação com o 4T09. O crescimento contínuo da movimentação da Portonave mostra a consolidação da atuação da Triunfo nesse segmento. A Iceport, câmara frigorificada da Portonave, que esteve durante o ano de 2010 em reforma, após incêndio ocorrido no final de 2009, retomou operação em fevereiro de 2011.
A Maestra Logística, criada para atuar no segmento de cabotagem, está se estruturando para iniciar operação no primeiro semestre de 2011. O navio Maestra Atlântico já realizou testes de mar bem sucedidos; o Maestra Mediterrâneo está em fase final de reforma.
No segmento de geração de energia, a controlada Rio Verde Energia opera em plena capacidade, com a entrada em operção, em agosto de 2010, da segunda turbina da Usina Hidrelétrica de Salto, em Goías. No 4T10, foram gerados 155.443 MWh, dos quais 140.807 MWh foram vendidos à Votener e os 14.636 MWh de energia excedente foram vendidos para o Mercado Regulado de Energia (MRE) e no Mercado Livre.
Ainda no segmento de geração de energia, a Triunfo saiu vencedora no leilão A-5 da ANEEL, em julho de 2010. Em dezembro, a Rio Canoas Energia, empresa constituída para implantar e administrar a UHE Garibaldi, assinou o contrato com o Ministério de Minas e Energia e em janeiro deste ano recebeu a Licença Ambiental de Instalação, o que permitiu que as obras fossem iniciadas ainda no primeiro trimestre de 2011.
Perfil: a TPI - Triunfo Participações e Investimentos S.A. é a única Companhia brasileira que atua em três segmentos de infraestrutura: rodoviário, administração portuária e de geração de energia. De capital aberto, está listada no Novo Mercado, nível mais alto de Governança Corporativa da BMF&Bovespa. A Triunfo está presente no Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, São Paulo e Goiás, empregando aproximadamente 1.900 colaboradores diretos e indiretos.
A Companhia administra 641 quilômetros de rodovias no Sul e no Sudeste do Brasil, por meio das concessionárias Concepa, Concer e Econorte. Além disso, possui participação de 50% na Portonave S.A., que opera o Terminal Portuário de Navegantes, em Santa Catarina. A empresa controla também a Rio Verde Energia S.A, concessionária da UHE Salto, em Goiás.
Fonte: Portal Fator Brasil
A Triunfo Participações e Investimentos [BM&FBovespa: TPIS3] – uma das principais operadoras de infraestrutura do país, com atuação diversificada nos segmentos de concessão de rodovias, administração de portos e geração de energia – anuncia Ebitda de R$ 267,5 milhões no ano de 2010, com expansão de 18,9% em relação ao reportado no ano anterior. No último trimestre do ano (4T10), a companhia apresentou Ebitda de R$ 87,1 milhões, montante 30,3% superior ao registrado em período equivalente de 2009 (4T09).
Em 2010, o lucro base de dividendos da Triunfo – parâmetro para a distribuição de dividendos para acionistas – aumentou 1127,5% em relação a 2009, para cerca de R$ 103,0 milhões. Esse resultado permite que a companhia proponha o pagamento de cerca de R$ 7,4 milhões em dividendos, em complemento aos R$ 18,3 milhões já distribuídos ao longo de 2010 como dividendos intercalares.
No 4T10, o lucro líquido da Triunfo totalizou R$ 17,1 milhões, com crescimento significativo de 40,4% em relação ao 4T09. Esse aumento reflete um aumento de 30,6% da receita do segmento portuário, além de um montante de R$ 2,2 milhões de indenização de seguro pela Iceport – trading company e câmara frigorificada que retomou operações em fevereiro de 2011. Em 2010, o lucro líquido da companhia somou cerca de R$ 33,9 milhões, com redução de 25% em relação a 2009.
Com aumentos registrados nos principais indicadores operacionais da Triunfo – de 5,7% na tarifa média efetiva e de 9,2% no volume de tráfego; de 8,2% na movimentação de contêineres e de 45,0% nas outras receitas de operação portuária; além de receita proveniente da controlada Rio Verde com a entrada em operação da UHE Salto – a receita bruta da companhia apresentou crescimento de 38,2% no 4T10 em relação ao 4T09, para R$ 168,0 milhões. No ano, o aumento foi de 21,1% em relação a 2009, para R$ 594,0 milhões. A receita líquida da Triunfo totalizou cerca de R$ 154,1 milhões no 4T10 e R$ 545,9 milhões em 2010, com altas de 40,3% e 21,0% em relação ao 4T09 e a 2009, respectivamente.
No segmento rodoviário, no 4T10, houve crescimento de 9,2% no volume de tráfego de veículos equivalentes em relação ao 4T09, totalizando 18,88 milhões de veículos equivalentes. Os aumentos individuais nas concessionárias Concer, Concepa e Econorte, na mesma bae de comparação, foram de respectivamente 5,73%, 11,35% e 11,20%. O aumento de tráfego nas rodovias é reflexo da recuperação da economia brasileira e incremento da produção industrial. O crescimento apresentado deve-se, principalmente, ao forte crescimento do tráfego de veículos pesados. No final de 2010, a companhia foi autorizada a reajustar as tarifas de pedágio de duas de nossas concessionárias: em outubro a Concepa reajustou as tarifas em 6,67%; em dezembro, a Econorte foi autorizada a um rejuste de 5,20%.
O desempenho da Portonave foi destaque no segmento portuário. No 4T10, a movimentação de contêineres atingiu a marca de 155.404 TEUs, o que representa um crescimento de 8,2%, na comparação com o 4T09. O crescimento contínuo da movimentação da Portonave mostra a consolidação da atuação da Triunfo nesse segmento. A Iceport, câmara frigorificada da Portonave, que esteve durante o ano de 2010 em reforma, após incêndio ocorrido no final de 2009, retomou operação em fevereiro de 2011.
A Maestra Logística, criada para atuar no segmento de cabotagem, está se estruturando para iniciar operação no primeiro semestre de 2011. O navio Maestra Atlântico já realizou testes de mar bem sucedidos; o Maestra Mediterrâneo está em fase final de reforma.
No segmento de geração de energia, a controlada Rio Verde Energia opera em plena capacidade, com a entrada em operção, em agosto de 2010, da segunda turbina da Usina Hidrelétrica de Salto, em Goías. No 4T10, foram gerados 155.443 MWh, dos quais 140.807 MWh foram vendidos à Votener e os 14.636 MWh de energia excedente foram vendidos para o Mercado Regulado de Energia (MRE) e no Mercado Livre.
Ainda no segmento de geração de energia, a Triunfo saiu vencedora no leilão A-5 da ANEEL, em julho de 2010. Em dezembro, a Rio Canoas Energia, empresa constituída para implantar e administrar a UHE Garibaldi, assinou o contrato com o Ministério de Minas e Energia e em janeiro deste ano recebeu a Licença Ambiental de Instalação, o que permitiu que as obras fossem iniciadas ainda no primeiro trimestre de 2011.
Perfil: a TPI - Triunfo Participações e Investimentos S.A. é a única Companhia brasileira que atua em três segmentos de infraestrutura: rodoviário, administração portuária e de geração de energia. De capital aberto, está listada no Novo Mercado, nível mais alto de Governança Corporativa da BMF&Bovespa. A Triunfo está presente no Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, São Paulo e Goiás, empregando aproximadamente 1.900 colaboradores diretos e indiretos.
A Companhia administra 641 quilômetros de rodovias no Sul e no Sudeste do Brasil, por meio das concessionárias Concepa, Concer e Econorte. Além disso, possui participação de 50% na Portonave S.A., que opera o Terminal Portuário de Navegantes, em Santa Catarina. A empresa controla também a Rio Verde Energia S.A, concessionária da UHE Salto, em Goiás.
Fonte: Portal Fator Brasil
Transportes terão R$ 30 bilhões de investimentos até 2016
Fórum reúne especialistas em mobilidade e em sustentabilidade e representantes do setor de transportes para debater uso das tecnologias na melhoria do serviço ao cidadão.
O secretário de estado de Transportes, Julio Lopes, anunciou no dia 28 de março (segunda-feira), que, até os Jogos Olímpicos de 2016, serão investidos R$ 30 bilhões no desenvolvimento do transporte público do estado. A meta foi apresentada durante o debate "Cidades Sustentáveis e Sistemas Inteligentes de Transportes", organizado pelo Fórum Permanente de Desenvolvimento Estratégico do Rio. O objetivo do evento foi aprofundar o debate sobre legado dos mega eventos para o estado, focando nas infraestruturas de transporte e de tecnologia da informação. Para o deputado Luiz Paulo (PSDB), que presidiu o encontro, o investimento garantirá um legado positivo para o Rio. "Acho que há abandono no transporte hidroviário e também na questão da logística e de carros, mas o transporte é um quesito fundamental de hoje e de amanhã", analisou o parlamentar.
Segundo o secretário, a região Metropolitana é o principal foco desses investimentos, que pretendem garantir 234 novos veículos para os passageiros da SuperVia e do Metrô. "Sem dúvida a vida do cidadão do Rio de Janeiro, principalmente na área metropolitana, vai mudar completamente pela perspectiva da mobilidade. Os corredores de BRT da prefeitura serão integrados aos investimentos que o estado está fazendo. Essa logística vai, de fato, dar uma vida muito melhor ao cidadão carioca, ao usuário da SuperVia, ao usuário do Metrô e ao usuário do sistema coletivo de transporte", disse Julio Lopes.
A Região Metropolitana conta hoje com 11,28 milhões de habitantes e 19 milhões de viagens por dia, o que representa 75% do volume de passageiros de todo o estado. O grande desafio para o Governo será preparar o Rio de Janeiro para os mega eventos internacionais que estão por vir, como os Jogos Militares, este ano, a Copa do Mundo, em 2014, e Olimpíadas, em 2016. Secretário municipal de Conservação e Serviços Públicos do Rio, Carlos Roberto Osório acredita que uma das grandes armas para ajudar nesse desafio é o novo e moderno Centro de Operações Rio, que reúne 30 órgãos interligados em um painel de alta definição. "O Centro de Operações Rio tem três grandes objetivos. O primeiro é operar a cidade no seu dia a dia, fazendo com que ela seja mais funcional e eficiente para o seu cidadão. O segundo objetivo é administrar a cidade em momentos de crise ou emergência, centralizando as informações e podendo atender as emergências com mais eficiência e rapidez. O terceiro grande objetivo é operar a cidade em grandes eventos que ela tem que organizar, como os eventos regulares, Carnaval e Ano Novo, ou mega eventos, como a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos", explicou Osório.
Também presente no debate, o presidente da SuperVia, Carlos José da Cunha, disse que em 2011 vão chegar 30 novos trens vindos da China. Até 2016 serão mais 90 composições. "Estamos fazendo, ainda, a reforma de três grandes oficinas, a modernização de mais 84 veículos e a reforma do sistema de sinalização", disse Carlos José. Já em benefício dos passageiros do Metrô, foi destacada a compra de 114 novos carros, a criação da Linha Quatro, que levará o usuário da Zona Sul à Barra da Tijuca, as novas estações da Cidade Nova e Uruguai e a reforma de outras estações e do centro de controle. Para o setor rodoviário, o grande destaque ficou por conta do novo sistema BRT, que proporciona uma pista exclusiva para os ônibus de alguns pontos da cidade. "Essa é a melhor solução para o Rio e para os Jogos Olímpicos. É uma grande oportunidade para a introdução de novas tecnologias no sistema de ônibus urbanos", comentou Julio Lopes.
Tecnologia para superar gargalos- Na segunda parte do encontro o presidente da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação, Software e Internet, Ilan Goldman, ressaltou a importância de que parte dos investimentos em transportes seja feita na área de tecnologia. Ele e o diretor do Sindicato das Empresas de Informática do Estado do Rio, Alberto Blois, defenderam a importância de atrair as empresas de tecnologia da informação para a construção de soluções que melhorem a mobilidade no estado.
De acordo com Goldman, as empresas do estado reúnem competência e casos de sucesso em diferentes áreas, que as fazem competitivas não só no estado, como também no mundo. "Outra necessidade é a de utilizar melhor as redes sociais, e o estado pode ser o grande fomentador disso, não de forma paternalista, mas criando um ambiente de negócios competitivo e demandando soluções que façam as informações chegarem ao usuário", completou Blois.
Também participaram do evento o deputado Paulo Ramos (PDT), o presidente da Fetranspor, Lelis Teixeira, o professor Paulo Cezar Ribeiro, da Coppe/UFRJ, o presidente do Metrô Rio, José Gustavo de Souza Costa, e Lia Lombardi, do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável.
.[Link http://pt.scribd.com/collections/2938275/Evento-Cidades-Sustentaveis-e-Sistemas-Inteligentes-de-Transporte].
Fonte: Portal Fator Brasil
O secretário de estado de Transportes, Julio Lopes, anunciou no dia 28 de março (segunda-feira), que, até os Jogos Olímpicos de 2016, serão investidos R$ 30 bilhões no desenvolvimento do transporte público do estado. A meta foi apresentada durante o debate "Cidades Sustentáveis e Sistemas Inteligentes de Transportes", organizado pelo Fórum Permanente de Desenvolvimento Estratégico do Rio. O objetivo do evento foi aprofundar o debate sobre legado dos mega eventos para o estado, focando nas infraestruturas de transporte e de tecnologia da informação. Para o deputado Luiz Paulo (PSDB), que presidiu o encontro, o investimento garantirá um legado positivo para o Rio. "Acho que há abandono no transporte hidroviário e também na questão da logística e de carros, mas o transporte é um quesito fundamental de hoje e de amanhã", analisou o parlamentar.
Segundo o secretário, a região Metropolitana é o principal foco desses investimentos, que pretendem garantir 234 novos veículos para os passageiros da SuperVia e do Metrô. "Sem dúvida a vida do cidadão do Rio de Janeiro, principalmente na área metropolitana, vai mudar completamente pela perspectiva da mobilidade. Os corredores de BRT da prefeitura serão integrados aos investimentos que o estado está fazendo. Essa logística vai, de fato, dar uma vida muito melhor ao cidadão carioca, ao usuário da SuperVia, ao usuário do Metrô e ao usuário do sistema coletivo de transporte", disse Julio Lopes.
A Região Metropolitana conta hoje com 11,28 milhões de habitantes e 19 milhões de viagens por dia, o que representa 75% do volume de passageiros de todo o estado. O grande desafio para o Governo será preparar o Rio de Janeiro para os mega eventos internacionais que estão por vir, como os Jogos Militares, este ano, a Copa do Mundo, em 2014, e Olimpíadas, em 2016. Secretário municipal de Conservação e Serviços Públicos do Rio, Carlos Roberto Osório acredita que uma das grandes armas para ajudar nesse desafio é o novo e moderno Centro de Operações Rio, que reúne 30 órgãos interligados em um painel de alta definição. "O Centro de Operações Rio tem três grandes objetivos. O primeiro é operar a cidade no seu dia a dia, fazendo com que ela seja mais funcional e eficiente para o seu cidadão. O segundo objetivo é administrar a cidade em momentos de crise ou emergência, centralizando as informações e podendo atender as emergências com mais eficiência e rapidez. O terceiro grande objetivo é operar a cidade em grandes eventos que ela tem que organizar, como os eventos regulares, Carnaval e Ano Novo, ou mega eventos, como a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos", explicou Osório.
Também presente no debate, o presidente da SuperVia, Carlos José da Cunha, disse que em 2011 vão chegar 30 novos trens vindos da China. Até 2016 serão mais 90 composições. "Estamos fazendo, ainda, a reforma de três grandes oficinas, a modernização de mais 84 veículos e a reforma do sistema de sinalização", disse Carlos José. Já em benefício dos passageiros do Metrô, foi destacada a compra de 114 novos carros, a criação da Linha Quatro, que levará o usuário da Zona Sul à Barra da Tijuca, as novas estações da Cidade Nova e Uruguai e a reforma de outras estações e do centro de controle. Para o setor rodoviário, o grande destaque ficou por conta do novo sistema BRT, que proporciona uma pista exclusiva para os ônibus de alguns pontos da cidade. "Essa é a melhor solução para o Rio e para os Jogos Olímpicos. É uma grande oportunidade para a introdução de novas tecnologias no sistema de ônibus urbanos", comentou Julio Lopes.
Tecnologia para superar gargalos- Na segunda parte do encontro o presidente da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação, Software e Internet, Ilan Goldman, ressaltou a importância de que parte dos investimentos em transportes seja feita na área de tecnologia. Ele e o diretor do Sindicato das Empresas de Informática do Estado do Rio, Alberto Blois, defenderam a importância de atrair as empresas de tecnologia da informação para a construção de soluções que melhorem a mobilidade no estado.
De acordo com Goldman, as empresas do estado reúnem competência e casos de sucesso em diferentes áreas, que as fazem competitivas não só no estado, como também no mundo. "Outra necessidade é a de utilizar melhor as redes sociais, e o estado pode ser o grande fomentador disso, não de forma paternalista, mas criando um ambiente de negócios competitivo e demandando soluções que façam as informações chegarem ao usuário", completou Blois.
Também participaram do evento o deputado Paulo Ramos (PDT), o presidente da Fetranspor, Lelis Teixeira, o professor Paulo Cezar Ribeiro, da Coppe/UFRJ, o presidente do Metrô Rio, José Gustavo de Souza Costa, e Lia Lombardi, do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável.
.[Link http://pt.scribd.com/collections/2938275/Evento-Cidades-Sustentaveis-e-Sistemas-Inteligentes-de-Transporte].
Fonte: Portal Fator Brasil
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