A alta demanda e a baixa oferta farão com que as regiões Norte e Nordeste atraiam grandes empreendimentos de condomínios logísticos”. Esta é a afirmação de Jeremy Smith, gerente da Hines, empresa norte-americana responsável pelo Distribution Park Manaus.
Segundo ele, a Copa do Mundo de 2014 é um fator que contribuirá, e muito, para o desenvolvimento logístico destas regiões. “Com a decisão de realizar este evento no Brasil, o que se verificou no eixo Sul e Sudeste do País foi a valorização exorbitante do valor de terrenos. Assim, os projetos para a construção de condomínios logísticos, por exemplo, se tornam inviáveis. E isso, não acontece no Norte e Nordeste”, argumenta.
Se antecipando a isso, a empresa concluiu há menos de um ano um grande armazém para abrigar operações logísticas na capital do Amazonas. Com capacidade para receber 25 clientes em uma área de 106,6 mil metros quadrados a companhia já conta com 82% do espaço alugado.
De olho no mercado
Por falar em aluguel, esta é mais uma aposta da empresa para o futuro. De acordo com Smith, a tendência por terceirizar e profissionalizar serviços tende a crescer muito no Brasil. “A empresas adotam esta prática com o objetivo de garantir a melhor operação logística, os melhores custos e, por consequência, um melhor desempenho para o cliente final”, destaca.
O executivo explica que são inúmeras as vantagens competitivas em locar uma área para a operação logística. “O primeiro benefício é que o custo de compra de um espaço é muito maior se comparado com o aluguel de uma determinada área. Portanto, investindo menos em espaço o cliente poderá aplicar mais recursos em outras áreas”, pontua.
“A segunda vantagem é a eficiência operacional do local por conta do layout Condomínio logístico de Manausmilimetricamente adaptado para operações logísticas. O outro ganho é econômico, pois ao ratear os custos - de manutenção ou segurança do armazém, por exemplo - o cliente terá uma redução de até 30% se comparado com a administração própria de um armazém”, argumenta.
Critérios de um empreendimento
Embora não crie um projeto focado em atender um cliente específico, a companhia atua de uma forma, digamos, futurista. “Nossa meta é se antecipar ao mercado. Analisamos potenciais clientes para verificar as necessidades e regiões em que eles gostariam de atuar. Após esta etapa, fazemos pesquisas de mercado, buscamos possibilidade de negócios e áreas em que um projeto do porte de um condomínio logístico pode ser implantado”, explica.
Questionado sobre como fazer tantas análises sem ter um cliente definido para ocupar o espaço, Smith aponta que boa parte dos clientes da empresa são prestadores de serviços logísticos, isso, segundo ele, dá um parâmetro para projetar novos negócios.
O Grupo atua no mercado brasileiro há 12 anos. Desde sua chegada ao País, a corporação já investiu R$ 2,17 bilhões. Apenas a unidade de negócios Distribution Park, foi responsável por R$ 1,27 bilhão em aplicações.
Neste período, a empresa desenvolveu empreendimentos em Araucária (PR), Cajamar (SP), na via Dutra (rodovia que liga São Paulo e o Rio de Janeiro), Embu (SP), Guarulhos (SP), Louveira (SP), Manaus (AM) e Rio de Janeiro (RJ), totalizando oito condomínios logísticos e uma área total de 982 mil metros quadrados
Fonte: Webtranspo
BLOG COM FINALIDADE DE ACOMPANHAR E COMPARTILHAR ASSUNTOS LOGÍSTICOS.
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Tietê Veículos registra crescimento nas vendas de caminhões
A concessionária Tietê Veículos, umas das primeiras do ranking de participação da MAN – Latin America, fechou 2010 com vendas de caminhões acima do crescimento registrado pela indústria. “Foi um ano favorável para as vendas de caminhões no Brasil com o mercado aquecido e oferta de linha de financiamento ao consumidor” afirma o diretor de vendas da empresa, Valdir Moreno Romero.
Para 2011, a empresa deve ampliar a sua atuação nas vendas de ônibus. Segundo o diretor da Tietê Veículos, para que as vendas de caminhões permaneçam no mesmo patamar deste ano, será necessário manter as linhas de financiamentos nos moldes atuais.
A Tietê Veículos possui quatro unidades (zona oeste da cidade de São Paulo, Via Anchieta, Guarulhos e Campinas) com ampla estrutura para atendimento em pós-venda com mais de 100 boxes e uma equipe de 125 profissionais especializados, cabine para pintura, 20 mil itens em estoque de peças, além de acomodações para os motoristas que precisam passar à noite à espera do reparo no veículo.
A empresa tem o programa de fidelização que oferece aos seus clientes crédito pré-aprovado no valor de até R$ 5 mil para garantir pronto atendimento em qualquer unidade da Rede de Concessionárias MAN conveniadas no País.
Perfil – A Tietê Veículos, empresa que pertence ao Grupo Comolatti, figura na lista dos maiores revendedores MAN Latin America, foi qualificada pela montadora instalada em Resende (RJ) como concessionária Premium no “Dealer Premium Programa”, ação de desenvolvimento da rede autorizada que analisa uma planilha de 50 critérios envolvendo as áreas de vendas, peças e acessórios, assistência técnica, finanças, treinamento e instalações.
A avaliação da montadora é realizada a cada semestre nas 145 concessionárias da marca que, de acordo com o resultado obtido, são classificadas nas posições bronze, prata, ouro e Premium. Selecionada pela Revista Exame entre as 1.000 Melhores e Maiores do Varejo do Brasil.
Criada em 1992, a Tietê Veículos, desde 1997, tem se destacado como uma das concessionárias que mais vendem caminhões e ônibus Volkswagen, além de oferecer completa estrutura para serviços de pós-vendas.
Fonte: Portal Fator Brasil
Para 2011, a empresa deve ampliar a sua atuação nas vendas de ônibus. Segundo o diretor da Tietê Veículos, para que as vendas de caminhões permaneçam no mesmo patamar deste ano, será necessário manter as linhas de financiamentos nos moldes atuais.
A Tietê Veículos possui quatro unidades (zona oeste da cidade de São Paulo, Via Anchieta, Guarulhos e Campinas) com ampla estrutura para atendimento em pós-venda com mais de 100 boxes e uma equipe de 125 profissionais especializados, cabine para pintura, 20 mil itens em estoque de peças, além de acomodações para os motoristas que precisam passar à noite à espera do reparo no veículo.
A empresa tem o programa de fidelização que oferece aos seus clientes crédito pré-aprovado no valor de até R$ 5 mil para garantir pronto atendimento em qualquer unidade da Rede de Concessionárias MAN conveniadas no País.
Perfil – A Tietê Veículos, empresa que pertence ao Grupo Comolatti, figura na lista dos maiores revendedores MAN Latin America, foi qualificada pela montadora instalada em Resende (RJ) como concessionária Premium no “Dealer Premium Programa”, ação de desenvolvimento da rede autorizada que analisa uma planilha de 50 critérios envolvendo as áreas de vendas, peças e acessórios, assistência técnica, finanças, treinamento e instalações.
A avaliação da montadora é realizada a cada semestre nas 145 concessionárias da marca que, de acordo com o resultado obtido, são classificadas nas posições bronze, prata, ouro e Premium. Selecionada pela Revista Exame entre as 1.000 Melhores e Maiores do Varejo do Brasil.
Criada em 1992, a Tietê Veículos, desde 1997, tem se destacado como uma das concessionárias que mais vendem caminhões e ônibus Volkswagen, além de oferecer completa estrutura para serviços de pós-vendas.
Fonte: Portal Fator Brasil
domingo, 23 de janeiro de 2011
Total Express oferece prêmio de R$ 1 mil para atrair mão de obra qualificada
Ainda com dez vagas disponíveis, empresa de logística encontra dificuldade para contratar motoristas; salário é de R$ 1,4 mil, mais variável de até R$ 600.
Com um processo seletivo iniciado há um mês, a Total Express [www.totalexpresss.com.br], líder nacional em logística de pequenas e médias encomendas, ainda dispõe de dez vagas para motoristas, para trabalhar nos trechos entre São Paulo, Curitiba e Porto Alegre. A companhia atribui a dificuldade em contratar profissionais para essas vagas à escassez de mão de obra qualificada, observada em todas as áreas de negócios, inclusive no setor de logística. “Buscamos motoristas habilitados na categoria E, para dirigir caminhões grandes”, afirma Cristina Nascimento, gerente de Recursos Humanos da Total Express.
Para driblar a escassez de mão de obra e atrair motoristas com o perfil necessário para dirigir os caminhões recém-adquiridos pela companhia, a Total Express decidiu oferecer uma premiação de R$ 1 mil para os selecionados e contratados. O salário oferecido aos candidatos é de R$ 1,4 mil mensais, mais variável de até R$ 600.
Os interessados nas vagas devem ligar para o telefone (11) 2168-3200 ou escrever para o e-mail trabalheconosco@totalexpress.com.br.
Perfil- A Total Express foi fundada em 23 de novembro de 1993 e tornou-se em poucos anos uma referência na prestação de serviços de fulfillment e entrega expressa de encomendas. Com know-how e infraestrutura logística para realizar gestão de estoques, processamento de pedidos, picking e packing e expedição, a empresa acompanha permanentemente a evolução dos vários mercados em que atua e oferece soluções completas em manuseio e distribuição de pequenas e médias encomendas. Mensalmente, distribui cerca de 700 mil itens em todo o território na cional.
Os principais clientes da Total Express são empresas do comércio eletrônico, entre elas, Walmart, Saraiva, Netshoes, Americanas, Sack´s, Submarino e Comprafacil. Possui ainda no portfólio companhias dos setores farmacêutico, promoções e eventos, além de agências de propaganda e marketing direto, esportivo e editorial.
Fonte: Portal Fator Brasil
Com um processo seletivo iniciado há um mês, a Total Express [www.totalexpresss.com.br], líder nacional em logística de pequenas e médias encomendas, ainda dispõe de dez vagas para motoristas, para trabalhar nos trechos entre São Paulo, Curitiba e Porto Alegre. A companhia atribui a dificuldade em contratar profissionais para essas vagas à escassez de mão de obra qualificada, observada em todas as áreas de negócios, inclusive no setor de logística. “Buscamos motoristas habilitados na categoria E, para dirigir caminhões grandes”, afirma Cristina Nascimento, gerente de Recursos Humanos da Total Express.
Para driblar a escassez de mão de obra e atrair motoristas com o perfil necessário para dirigir os caminhões recém-adquiridos pela companhia, a Total Express decidiu oferecer uma premiação de R$ 1 mil para os selecionados e contratados. O salário oferecido aos candidatos é de R$ 1,4 mil mensais, mais variável de até R$ 600.
Os interessados nas vagas devem ligar para o telefone (11) 2168-3200 ou escrever para o e-mail trabalheconosco@totalexpress.com.br.
Perfil- A Total Express foi fundada em 23 de novembro de 1993 e tornou-se em poucos anos uma referência na prestação de serviços de fulfillment e entrega expressa de encomendas. Com know-how e infraestrutura logística para realizar gestão de estoques, processamento de pedidos, picking e packing e expedição, a empresa acompanha permanentemente a evolução dos vários mercados em que atua e oferece soluções completas em manuseio e distribuição de pequenas e médias encomendas. Mensalmente, distribui cerca de 700 mil itens em todo o território na cional.
Os principais clientes da Total Express são empresas do comércio eletrônico, entre elas, Walmart, Saraiva, Netshoes, Americanas, Sack´s, Submarino e Comprafacil. Possui ainda no portfólio companhias dos setores farmacêutico, promoções e eventos, além de agências de propaganda e marketing direto, esportivo e editorial.
Fonte: Portal Fator Brasil
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
.Ceva fará operação logística da Honda
A Honda Automóveis e a Ceva Logistics acabam de anunciar o fechamento de um acordo para viabilizar a distribuição de peças e acessórios para 203 concessionários da marca no Estado de São Paulo.
O contrato, cujo valor é de 5,9 milhões de euros (o que equivale a aproximadamente R$ 13 milhões), vai vigorar por um período de três anos e inclui o transporte e cross docking dos itens para os dois segmentos de atuação da montadora: motos e veículos.
De acordo com Phillipe Masse de Souza, gerente de desenvolvimento de negócios do setor automotivo da Ceva, esta parceria engloba a movimentação de 50% do volume total de peças da fabricante.
“Teremos uma equipe na Honda, em Sumaré, interior do Estado. Neste local, haverá a separação dos itens. As peças destinadas à capital seguirão para o armazém de Louveira. Já os produtos que seguirão para o interior e o litoral paulista serão enviados para o centro de distribuição de Diadema”, detalha.
Souza destaca também outras características da operação. “Destinaremos, em média, 20 caminhões para este serviço. Entretanto, sempre que houver necessidade, mais veículos serão utilizados. Além disso, 30 funcionários foram contratos para atender especificamente este cliente”, destaca o executivo.
Além disso, segundo ele, os concessionários terão à disposição o SIT (Sistema de Informação de Transporte) que possibilita o monitoramento das peças a partir do momento em que a mesma sair da unidade fabril da Honda.
“Isso dá mais visibilidade ao transporte. As informações podem ser obtidas tanto pela internet quanto por telefone”, garante. E prossegue: “já temos experiência neste segmento, oferecemos todas as informações necessárias, além de soluções flexíveis. Esses fatores, sem dúvida, foram determinantes para conquistarmos este contrato”.
Mercado
Selado no ano passado, mas divulgado apenas agora, o acordo comercial com a Honda não deve incrementar as projeções de crescimento nos negócios da companhia neste ano. Mesmo assim, as estimativas são bastante positivas.
“No ano passado, nossa meta era alcançar um faturamento de R$ 24 milhões. Superamos esta marca em 50% e totalizamos R$ 36 milhões. Para este ano, o crescimento deve ser de aproximadamente 11%”, pontua Souza. Desde total, aproximadamente 60% será gerado pelas operações para o segmento automotivo.
Fonte:Webtranspo
O contrato, cujo valor é de 5,9 milhões de euros (o que equivale a aproximadamente R$ 13 milhões), vai vigorar por um período de três anos e inclui o transporte e cross docking dos itens para os dois segmentos de atuação da montadora: motos e veículos.
De acordo com Phillipe Masse de Souza, gerente de desenvolvimento de negócios do setor automotivo da Ceva, esta parceria engloba a movimentação de 50% do volume total de peças da fabricante.
“Teremos uma equipe na Honda, em Sumaré, interior do Estado. Neste local, haverá a separação dos itens. As peças destinadas à capital seguirão para o armazém de Louveira. Já os produtos que seguirão para o interior e o litoral paulista serão enviados para o centro de distribuição de Diadema”, detalha.
Souza destaca também outras características da operação. “Destinaremos, em média, 20 caminhões para este serviço. Entretanto, sempre que houver necessidade, mais veículos serão utilizados. Além disso, 30 funcionários foram contratos para atender especificamente este cliente”, destaca o executivo.
Além disso, segundo ele, os concessionários terão à disposição o SIT (Sistema de Informação de Transporte) que possibilita o monitoramento das peças a partir do momento em que a mesma sair da unidade fabril da Honda.
“Isso dá mais visibilidade ao transporte. As informações podem ser obtidas tanto pela internet quanto por telefone”, garante. E prossegue: “já temos experiência neste segmento, oferecemos todas as informações necessárias, além de soluções flexíveis. Esses fatores, sem dúvida, foram determinantes para conquistarmos este contrato”.
Mercado
Selado no ano passado, mas divulgado apenas agora, o acordo comercial com a Honda não deve incrementar as projeções de crescimento nos negócios da companhia neste ano. Mesmo assim, as estimativas são bastante positivas.
“No ano passado, nossa meta era alcançar um faturamento de R$ 24 milhões. Superamos esta marca em 50% e totalizamos R$ 36 milhões. Para este ano, o crescimento deve ser de aproximadamente 11%”, pontua Souza. Desde total, aproximadamente 60% será gerado pelas operações para o segmento automotivo.
Fonte:Webtranspo
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
AmstedMaxion fecha 2010 com mais de 2 mil vagões
Empresa líder na fabricação de vagões e componentes ferroviários comemora vendas, o desenvolvimento de novos projetos e já prevê aumento para a carteira de 2011.
A AmstedMaxion, empresa do grupo Iochpe-Maxion, líder na fabricação de vagões e componentes ferroviários, fecha o ano de 2010 com mas de 2 mil vagões entregues a seus principais clientes, no Brasil e no Exterior, como Vale, MRS, Ferrolease, FCA, Cosan/ALL, CIM/ Congo e Soquimich/Chile. No total dos pedidos de vagões entregues, tanto no mercado interno quanto externo, a empresa obteve receita bruta de aproximadamente R$ 484 milhões.
Para 2011, a empresa já prevê um aumento de pedidos em carteira estimando a entrega de mais de 2.600 vagões e a produção de 500 caixas, todos para o mercado interno. Para 2011, a empresa prevê um faturamento bruto de aproximadamente R$ 592 milhões.
Entre os pedidos em carteira, a AmstedMaxion destaca o desenvolvimento de novos projetos, através de tecnologia exclusiva, como modelo GDU, que prevê a produção de 2.188 unidades, com 150 toneladas, em 2011. Em 2010, a AmstedMaxion entregou ao mercado ferroviário, 10 protótipos de 144 toneladas. Outro destaque fica para o desenvolvimento do TGE, o primeiro vagão-tanque do país projetado para usar gás natural, produzido através de uma parceria com a White Martins.
A produção de 500 caixas para a FCA é outra novidade para 2011. A empresa irá reformar alguns de seus vagões modelo HPD para o transporte de açúcar. Dentro da proposta será feita uma revisão e reforma nos sistema de freio, truque e aparelho de choque e tração de cada vagão. A AmstedMaxion será responsável ainda pela fabricação de novas caixas HPD para serem acopladas aos sistemas já revisados.
Projetos- A empresa comemora também a conquista do mercado do Congo, com a venda do vagão tipo tanque TCI, sendo a primeira brasileira a exportar para o país africano. O TCI será utilizado para transporte de combustível de aviação, denominado como JET-A1. Devido a uma necessidade do cliente, o vagão, que tem capacidade volumétrica de 53m3, é revestido internamente com pintura epoxy de alta qualidade, para evitar a contaminação do produto transportado. Outra característica do vagão é o sistema de freio a vácuo desenvolvido para operar em conjunto com os vagões atuais.
O GDU é vagão de maior capacidade de transporte produzido pela empresa e o primeiro direcionado ao mercado brasileiro com truque 7”x12”, com capacidade para 37,5 toneladas/eixo de carga e de 144 a 150 toneladas de peso bruto máximo. Esta linha está sendo desenvolvida com o auxílio de simulador dinâmico para otimizar o contato roda/trilho e reduzir os desgastes de roda.
O TGE é o primeiro vagão-tanque do país projetado para usar gás natural, produzido através de uma parceria com a White Martins. Para que o gás volte ao estado gasoso e possa ser usado como combustível, o vagão contará com tanques e regaseificadores, equipamentos que possibilitam o fornecimento contínuo ao longo do trajeto do trem. O vagão dispõe ainda de um moderno sistema de automação que permite o monitoramento à distância do consumo e da pressão do gás, garantindo confiabilidade e segurança em sua operação. O sistema trará economia nos gastos com combustíveis e evitará a emissão de 72 mil toneladas de CO2 por ano. O novo trem já será concebido com um vagão preparado para abastecer duas locomotivas com uma autonomia de 2,4 mil quilômetros.
Fonte: Portal Fator Brasil
A AmstedMaxion, empresa do grupo Iochpe-Maxion, líder na fabricação de vagões e componentes ferroviários, fecha o ano de 2010 com mas de 2 mil vagões entregues a seus principais clientes, no Brasil e no Exterior, como Vale, MRS, Ferrolease, FCA, Cosan/ALL, CIM/ Congo e Soquimich/Chile. No total dos pedidos de vagões entregues, tanto no mercado interno quanto externo, a empresa obteve receita bruta de aproximadamente R$ 484 milhões.
Para 2011, a empresa já prevê um aumento de pedidos em carteira estimando a entrega de mais de 2.600 vagões e a produção de 500 caixas, todos para o mercado interno. Para 2011, a empresa prevê um faturamento bruto de aproximadamente R$ 592 milhões.
Entre os pedidos em carteira, a AmstedMaxion destaca o desenvolvimento de novos projetos, através de tecnologia exclusiva, como modelo GDU, que prevê a produção de 2.188 unidades, com 150 toneladas, em 2011. Em 2010, a AmstedMaxion entregou ao mercado ferroviário, 10 protótipos de 144 toneladas. Outro destaque fica para o desenvolvimento do TGE, o primeiro vagão-tanque do país projetado para usar gás natural, produzido através de uma parceria com a White Martins.
A produção de 500 caixas para a FCA é outra novidade para 2011. A empresa irá reformar alguns de seus vagões modelo HPD para o transporte de açúcar. Dentro da proposta será feita uma revisão e reforma nos sistema de freio, truque e aparelho de choque e tração de cada vagão. A AmstedMaxion será responsável ainda pela fabricação de novas caixas HPD para serem acopladas aos sistemas já revisados.
Projetos- A empresa comemora também a conquista do mercado do Congo, com a venda do vagão tipo tanque TCI, sendo a primeira brasileira a exportar para o país africano. O TCI será utilizado para transporte de combustível de aviação, denominado como JET-A1. Devido a uma necessidade do cliente, o vagão, que tem capacidade volumétrica de 53m3, é revestido internamente com pintura epoxy de alta qualidade, para evitar a contaminação do produto transportado. Outra característica do vagão é o sistema de freio a vácuo desenvolvido para operar em conjunto com os vagões atuais.
O GDU é vagão de maior capacidade de transporte produzido pela empresa e o primeiro direcionado ao mercado brasileiro com truque 7”x12”, com capacidade para 37,5 toneladas/eixo de carga e de 144 a 150 toneladas de peso bruto máximo. Esta linha está sendo desenvolvida com o auxílio de simulador dinâmico para otimizar o contato roda/trilho e reduzir os desgastes de roda.
O TGE é o primeiro vagão-tanque do país projetado para usar gás natural, produzido através de uma parceria com a White Martins. Para que o gás volte ao estado gasoso e possa ser usado como combustível, o vagão contará com tanques e regaseificadores, equipamentos que possibilitam o fornecimento contínuo ao longo do trajeto do trem. O vagão dispõe ainda de um moderno sistema de automação que permite o monitoramento à distância do consumo e da pressão do gás, garantindo confiabilidade e segurança em sua operação. O sistema trará economia nos gastos com combustíveis e evitará a emissão de 72 mil toneladas de CO2 por ano. O novo trem já será concebido com um vagão preparado para abastecer duas locomotivas com uma autonomia de 2,4 mil quilômetros.
Fonte: Portal Fator Brasil
domingo, 16 de janeiro de 2011
Troca modal reduz em quase 90% emissões de CO2
Empresa santista especializada na criação de projetos multimodais onde a ferrovia é mais bem explorada no transporte de contêineres, reduzindo drasticamente a emissão de CO2, concorre a prêmio pelo trabalho desenvolvido no Porto de Santos-SP.
Um case de modelo organizacional de "modal shift" desenvolvido pela ITRI Rodoferrovia, empresa de Santos (SP), poderá ser premiado em 2011. O sistema, que avalia a possibilidade de trocar um modal com alta emissão de CO2 na atmosfera por outro que na atividade de transporte agrida menos o meio ambiente, colocou a empresa na concorrência. O projeto de troca modal desenvolvido pela ITRI reduziu em cerca de 90% as emissões de CO2.
O modelo adotado para um transporte sustentável é aplicado no Porto de Santos e vem sendo utilizado por uma grande montadora japonesa desde a paralisação da entrada de vagões com contêineres nas linhas férreas adjacentes às áreas retro-portuárias da Libra terminais, no corredor de exportação do complexo portuário santista.
"Observa-se que para movimentar 500 toneladas de carga em distâncias iguais, o montante de emissões acumuladas no transporte combinado de coleta e entrega (rodoviário) ficava em 144 toneladas de CO2. No modelo multimodal criado pela ITRI, com a inclusão da ferrovia no transporte combinado de coleta e entrega (no sistema rodo-ferroviário), o volume de emissões acumuladas não ultrapassou 15 toneladas de CO2. A diferença é muito substancial, quase 90% menos poluente", explica Washington Soares, diretor da empresa.
Segundo o executivo, que também é pesquisador de políticas sustentáveis e modais ecoeficientes, o objetivo principal da troca é conscientizar o usuário do transporte de cargas da necessidade de transferir a mercadoria de caminhões para trens e minimizar o impacto ambiental.
"A indicação da ITRI ao prêmio trata-se de um reconhecimento ao trabalho dedicado e sempre prezando a excelência ?A ITRI, ano a ano, vem se destacando no mercado e hoje é a principal operadora rodoferroviária do Porto de Santos, onde é responsável por 100% das operações multimodais e pela gestão logística de aproximadamente 508 mil Teu da movimentação ferroviária de contêineres em um período de dez anos", conclui Soares.
A escolha do vencedor do prêmio ao qual a ITRI Rodoferrovia está concorrendo, promovido pela Revista Ferroviária, será feita por um colégio eleitoral de aproximadamente 30 mil pessoas e o resultado da premiação será conhecido no mês de março.
A ITRI Rodoferrovia é uma empresa com mais de 15 anos, sediada no Centro Histórico de Santos, junto ao maior porto da América Latina, o porto de Santos, que atua como operadora rodoferroviária e está também habilitada como Operadora de Transporte Multimodal com reconhecimento deferido pela ANTT - Agência Nacional de Transporte Terrestre.
A empresa dispõe de um contrato de transporte com a MRS Logística para o fornecimento diário de 30 vagões no fluxo Santos-Suzano, e no curso inverso outros 30 vagões para atender à programação de cargas de diversos exportadores da Grande São Paulo.
A ITRI possui exclusividade no uso de vagões protótipos do tipo (PDS/PDR) adaptados com travas de segurança, vagões que são específicos para o transporte de contêiner. Esta disponibilidade de ativos garante aos clientes o atendimento dos serviços de forma plena.
Fonte: Portal Fator Brasil
Um case de modelo organizacional de "modal shift" desenvolvido pela ITRI Rodoferrovia, empresa de Santos (SP), poderá ser premiado em 2011. O sistema, que avalia a possibilidade de trocar um modal com alta emissão de CO2 na atmosfera por outro que na atividade de transporte agrida menos o meio ambiente, colocou a empresa na concorrência. O projeto de troca modal desenvolvido pela ITRI reduziu em cerca de 90% as emissões de CO2.
O modelo adotado para um transporte sustentável é aplicado no Porto de Santos e vem sendo utilizado por uma grande montadora japonesa desde a paralisação da entrada de vagões com contêineres nas linhas férreas adjacentes às áreas retro-portuárias da Libra terminais, no corredor de exportação do complexo portuário santista.
"Observa-se que para movimentar 500 toneladas de carga em distâncias iguais, o montante de emissões acumuladas no transporte combinado de coleta e entrega (rodoviário) ficava em 144 toneladas de CO2. No modelo multimodal criado pela ITRI, com a inclusão da ferrovia no transporte combinado de coleta e entrega (no sistema rodo-ferroviário), o volume de emissões acumuladas não ultrapassou 15 toneladas de CO2. A diferença é muito substancial, quase 90% menos poluente", explica Washington Soares, diretor da empresa.
Segundo o executivo, que também é pesquisador de políticas sustentáveis e modais ecoeficientes, o objetivo principal da troca é conscientizar o usuário do transporte de cargas da necessidade de transferir a mercadoria de caminhões para trens e minimizar o impacto ambiental.
"A indicação da ITRI ao prêmio trata-se de um reconhecimento ao trabalho dedicado e sempre prezando a excelência ?A ITRI, ano a ano, vem se destacando no mercado e hoje é a principal operadora rodoferroviária do Porto de Santos, onde é responsável por 100% das operações multimodais e pela gestão logística de aproximadamente 508 mil Teu da movimentação ferroviária de contêineres em um período de dez anos", conclui Soares.
A escolha do vencedor do prêmio ao qual a ITRI Rodoferrovia está concorrendo, promovido pela Revista Ferroviária, será feita por um colégio eleitoral de aproximadamente 30 mil pessoas e o resultado da premiação será conhecido no mês de março.
A ITRI Rodoferrovia é uma empresa com mais de 15 anos, sediada no Centro Histórico de Santos, junto ao maior porto da América Latina, o porto de Santos, que atua como operadora rodoferroviária e está também habilitada como Operadora de Transporte Multimodal com reconhecimento deferido pela ANTT - Agência Nacional de Transporte Terrestre.
A empresa dispõe de um contrato de transporte com a MRS Logística para o fornecimento diário de 30 vagões no fluxo Santos-Suzano, e no curso inverso outros 30 vagões para atender à programação de cargas de diversos exportadores da Grande São Paulo.
A ITRI possui exclusividade no uso de vagões protótipos do tipo (PDS/PDR) adaptados com travas de segurança, vagões que são específicos para o transporte de contêiner. Esta disponibilidade de ativos garante aos clientes o atendimento dos serviços de forma plena.
Fonte: Portal Fator Brasil
Standard: movimento alto no porto seco
Com movimentação maior que a prevista no porto seco de Bauru, interior de São Paulo, a Standard decidiu aprimorar a infraestrutura logística da unidade, conhecida como EADI Bauru (Estação Aduaneira do Interior).
Sob gestão da operadora logística desde agosto último, a EADI aumentou a movimentação de cargas em toneladas em 35% e a de contêineres em 40%.
Por conta disso, a Standard viu a necessidade de aprimorar a infraestrutura local com a premissa de otimizar a logística. A operadora ampliou o armazém e investirá na verticalização da unidade e em um depot para contêineres vazios.
“Nestes meses de gestão procuramos dar foco aos clientes, buscando atender suas necessidades com o menor custo possível. Fizemos um trabalho de divulgação das vantagens da zona secundária às empresas, e esta estratégia nos fez crescer em movimentação”, comentou Marcelo Ouriques, gerente da EADI Bauru, sobre os motivos do bom resultado para a empresa.
Segundo ele, as expectativas para este ano continuaram positivas, “pois projetos como o depot de contêineres e o Terminal Ferroviário tendem a alavancar muitos negócios e otimizar a logística da região”, pontuou.
Uma das metas mais importantes para a Standard neste ano, de acordo com Ouriques, é a retomada das atividades ferroviárias, que permitirá à empresa atender o fluxo de importação e exportação para o Porto de Santos.
A ferrovia deve entrar em operação ainda no primeiro semestre deste ano, conforme previsão da companhia. O gerente da EADI relatou que, em sinergia com o modal rodoviário, o uso da malha ferroviária vai proporcionar ganhos em custo-benefício e eficiência.
Fonte: Webtranspo
Sob gestão da operadora logística desde agosto último, a EADI aumentou a movimentação de cargas em toneladas em 35% e a de contêineres em 40%.
Por conta disso, a Standard viu a necessidade de aprimorar a infraestrutura local com a premissa de otimizar a logística. A operadora ampliou o armazém e investirá na verticalização da unidade e em um depot para contêineres vazios.
“Nestes meses de gestão procuramos dar foco aos clientes, buscando atender suas necessidades com o menor custo possível. Fizemos um trabalho de divulgação das vantagens da zona secundária às empresas, e esta estratégia nos fez crescer em movimentação”, comentou Marcelo Ouriques, gerente da EADI Bauru, sobre os motivos do bom resultado para a empresa.
Segundo ele, as expectativas para este ano continuaram positivas, “pois projetos como o depot de contêineres e o Terminal Ferroviário tendem a alavancar muitos negócios e otimizar a logística da região”, pontuou.
Uma das metas mais importantes para a Standard neste ano, de acordo com Ouriques, é a retomada das atividades ferroviárias, que permitirá à empresa atender o fluxo de importação e exportação para o Porto de Santos.
A ferrovia deve entrar em operação ainda no primeiro semestre deste ano, conforme previsão da companhia. O gerente da EADI relatou que, em sinergia com o modal rodoviário, o uso da malha ferroviária vai proporcionar ganhos em custo-benefício e eficiência.
Fonte: Webtranspo
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