Com o intuito de ampliar a penetração geográfica em municípios menores e mais afastados dos grandes centros, a transportadora de cargas expressas fracionadas JadLog realiza neste ano um plano de expansão de franquias pelo Brasil. O objetivo é alcançar cerca de 500 unidades até dezembro. Neste primeiro semestre, a rede deve alcançar 440 pontos de atendimento.
A JadLog possui franquias em todas as capitais brasileiras, Distrito Federal e nas cidades do País de maior relevância no aspecto econômico. Foram inauguradas 12 unidades até 10 de junho, entre elas: Viamão (RS), Três Corações (MG), Curvelo (MG), Piraí (RJ), Pato Branco (PR), Indaial (SC), Caruaru (PE), Cambé (PR) e João Molevade (MG).
"Estamos ampliando nossa presença no País, a fim de aperfeiçoar nossas operações e oferecer aos nossos clientes cada vez mais eficiência e prazos, tanto nas entregas e coletas convencionais, como também na logística reversa", afirma o diretor da JadLog, Ronan Hudson.
A Jadlog investe nesta expansão focada também no comércio eletrônico, segmento com muitos clientes de porte (Carrefour, Livraria Saraiva, Grupo Pão de Açúcar, Fnac, entre outros). "Pela internet, as lojas entram na casa das pessoas e as compras podem ser feitas dos lugares mais distantes, de modo que os produtos precisam chegar no prazo correto ao consumidor. Desta forma, nossa intenção é incrementar ainda mais nossa capilaridade para atender cada vez melhor essas demandas", explica Hudson.
FONTE: Portal Transporta Brasil
BLOG COM FINALIDADE DE ACOMPANHAR E COMPARTILHAR ASSUNTOS LOGÍSTICOS.
sexta-feira, 25 de junho de 2010
terça-feira, 22 de junho de 2010
RS expandirá seu polo logístico
governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius, anunciou - na semana passada -a doação de um terreno para viabilizar a expansão do polo logístico no distrito industrial de Carazinho. A notícia foi dada durante visita à nova fábrica da Nestlé, que aumentará em 160% a capacidade operacional da empresa no estado gaúcho.
De acordo com a governadora, tal medida também garante espaço para a vinda de novas empresas. A doação será realizada através de projeto de lei a ser enviado em breve à Assembleia Legislativa.
Há dois no Rio Grande do Sul, a Nestlé atua com uma unidade em Palmeira das Missões. A planta industrial de Carazinho inclui seis postos de recepção e resfriamento de leite localizados nos municípios de Giruá, Augusto Pestana, Boa Vista do Buricá, Casca e São Paulo das Missões, o que impulsiona a economia da região.
Acompanhada dos secretários do Desenvolvimento e dos Assuntos Internacionais, Josué Barbosa, e da Habitação, Saneamento e Desenvolvimento Urbano, Marcelo Soares, a governadora confirmou investimento de R$ 1,3 milhão para a construção de 128 moradias, por meio do Programa Estruturante Nossas Cidades.
Fonte:Escrito por Redação Webtranspo
De acordo com a governadora, tal medida também garante espaço para a vinda de novas empresas. A doação será realizada através de projeto de lei a ser enviado em breve à Assembleia Legislativa.
Há dois no Rio Grande do Sul, a Nestlé atua com uma unidade em Palmeira das Missões. A planta industrial de Carazinho inclui seis postos de recepção e resfriamento de leite localizados nos municípios de Giruá, Augusto Pestana, Boa Vista do Buricá, Casca e São Paulo das Missões, o que impulsiona a economia da região.
Acompanhada dos secretários do Desenvolvimento e dos Assuntos Internacionais, Josué Barbosa, e da Habitação, Saneamento e Desenvolvimento Urbano, Marcelo Soares, a governadora confirmou investimento de R$ 1,3 milhão para a construção de 128 moradias, por meio do Programa Estruturante Nossas Cidades.
Fonte:Escrito por Redação Webtranspo
segunda-feira, 21 de junho de 2010
As razões contra os pedágios
Presidente do Sindicato das Empresas de Transporte e Logística (Setcergs), José Carlos Silvano, contesta os dados apresentados pela Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR) sobre os pedágios e reproduzidos nesta coluna. Ele reitera em longo e-mail que os pedágios gaúchos são os mais caros do Brasil e não oferecem nada na relação custo-benefício aos usuários. Segundo ele, o Setcergs sempre defendeu sua eliminação por diminuírem a competitividade da economia gaúcha na exportação e onerarem sobremaneira o setor. O Duplica-RS era um projeto equivocado que postergava até 2028 o mesmo modelo errado de polos rodoviários, em troca de "puxadinhos" nas rodovias (em mais ou menos 150 km de intervenções). O Estado tem 155 mil km de rodovias, 12.800 pavimentados (BRs e RSs e municipais) e 138.000 de chão batido, ou seja, as intervenções do Duplica-RS seriam de 0,1% da malha gaúcha.
Reduções de preços
As reduções de preços do Duplica-RS seriam fictícias, diz ainda o Setcergs, pois não beneficiariam os caminhões e elevariam a receita das concessionárias por outros 15 anos, engessando mais ainda as estradas sem os devidos investimentos federais, que, ao final, foram confirmados sem ônus aos gaúchos: duplicação da BR-386 Tabaí x Estrela; da BR-116 Sul Guaíba x Pelotas; da BR-392, Pelotas x Rio Grande e da BR-290, Eldorado do Sul até Pântano Grande, entre outras.
Aumento dos fretes
Sobre o aumento dos preços dos fretes, pesquisa realizada no início do ano constatou uma defasagem de 18%, decorrente da redução de tarifas durante a crise, que não deve ser confundida com elevação de fretes. O que houve foi recomposição de valores, via liberdade de negociação com clientes, caso a caso, considerando as melhores práticas de mercado e preservação da saúde financeira das transportadoras, argumenta ainda o Setcergs, na resposta. O sindicato só repassa informações de custos de insumos e monitora o mercado sem nele intervir. São mais de 7 mil empresas de transportes no Estado e 88 mil autônomos, com 230 mil caminhões, ou 10% da frota nacional, num setor de altíssima competição.
Maior carga tributária
O transporte rodoviário de carga é a atividade mais tributada no Brasil, pois paga todos os tributos que a indústria e o comércio pagam e mais a Cide, o IPVA, um sem número de licenças ambientais, de circulação, trânsito, Inmetro, e pedágios que não deixam de ser um "imposto de passagem", por ausência de vias alternativas. Talvez por isso o frete rodoviário seja considerado "caro". Retire-se a pesada tributação e o peso de pedágios e combustíveis (diesel), o mais caro do mundo, "e teremos o menor frete rodoviário do mundo, eis que não há no Brasil nenhuma outra atividade mais competitiva do que do transporte rodoviário de carga", conclui.
FONTE: Jornal do Comercio
Reduções de preços
As reduções de preços do Duplica-RS seriam fictícias, diz ainda o Setcergs, pois não beneficiariam os caminhões e elevariam a receita das concessionárias por outros 15 anos, engessando mais ainda as estradas sem os devidos investimentos federais, que, ao final, foram confirmados sem ônus aos gaúchos: duplicação da BR-386 Tabaí x Estrela; da BR-116 Sul Guaíba x Pelotas; da BR-392, Pelotas x Rio Grande e da BR-290, Eldorado do Sul até Pântano Grande, entre outras.
Aumento dos fretes
Sobre o aumento dos preços dos fretes, pesquisa realizada no início do ano constatou uma defasagem de 18%, decorrente da redução de tarifas durante a crise, que não deve ser confundida com elevação de fretes. O que houve foi recomposição de valores, via liberdade de negociação com clientes, caso a caso, considerando as melhores práticas de mercado e preservação da saúde financeira das transportadoras, argumenta ainda o Setcergs, na resposta. O sindicato só repassa informações de custos de insumos e monitora o mercado sem nele intervir. São mais de 7 mil empresas de transportes no Estado e 88 mil autônomos, com 230 mil caminhões, ou 10% da frota nacional, num setor de altíssima competição.
Maior carga tributária
O transporte rodoviário de carga é a atividade mais tributada no Brasil, pois paga todos os tributos que a indústria e o comércio pagam e mais a Cide, o IPVA, um sem número de licenças ambientais, de circulação, trânsito, Inmetro, e pedágios que não deixam de ser um "imposto de passagem", por ausência de vias alternativas. Talvez por isso o frete rodoviário seja considerado "caro". Retire-se a pesada tributação e o peso de pedágios e combustíveis (diesel), o mais caro do mundo, "e teremos o menor frete rodoviário do mundo, eis que não há no Brasil nenhuma outra atividade mais competitiva do que do transporte rodoviário de carga", conclui.
FONTE: Jornal do Comercio
Embarque de açúçar provoca filas em Santos
A fila de navios se estende por doze dias em média quando o normal é de de seis dias de espera
"Pelo movimento, embarcaremos um volume no mínimo 1 milhão de toneladas superior a igual período de 2009", afirmou o diretor técnico da União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica), Antônio de Pádua Rodrigues. Segundo ele, os embarques de açúcar na região Centro-Sul atingiram cerca de 1,9 milhão de toneladas em junho de 2009.
Na entrada do porto de Santos, filas de caminhões esperam para desembarcar, o que provocou um aumento no preço do frete. "A alta foi de 8%", explica o diretor comercial e de logística da Açúcar Guarani, Paulo José Mendes Passos.
Segundo ele, os portos registram uma concentração pontual de embarque muito maior que o esperado, resultado de uma maior demanda mundial pelo produto no primeiro semestre.
Mais de 70 navios embarcam açúcar neste momento. "A fila se estende por doze dias em média quando o normal é de seis dias", explica o diretor comercial e de logística da São Martinho, Helder Gosling.
Segundo ele, mesmo com a safra brasileira sendo processada dentro do esperado, o forte movimento de embarque mantém a oferta apertada.
Passos, da Açúcar Guarani, ressalta que a forte demanda também por açúcar refinado e que mantém o prêmio do branco de curto prazo em um valor recorde de mais de US$ 170 por tonelada, provoca a redução da oferta de contêineres, utilizado para a exportação do produto de maior valor agregado.
Pádua, da Única, diz que além da demanda externa, o maior volume no porto de Santos foi provocado pelo desvio de vários embarques que seriam feitos por Paranaguá. O motivo é o recente incêndio nos terminais de grãos de Paranaguá que atrasou os embarques por aquele porto.
A expectativa é de que este forte movimento de embarque de açúcar continue a ser registrado também em julho, com a manutenção dos gargalos, principalmente o rodoviário.
"Os caminhões ficam parados mais dias que o normal na fila de desembarque e, neste período, fica impossibilitado de realizar novos carregamentos. A consequência é uma menor oferta de caminhões e o aumento do frete", disse Gosling.
Para evitar este gargalo, a São Martinho embarca parte da produção por meio da Rumo Logística, da Cosan. Em acordo firmado este ano, a Rumo utilizará os terminais de embarque da São Martinho e a empresa utilizará os vagões férreos para levar o açúcar do interior paulista até o porto de Santos.
Previsão
2,9 milhões é a quantidade de toneladas a ser exportada pelo porto de Santos no mês de junho
FONTE: O Diário
"Pelo movimento, embarcaremos um volume no mínimo 1 milhão de toneladas superior a igual período de 2009", afirmou o diretor técnico da União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica), Antônio de Pádua Rodrigues. Segundo ele, os embarques de açúcar na região Centro-Sul atingiram cerca de 1,9 milhão de toneladas em junho de 2009.
Na entrada do porto de Santos, filas de caminhões esperam para desembarcar, o que provocou um aumento no preço do frete. "A alta foi de 8%", explica o diretor comercial e de logística da Açúcar Guarani, Paulo José Mendes Passos.
Segundo ele, os portos registram uma concentração pontual de embarque muito maior que o esperado, resultado de uma maior demanda mundial pelo produto no primeiro semestre.
Mais de 70 navios embarcam açúcar neste momento. "A fila se estende por doze dias em média quando o normal é de seis dias", explica o diretor comercial e de logística da São Martinho, Helder Gosling.
Segundo ele, mesmo com a safra brasileira sendo processada dentro do esperado, o forte movimento de embarque mantém a oferta apertada.
Passos, da Açúcar Guarani, ressalta que a forte demanda também por açúcar refinado e que mantém o prêmio do branco de curto prazo em um valor recorde de mais de US$ 170 por tonelada, provoca a redução da oferta de contêineres, utilizado para a exportação do produto de maior valor agregado.
Pádua, da Única, diz que além da demanda externa, o maior volume no porto de Santos foi provocado pelo desvio de vários embarques que seriam feitos por Paranaguá. O motivo é o recente incêndio nos terminais de grãos de Paranaguá que atrasou os embarques por aquele porto.
A expectativa é de que este forte movimento de embarque de açúcar continue a ser registrado também em julho, com a manutenção dos gargalos, principalmente o rodoviário.
"Os caminhões ficam parados mais dias que o normal na fila de desembarque e, neste período, fica impossibilitado de realizar novos carregamentos. A consequência é uma menor oferta de caminhões e o aumento do frete", disse Gosling.
Para evitar este gargalo, a São Martinho embarca parte da produção por meio da Rumo Logística, da Cosan. Em acordo firmado este ano, a Rumo utilizará os terminais de embarque da São Martinho e a empresa utilizará os vagões férreos para levar o açúcar do interior paulista até o porto de Santos.
Previsão
2,9 milhões é a quantidade de toneladas a ser exportada pelo porto de Santos no mês de junho
FONTE: O Diário
domingo, 20 de junho de 2010
Viracopos: volume de carga é recorde
O terminal de logística de carga do Aeroporto Internacional de Campinas/Viracopos (SP) alcançou um volume recorde de movimentação no mês de maio, registrando a melhor marca mensal na história do complexo.
Segundo informações da Infraero, no último mês, foram recebidas 16 mil toneladas na importação, marca 89% superior à movimentação do mesmo período do ano anterior. Já na exportação, o terminal registrou a movimentação de quase nove mil toneladas, movimento 79% superior ao de 2009 e o melhor resultado dos últimos dois anos.
A estatal destaca também que, mesmo com o crescimento na movimentação de cargas, “o processamento de toda a demanda foi realizada com tranquilidade e dentro dos padrões preconizados pela legislação aduaneira, demonstrando a capacidade do Terminal de Cargas de Viracopos para atender à crescente procura pelo serviço”.
Lilian Ratto Neves, superintendente do complexo, afirma que “diante dos desafios apresentados no mês de maio, o Terminal de Cargas superou limites para que Viracopos, conhecido pela eficiência, não perdesse qualidade e agilidade em virtude do grande volume de cargas recebidas”.
Fonte: Escrito por Redação Webtranspo
Segundo informações da Infraero, no último mês, foram recebidas 16 mil toneladas na importação, marca 89% superior à movimentação do mesmo período do ano anterior. Já na exportação, o terminal registrou a movimentação de quase nove mil toneladas, movimento 79% superior ao de 2009 e o melhor resultado dos últimos dois anos.
A estatal destaca também que, mesmo com o crescimento na movimentação de cargas, “o processamento de toda a demanda foi realizada com tranquilidade e dentro dos padrões preconizados pela legislação aduaneira, demonstrando a capacidade do Terminal de Cargas de Viracopos para atender à crescente procura pelo serviço”.
Lilian Ratto Neves, superintendente do complexo, afirma que “diante dos desafios apresentados no mês de maio, o Terminal de Cargas superou limites para que Viracopos, conhecido pela eficiência, não perdesse qualidade e agilidade em virtude do grande volume de cargas recebidas”.
Fonte: Escrito por Redação Webtranspo
Armazéns terão certificação até 2013
O Sistema de Certificação das Unidades Armazenadoras, coordenado pelo Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), deverá receber o cadastro de 14 mil armazéns, aproximadamente, até o fim de 2013.
Pedro Beskow, coordenador da Comissão Técnica Consultiva do Sistema e engenheiro agrônomo da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), relata que o “objetivo é evitar perdas na produção, melhorar a qualidade e quantidade dos grãos e capacitar os profissionais que atuam no setor”.
De acordo com a Instrução Normativa N° 3, de janeiro deste ano, as unidades armazenadoras precisam ter, no mínimo, 25% da capacidade estática dentro das normas do Sistema de Certificação, até 31 de dezembro próximo.
“Entre os requisitos avaliados estão a adoção de sistemas de higienização da estrutura e de temperatura dos grãos, que verifica a condição de armazenagem, bem como a uniformização dos procedimentos do setor”, explica Beskow.
Segundo o Mapa, no País, existem 17,1 mil unidades armazenadoras, no entanto, apenas as cadastradas como pessoa jurídica têm a obrigatoriedade de adequação às regras.
Portos
Maria Auxiliadora Domingues, coordenadora-geral de Infraestrutura Rural e Logística do Ministério da Agricultura, ressaltou durante a 17ª reunião da Câmara Temática de Infraestrutura e Logística, que aconteceu nesta quarta-feira, 16, em Brasília, que os projetos de ampliação dos portos de Vila do Conde (PA), Santarém (PA) e Itaqui (MA) devem ser finalizados até 2012. “O objetivo é facilitar o escoamento da produção, principalmente de milho e soja, do centro-norte de Mato Grosso”, declara.
Fonte: Escrito por Redação Webtranspo
Pedro Beskow, coordenador da Comissão Técnica Consultiva do Sistema e engenheiro agrônomo da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), relata que o “objetivo é evitar perdas na produção, melhorar a qualidade e quantidade dos grãos e capacitar os profissionais que atuam no setor”.
De acordo com a Instrução Normativa N° 3, de janeiro deste ano, as unidades armazenadoras precisam ter, no mínimo, 25% da capacidade estática dentro das normas do Sistema de Certificação, até 31 de dezembro próximo.
“Entre os requisitos avaliados estão a adoção de sistemas de higienização da estrutura e de temperatura dos grãos, que verifica a condição de armazenagem, bem como a uniformização dos procedimentos do setor”, explica Beskow.
Segundo o Mapa, no País, existem 17,1 mil unidades armazenadoras, no entanto, apenas as cadastradas como pessoa jurídica têm a obrigatoriedade de adequação às regras.
Portos
Maria Auxiliadora Domingues, coordenadora-geral de Infraestrutura Rural e Logística do Ministério da Agricultura, ressaltou durante a 17ª reunião da Câmara Temática de Infraestrutura e Logística, que aconteceu nesta quarta-feira, 16, em Brasília, que os projetos de ampliação dos portos de Vila do Conde (PA), Santarém (PA) e Itaqui (MA) devem ser finalizados até 2012. “O objetivo é facilitar o escoamento da produção, principalmente de milho e soja, do centro-norte de Mato Grosso”, declara.
Fonte: Escrito por Redação Webtranspo
sábado, 19 de junho de 2010
ALL conclui nova etapa das obras da Perimetral
A América Latina Logística (ALL) concluiu o primeiro trecho da 4ª fase das obras que compõem a Avenida Perimetral, no Porto de Santos. Cerca de R$ 600 mil foram aplicados para a transferência das linhas da curva da Mortona, ao longo do muro da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) para o lado mar, junto aos terminais do Concais e TGrão. O investimento total para esta fase chegará a valores próximos de R$ 9 milhões.
Aproximadamente 70 colaboradores trabalharam nas obras de construção desse trecho, com a instalação de 1,4 mil metros de linhas em bitola mista. O ponto de partida do trecho começa no Gate 25 da Codesp e termina no heliponto. "Com isso, separamos as linhas férreas do trânsito rodoviário, dando maior segurança às operações no Porto de Santos", afirma o relações corporativas da ALL em Santos, Mauricio Pinheiro.
O complexo de obras da Perimetral, com a segregação dos modais, garante aumento da produtividade, atendendo diretamente o plano de crescimento da ALL. Além de não ter mais que disputar espaço com o trânsito rodoviário, as linhas transferidas têm uma geometria melhor, o que garante mais agilidade nas operações de acesso ao Pátio do Macuco e Corredor de Exportação.
De acordo com o especialista em projetos de via da ALL José Antônio Colla, o segundo trecho iniciará junto à área do antigo heliponto até o Canal 4. O terceiro e último trecho será entre os Terminais Concais e Marimex. "Além da construção de linhas, a ALL/Portofer vai bancar financeiramente as obras de adaptação da alça de acesso do Viaduto da Santa e a realocação da Balança da Pérola", afirma Colla.
A ALL investiu aproximadamente R$ 11 milhões nas três primeiras fases da Perimetral. A fase 1 garantiu a realocação do pátio de Outeirinhos para permitir o adensamento de áreas da Marimex. Já a 2, a realocação das linhas junto à avenida João Pessoa, permitindo a construção do Viaduto do Paquetá. Enquanto na fase 3 foi feito o prolongamento das linhas do Pátio de Outerinhos do Terminal da Marimex até a ponte nova do Canal do Mercado.
As obras da Perimetral e os demais investimentos no Porto de Santos contribuem diretamente para o crescimento e rapidez na movimentação de ativos (locomotivas e vagões). O índice que mede a movimentação, o giro de trens, foi reduzido em 11 horas desde o início deste ano. Até o ano passado, esse processo levava aproximadamente 55 horas. Atualmente, o tempo de giro caiu para 44 horas.
FONTE: A Tribuna - Santos
Aproximadamente 70 colaboradores trabalharam nas obras de construção desse trecho, com a instalação de 1,4 mil metros de linhas em bitola mista. O ponto de partida do trecho começa no Gate 25 da Codesp e termina no heliponto. "Com isso, separamos as linhas férreas do trânsito rodoviário, dando maior segurança às operações no Porto de Santos", afirma o relações corporativas da ALL em Santos, Mauricio Pinheiro.
O complexo de obras da Perimetral, com a segregação dos modais, garante aumento da produtividade, atendendo diretamente o plano de crescimento da ALL. Além de não ter mais que disputar espaço com o trânsito rodoviário, as linhas transferidas têm uma geometria melhor, o que garante mais agilidade nas operações de acesso ao Pátio do Macuco e Corredor de Exportação.
De acordo com o especialista em projetos de via da ALL José Antônio Colla, o segundo trecho iniciará junto à área do antigo heliponto até o Canal 4. O terceiro e último trecho será entre os Terminais Concais e Marimex. "Além da construção de linhas, a ALL/Portofer vai bancar financeiramente as obras de adaptação da alça de acesso do Viaduto da Santa e a realocação da Balança da Pérola", afirma Colla.
A ALL investiu aproximadamente R$ 11 milhões nas três primeiras fases da Perimetral. A fase 1 garantiu a realocação do pátio de Outeirinhos para permitir o adensamento de áreas da Marimex. Já a 2, a realocação das linhas junto à avenida João Pessoa, permitindo a construção do Viaduto do Paquetá. Enquanto na fase 3 foi feito o prolongamento das linhas do Pátio de Outerinhos do Terminal da Marimex até a ponte nova do Canal do Mercado.
As obras da Perimetral e os demais investimentos no Porto de Santos contribuem diretamente para o crescimento e rapidez na movimentação de ativos (locomotivas e vagões). O índice que mede a movimentação, o giro de trens, foi reduzido em 11 horas desde o início deste ano. Até o ano passado, esse processo levava aproximadamente 55 horas. Atualmente, o tempo de giro caiu para 44 horas.
FONTE: A Tribuna - Santos
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