segunda-feira, 19 de abril de 2010

Primeiro condomínio logístico de Ribeirão Preto, SP, está quase pronto

As empresas Halna, JBens e EWP informam que o condomínio logístico Park X, o primeiro do gênero instalado em Ribeirão Preto, SP, está na etapa final de construção e no início de comercialização dos galpões.
O empreendimento, que começou a ser erguido no ano passado, exigirá investimento de R$ 85 milhões. O terreno fica no km 317,5 da Via Anhanguera, distante apenas 2 quilômetros do aeroporto Leite Lopes, numa área de quase 200.000 m² junto ao trevo de ligação com o centro da cidade.
De acordo com os empreendedores, o Park X será formado por galpões logísticos com metragem flexível, a partir de 1.186 m² até 17.100 m². A área construída total será da ordem de 67 mil m².
"O projeto apresenta tecnologia de ponta quanto às características técnicas, operacionais e os parâmetros considerados pelos melhores operadores logísticos globais", afirma Wilson Pompílio, da EWP, a construtora responsável pela obra.
Já Arnaldo Halpern, que dirige a Halna Empreendimentos, revela que ainda há espaço para a entrada de novos investidores no empreendimento. "Criamos um fundo imobiliário para gerir o Park X e as empresas ou investidores aptos a aderir serão bem-vindos".
Jorge Manubens, diretor da JBens Participações, reforça que a expectativa das empresas é pela rápida comercialização dos galpões, antes mesmo da conclusão das obras. "Temos um produto com preço altamente competitivo se levarmos em conta a carência por espaços logísticos na cidade", acredita.
Segundo o diretor da Cushman & Wakefield, Mário Sérgio S. Gurgueira, o trabalho de implantação do novo condomínio consumiu cerca de um ano, "somente para a identificação de um terreno compatível à demanda apontada pela pesquisa". Pesaram na escolha, sobretudo, a localização junto ao acesso direto para a rodovia Anhanguera e a um anel viário recém-concluído, recursos considerados essenciais para operadores logísticos.
A comercialização e a administração do Park X estão sob responsabilidade da Cushman & Wakefield, que conta com parceria da Fortes Guimarães na comercialização.
FONTE: DCI - SP

sábado, 17 de abril de 2010

Seis competências essenciais para a nova realidade das empresas

Enquanto, e lamentavelmente, uma parcela expressiva das empresas, cooptou por todos os novos apetrechos e ferramentais do wikiworld - única e exclusivamente para se mostrar moderna, esquecendo-se de jogar a velha moldura fora, como recomendou Drucker, muitas evoluem de forma consistente e verdadeira em novas práticas, comportamentos e relações.
Dentro dessa 'nova realidade' que já caracteriza o novo mundo dos negócios, demonstrar de forma cabal competências específicas é essencial. Confira abaixo seis destas competências:

1 - Confiança

Não existe uma segunda maneira de se conseguir a lealdade dos clientes que não seja o estabelecimento de uma relação de absoluta e total confiança. Os novos consumidores só permanecerão para sempre junto a marcas em que verdadeiramente possam confiar. Assim como, irão confiar em empresas que em eventuais dúvidas e mal entendidos não percam um único segundo em questionar o desconforto revelado por seus clientes. Hoje, mais do que nunca, o cliente tem sempre razão. Nenhuma empresa é obrigada a atender todas as pessoas que a procuram. Mas, uma vez estabelecida a relação, e tendo demonstrado seu interesse, e a aceita como cliente, daí para frente não existe espaço para discussões. O cliente, mais do que nunca, e sempre, tem razão.

2 - Minha empresa

Estabelecida a relação, o cliente não é mais um. É o Pedro, a Joana, a Paula, o Olavo. De novo como no tempo do freguês de caderneta, passamos a lidar com o cliente igual ao dono do armazém, que fidelizava sua clientela pelo nome, endereço e preferências. Bom dia, Pedro! é tudo o que o Pedro espera ao ingressar na loja onde se considera Cliente. Pessoas querem ser tratadas e reconhecidas no mundo analógico, da mesma forma como são tratadas e reconhecidas no mundo digital. É você, Pedro?

3 - Antecipar-se com Educação

A maior parte dos novos consumidores frequentam redes sociais abertas. Onde as empresas podem acompanhá-los e manterem-se informadas sobre suas manifestações de apreço ou desapreço, conforto ou desconforto, felicidade ou decepção. E nas duas situações, sempre pedindo licença antes de se manifestar, agradecer e recompensar, ou, tentar superar pequenos tropeços, e também recompensar.

4 - Máquina nunca mais!

Pessoas querem falar com pessoas. Um contato humano. Muitas empresas surpreendem seus clientes que ao acessá-las encontram do outro lado da máquina um ser humano, de carne, cara e osso, que fala, ouve, sorri, se revela preparado, educado, cordial, amigo. Pode até não ter todas as respostas mas ouvirá com atenção, vai atrás da solução, e em pouco tempo, responde. URA nem pensar!

5 - Não se terceiriza a mina de ouro

Boa parte das melhores companhias que terceirizaram seus serviços de atendimento ao consumidor estão reconsiderando essa decisão. A terceirização é uma das principais características da sociedade de serviços, o que não quer dizer que tudo, obrigatoriamente, tenha que ser terceirizado. A terceirização física pode até acontecer, mas a gestão, acompanhamento, responsabilidade, e consideração e aproveitamento de todas as informações decorrentes, como diria um certo ministro brasileiro, são "interceirizáveis".

6 - Check-list

Pessoas não se sentem atraídas pelo feio: como está o Design de sua empresa?
Pessoas só reconhecem um Design sedutor e atraente, quando no contexto adequado: em que contexto sua empresa se insere?
Pessoas fogem de desconhecidos até mesmo por segurança: como anda a narrativa de sua empresa?
Pessoas não têm mais tempo para o complicado, difícil, inacessível: como anda a componente lúdica de sua empresa?
Pessoas precisam se sentir queridas e desejadas: sua empresa exala empatia em todos os seus movimentos?
Pessoas exigem a verdade: sua empresa tem autenticidade?
E pessoas, preferem empresas que transcendem: o estilo e personalidade de sua empresa é único e distingue-se do das empresas concorrentes?
Francisco Alberto Madia de Souza (Diretor-presidente do MadiaMundodoMarketing). E-mail: famadia@madiamundomarketing.com.br - www.madiamundomarketing.com.br
FONTE: Portal HSM

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Anos difíceis para os profissionais de logística, por Mauro Roberto Schlüter*

Já vai longe o tempo da "estagflação" na década de 80 e pasmaceira sem perspectiva de crescimento sustentado da década de 90, em que o nosso horizonte de crescimento permanecia estável e sem modificações. Estamos vivendo uma época de ouro e quem diria, o Brasil é a bola da vez no que diz respeito a investimentos em ativos do mercado financeiro e empresarial. Fizemos a lição de casa no tocante a estabilidade financeira apesar do estado continuar a gastar cada vez mais nas suas despesas de funcionamento. Seria ótimo aproveitar este período de crescimento, não fosse um detalhe preocupante: o nosso sistema logístico não está preparado para tal. Qualquer leitor mais atento pode constatar os vários sinais que indicam tempos difíceis para os profissionais de logística. O crescimento da safra vai exigir uma quantidade maior de veículos para garantir o seu escoamento até os portos. O aquecimento da demanda de consumo final promete movimentar todas as cadeias produtivas do país e as importações nunca foram tão elevadas quanto são hoje em dia. Para completar, teremos a copa em 2014 e olimpíadas em 2016. O cenário é auspicioso para todos, mas infelizmente teremos uma grande dificuldade para absorver este impacto positivo por escassez e até falta de recursos logísticos adequados. O lançamento do PAC 2 é mera pantomima eleitoral, uma vez que boa parte do PAC 1 sequer está evoluindo dentro do cronograma previsto. Considerando que a construção de obras de infraestrutura de transportes demanda tempo elevado (da concepção até a efetiva entrega), é de se
esperar que quando forem entregues aos usuários já estarão com sua capacidade de oferta tomada, pois foram planejadas em épocas de crescimento pífio e não de crescimento acelerado como ocorre atualmente. Mas não é apenas a decantada falta de infraestrutura que aponta anos difíceis para os profissionais de logística.
As peculiaridades intrínsecas ao modal rodoviário o colocam na posição de substituto de todos os demais meios de transporte disponíveis. Em situações contingenciais é ele que assume a tarefa de transportar aquilo que os outros modais não conseguem. A falta de motoristas vai complicar a situação de quem já utiliza o modal rodoviário e muito mais de quem pretende utiliza-lo como alternativa. Em vista disso, o setor já trabalha com a possibilidade de realinhamento tarifário, portanto teremos aumento nos custos logísticos. Para piorar ainda mais este cenário, foi noticiado que a Vale do Rio Doce reajustou o preço do minério de ferro em média 90%. O minério de ferro é a matéria prima principal da cadeia logística, utilizada para produzir trilhos, guindastes,
caminhões, containeres, navios, locomotivas, etc. e vai causar elevação nos custos logísticos. Um horizonte sombrio se aproxima e vai exigir ao extremo a capacidade e talento dos profissionais de logística para transpor objeções. Será muito difícil manter os custos e o nível de serviço (os objetivos da logística).
Até hoje nunca tinha visto um conjunto tão amplo de pré-condições negativas para
a logística deste país. Prepare-se.

*Mauro Roberto Schlüter

IPELOG
www.ipelog.com
FONTE: O autor

domingo, 11 de abril de 2010

Cosan visa ao exterior com frete e venda direta

A Cosan, maior produtora de açúcar e etanol do Brasil, pretende expandir sua atuação no comércio internacional de açúcar por meio de serviços adicionais como contratação de frete e venda direta ao consumidor final.
Segundo o vice-presidente da Cosan SA, Colin Butterfield, que assumiu o comando da divisão Cosan Alimentos há pouco mais de um mês, a empresa atualmente vende açúcar na modalidade FOB Santos, deixando para as tradings os serviços de transporte e os contatos com compradores no exterior.
- Queremos passar a ser algo mais próximo de uma trading, passar a agregar novas metodologias, novos riscos e novas arbitragens - disse Butterfield durante evento em São Paulo.
Segundo ele, o volume de açúcar negociado pela empresa, em torno de 4 milhões de toneladas, é equivalente ao movimentado por grandes tradings globais. "Hoje, vendemos FOB Santos e as tradings levam para os destinos.
Estamos pensando em como agregar mais valor à nossa commodity." Mantega: inflação controlada O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou ontem que a inflação está sob controle no país e disse que a variação de preços do primeiro trimestre refletiu um choque de oferta. Mantega descartou uma inflação de demanda.
"A inflação que tivemos até agora não é de demanda; na minha opinião, é de choque de oferta tecnicamente", disse, em entrevista na sede da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), após palestra.
Ele explicou que as chuvas reduziram a oferta de alimentos e pressionaram seus preços no trimestre. Eles, por sua vez, puxaram a inflação. Mantega considerou que este efeito já está sendo atenuado, citando o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 0,52% em março.
Mantega observou que também houve fatores sazonais no período, como aumento de tarifas de ônibus e de mensalidades escolares. "A perspectiva, inclusive do mercado, é que nos próximos meses a inflação do IPCA estará mais baixa", declarou.
O ministro acrescentou que, do lado da oferta de mercadorias, há disponibilidade suficiente e a indústria tem capacidade de responder à demanda.
FONTE: Jornal do Brasil

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Empresas de logística buscam crescer também fora do Brasil

As empresas de logística brasileiras começam a alçar novos voos e vislumbram explorar mercados internacionais, com plano de buscar terminais de contêineres fora do País para operar cargas que chegam principalmente na América do Sul. Este é o caso da Santos Brasil, empresa que obteve um faturamento de R$ 660 milhões no ano passado e tem a meta de alcançar crescimento de 10% em 2010. Outra empresa que também pretende ampliar seus horizontes no mercado internacional é a Tito Global Trade Services, provedora de serviços de logística internacional e comércio exterior que estuda instalar escritórios no Chile, no Peru e na China para atender à demanda de produtos chineses que anualmente recebe.
A Santos Brasil, que é a maior operadora de contêineres do País, de acordo com seu novo presidente, Antônio Carlos Sepúlveda, vislumbra a médio e longo prazo explorar terminais de contêirneres em países como Argentina, Chile e Peru, por exemplo. "A meta, ao explorar o mercado internacional, é justamente ampliar ainda mais o nosso foco de atuação. Começamos na América do Sul e ampliaremos para o mundo", comemorou Sepúlveda.
No mercado interno, a companhia também segue em ritmo de expansão, tanto que prevê aplicar R$ 137 milhões este ano, apenas para ampliar o novo terminal da empresa no Porto de Imbituba, em Santa Catarina. O local, que já opera parcialmente, possui dois guindastes, e estão para chegar outros dois até o ano que vem. "Imbituba será um porto moderno e com capacidade para receber navios maiores", afirmou Sepúlveda.
Além disso, o novo executivo da companhia afirmou que a Santos Brasil irá participar de todas as licitações que forem abertas para a construção de novos terminais. "Estamos interessados em ampliar nossos negócios; portanto, se houver uma licitação nós iremos participar", finalizou Sepúlveda.
Outro indicativo de que a área portuária no Brasil deverá ter um dos principais investimentos -para atender à crescente demanda da área de logística e assim evitar o medo do gargalo, que é o fantasma do segmento- veio do ministro dos Portos, Pedro Brito. Ele confirmou um aporte no setor, previsto no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC-2), de R$ 5,1 bilhões, dos quais R$ 3,7 bilhões serão destinados apenas à área de dragagem de portos como os de Imbituba, em Santa Catarina, Porto Areia Branca (RN), Porto Rio Grande (RS) e o Porto de Itaguaí, no Rio de Janeiro. "Essas obras fazem parte de um planejamento da secretaria para melhorar a infraestrutura portuária no Brasil", disse o ministro.
De acordo com Brito, presente ontem na abertura da feira Intermodal, que acontece até o dia 8 deste mês no Transamérica Expo Center, em São Paulo, serão aplicados, ainda do montante de R$ 5,1 bilhões do PAC-2, cerca de R$ 500 milhões apenas na área de inteligência em logística - parte de tecnologia da informação (TI), softwares e fim da burocratização com uso contínuo de papéis, com a meta de digitalizar todo o serviço.
A Codesp, que administra o Porto de Santos, o maior da América Latina, por exemplo, terá ainda uma ajuda financeira de R$ 1,5 bilhão, afirmou ontem o ministro dos Portos. Esse valor também virá de uma fatia do PAC-2 destinada a acesso ao porto e aprofundamento do canal, entre outros serviços. "Todas essas obras irão tanto melhorar o acesso ao Porto de Santos como ampliar ainda mais a capacidade do porto", comentou Brito.
Já a empresa Tito pretende encerrar 2010 com um crescimento de 24% nos negócios, já que em 2009 a empresa amargou uma queda de 12,8% em seu faturamento, em relação ao ano anterior. Entretanto, o presidente da companhia, Hermeto Bermúdez, disse que este ano a empresa investirá US$ 600 mil no fortalecimento das unidades comerciais, tanto no Brasil quanto no mundo. "Vamos criar equipes de vendas em cada país de atuação. Queremos ampliar nossa presença junto aos parceiros atuais, prospectando também o aumento da carteira de clientes. Nosso investimento será feito em pessoas e em processos", disse Bermúdez.
O presidente da empresa também comentou que estuda a abertura de novas filiais em outros países. "Temos interesse em abrir filiais no Chile, no Peru e na China, onde temos representantes comerciais", finalizou Bermúdez.
Carga aérea - Na carga aérea, a TAM Cargo registrou queda de 7,5% em 2009, frente ao resultado do ano anterior, faturando R$ 936 milhões. Neste ano, a previsão é retomar os valores obtidos no ano de 2008 e alcançar uma expansão de aproximadamente 10%. Com um projeto que prevê economizar 35% no tempo do embarque e desembarque das mercadorias aéreas, a empresa desenvolveu uma nova embalagem com liga metálica interna.
FONTE: DCI

terça-feira, 6 de abril de 2010

AGV anuncia fusão com empresa do Sul

Com o objetivo de ampliar os seus negócios no Brasil, a AGV Logística se uniu à AGR, empresa do segmento de logística que atua na região Sul do País. A operadora também adquiriu as empresas G-Tech, G-Log e Revitech.
As novas negociações, segundo Vasco Carvalho Oliveira Neto, presidente da AGV, devem render um faturamento da ordem de R$ 625 milhões à empresa, “um crescimento expressivo em relação a 2009”, disse o executivo.
“Os novos negócios posicionam a AGV como o operador logístico integrado com o mais completo portfólio de serviços do mercado, ampliando o atendimento nos setores estratégicos”, completou.
De acordo com o presidente da empresa, a partir das novas operações, a AGV ampliará sua área de armazenagem alcançando mais de 370 mil metros quadrados. Além disso, ampliará em 100% o seu quadro de funcionários, chegando a quatro mil colaboradores, com 39 unidades em 14 estados.
O portfólio de clientes passará para mais de 190 empresas, em 4.380 municípios; a empresa comporta, agora, uma frota própria de 640 equipamentos. “A AGV passará a ter um maior domínio em relação aos serviços de transporte a serem prestados, tornando a empresa ainda mais competitiva e diferenciada no mercado nacional”, observou Eltamar Salvadori, sócio da AGR que ocupará um assento no conselho de administração da AGV.
A AGV tem como meta “alcançar a liderança no segmento de logística integrada nacional até 2011. Cada empresa, AGR, G-Tech, G-Log e Revitech, agregam valor à AGV através de expertise em segmentos específicos e novos serviços que complementam nosso atual portfolio”, considerou Thomas McDonald, sócio e Chief Strategic Officer da Equity International.
Fonte: Escrito por Redação Webtranspo.

Intermodal 2010 começa hoje, no Transamérica Expo Center

Em sua 16ª edição a Intermodal segue impressionando com seus números. Em 2010 serão cerca de 490 expositores, mais de 45 mil visitantes e uma área de exposição de mais de 28 mil m². Nessa trajetória de sucesso, um detalhe que chama a atenção é a capacidade não apenas de fidelizar quem participa do evento, mas também de atrair novas empresas e novos profissionais do setor.
Um exemplo disso é que mais de 40 novas empresas expositoras, entre elas Ardelt, Axle Tech International, Bayern International, Community4you, Dachser, EBCO Systems, Gelog GPLN, Gross Cargo, Locar Guindastes, Logistics Council Germany, Moeda Agenciamento de Cargas, Racional, Repom, Steelbro Sventruck AB, Trans-China, Trans Falls e Transportadora Americana confirmaram participação, aumentando ainda mais a gama de produtos e serviços oferecidos na feira.
Isso sem falar em expositores tradicionais como ABSA, ALL, CMA CGM, Columbia, Craft, Deicmar, DHL, Grupo Libra, Hamburg Süd, Júlio Simões, LLX, Localfrio, Lufthansa, Maersk, Marimex, MRS, MSC, Panalpina, Santos Brasil, TAM Cargo, Tecondi, Termares, TNT, Tropical e Vale, além de diversos portos nacionais e internacionais, que ao longo dos 16 anos de sucesso da Intermodal, vêm marcando presença.
No universo de 45 mil visitantes da feira e participantes do congresso a realidade não é diferente. Pesquisa realizada após a Intermodal de 2009 mostrou que mais de 17 mil profissionais do setor visitaram o evento pela primeira vez, enquanto 14,8 mil haviam marcado presença na Intermodal de uma a três vezes, e 13,2 mil já haviam visitado a feira quatro ou mais vezes.
Esses números, mais que demonstrarem a capacidade do evento em manter e conquistar expositores e visitantes, trazem à tona a razão de todo esse sucesso, ou seja, o perfil da Intermodal como plataforma de fomento aos negócios e networking, além do ambiente propício ao intercâmbio de idéias por meio do programa de conferências, que reúne os maiores experts do mercado.
Daí a importância da Intermodal que, quer pela troca de experiência realizada durante a programação de conteúdo, quer pelo aumento da rede de contatos, garante às empresas - expositoras ou visitantes - a possibilidade de novos caminhos, novas parcerias e novos negócios.
A Intermodal reúne toda a cadeia de produtos e serviços envolvidos no transporte de cargas e promove, sob a bandeira da multimodalidade, a discussão sobre o equilíbrio na matriz de transporte nacional e internacional, e consegue aproximar a oferta da demanda e assim alavancar os negócios com a presença dos principais players dos setores de transportes, logística e comércio internacional. Entre o público visitante da feira, embarcadores de praticamente todos os segmentos econômicos participam do evento em busca da melhor solução logística para fazer chegar sua carga ao destino pretendido.
FONTE: Divulgação