As exportações do agronegócio brasileiro atingiram em 2009 42% de todas as vendas externas brasileiras, informou o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes. Segundo ele, essa é a maior participação desde a década de 60.
"Não é que as vendas do agronegócio subiram, mas que as exportações de outros setores (manufaturados e semimanufaturados) caíram mais por conta da crise financeira. Com isso, a participação relativa do agronegócio na pauta exportadora brasileira aumentou", disse Stephanes.
O ministro afirmou que o agronegócio brasileiro poderá conquistar no curto prazo um mercado com potencial de US$ 10 bilhões. Para isso, já estão programadas 19 missões de negociação sanitárias e fitossanitárias para 25 países. Entre os produtos estão a carne suína, bovina, e de aves, além de frutas. Em alguns países, como o Japão, disse o ministro, as negociações estão adiantadas.
Também estão previstas 12 missões de promoção internacional que, segundo Stephanes, serão realizadas em conjunto com a iniciativa privada. Serão visitados 15 países para negociar, entre outros produtos, soja, milho, arroz e carnes.
Dinheiro - Comparação. Em 2009, as exportações foram de US$ 65,8 bi, contra US$ 71,8 bi em 2008 (-9,8%). Para o ministro, números não são comparáveis porque houve muita variação do dólar e do preço dos produtos.
FONTE: O Tempo/MG
BLOG COM FINALIDADE DE ACOMPANHAR E COMPARTILHAR ASSUNTOS LOGÍSTICOS.
domingo, 21 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Apagão logístico é iminente, dizem empresas
A reação da economia brasileira começa a mostrar seu primeiro grande gargalo, com a iminência de um apagão logístico este ano. A estimativa é de executivos e empresários do setor de transporte rodoviário de cargas, preocupados com a forte demanda do segmento no País, aliada à falta de aportes em infraestrutura logística nos portos brasileiros. Segundo algumas empresas do setor, é possível dizer que o "apagão logístico" afetará o País este ano.
A empresa Braspress, que pretende crescer 20% em 2010 e atingir o faturamento de R$ 550 milhões, é uma das que acreditam que este ano o apagão logístico será inevitável. O diretor comercial Giuseppe Lumare Jr. vê inclusive o reajuste do frete como extremamente necessário para capitalizar as empresas; entretanto, os gargalos do setor irão inflacionar a demanda. "Não pretendemos crescer mais do que isso por não ter como garantir a qualidade dos nossos serviços. Precisamos recuperar a rentabilidade perdida através dos descontos concedidos, e selecionar os clientes ao qual atenderemos", comentou o diretor, em entrevista ao DCI.
Segundo Lumare, no começo do ano passado a empresa teve de se adaptar rapidamente para enfrentar a crise financeira global e tomou algumas medidas drásticas. "Ao deparar com a crise, modificamos nossos planos, dispensamos profissionais preparados, vendemos caminhões, e concedemos descontos", recordou ele. Entretanto, a retomada da economia nacional no ultimo trimestre, aliada ao reaquecimento acelerado do setor fizeram com que as transportadoras de cargas contratassem empregados sem treinamento, comprassem novos caminhões a altos preços e prestassem até serviços de baixa qualidade, afirmou o executivo. "Fechamos o ano com um aumento de17% no faturamento, porém tivemos grande redução em nossa rentabilidade",
disse ele.
A previsão da transportadora para este ano consiste na reposição da rentabilidade e reestruturação para acompanhar o crescimento do mercado nos próximos anos de forma sustentável. "Pretendemos crescer no máximo 20% este ano. Para isso iremos reajustar o frete em aproximadamente 14%, além de analisar com cuidado os contratos pouco rentáveis". A empresa paulista pretende investir R$ 50 milhões este ano em expansão e inaugurar novo terminal em Guarulhos (SP).
Outra do segmento que crê em um caos logístico é a Ramos Transportes, que limitou seu crescimento a 15% e não fará investimentos este ano, mesmo acreditando ser possível crescer mais. "Não acompanharemos o mercado. Temos de crescer dentro da capacidade instalada da empresa. O Brasil não está preparado para a demanda que recebe. Existem muitos gargalos e o "apagão" é iminente", ressaltou o vice-presidente da empresa, Jacinto Junior. Junior afirmou que em 2009 a previsão de crescimento era 10% e devido a crise que afetou o País, a recuperação no ultimo trimestre não conseguiu alcançar o patamar desejado. "Não tínhamos capacidade de estrutura para suportar o aumento do período. Crescemos 7%."
Este ano, a transportadora pretende faturar aproximadamente R$ 450 milhões e crescer 15% em relação ao ano passado. "Vamos limitar o nosso crescimento para nos adequarmos à capacidade de investimento. A ideia é recuperar o que perdemos por causa da crise", emendou o executivo.
A empresa também prevê fazer uma seleção de seus clientes, mas afirma já ter sido procurada por muitos clientes da concorrência que reclamavam de maus serviços prestados por elas. "Fomos procurados por diversas empresas interessadas em trocar de transportadora, por causa de atrasos e serviços ruins. No entanto, muitos clientes nossos também saíram alegando isso." Para ele, este é um termômetro do apagão: a falta de estrutura para atender a demanda. Com 68 unidades no território nacional e há 72 anos no mercado, a empresa aposta principalmente no potencial das Regiões Norte e Nordeste.
Pesquisa
O cenário do transporte rodoviário de carga no fim de 2009 não era o desejado pela empresas que atuam no setor. Terminais superlotados, falta de caminhões, motoristas e ajudantes causaram expressivos atrasos nas entregas. Segundo pesquisa da Associação Nacional de Transporte de Carga e Logística (NTC&Logística) divulgado este mês, mais de 60% das empresas entrevistadas culparam a falta de infraestrutura pelo mal atendimento aos seus clientes em 2009. Outro dado interessante da pesquisa se refere ao repasse de aumento de frete no ano passado: 64,9% dos entrevistados não repassaram o aumento aos seus clientes, e aproximadamente 27% concederam descontos.
De acordo com o presidente da NTC, Flávio Benatti, quem não conseguiu repassar os fretes naquele período deve compensar agora: "Além disso, é importante que as empresas sejam remuneradas pelos serviços adicionais, como o tempo de espera dos caminhões nos clientes e nos postos fiscais, a permanência da carga nos terminais, a cubagem de cargas volumosas, o manuseio e custos com gerenciamento de riscos, entre tantos outros fatores que contribuem para formar o valor cobrado pelo serviço".
Conforme a entidade, a crise econômica trouxe consequências graves à atividade e a empresários. "Como forma de se proteger e preservar clientes, eles adiaram investimentos e cederam às pressões do mercado, ou seja, chegaram até a conceder descontos." Com a retomada da economia, já a partir do segundo semestre de 2009, o mercado encontrou grandes dificuldades para atender à demanda do final do ano com a qualidade e segurança necessárias.
"Diante do quadro em que o setor se encontra é necessário fazer o realinhamento do frete, pois somente assim as empresas poderão cobrir os custos, recompor a margem de lucro e investir para que a demanda seja atendida de forma eficiente e com qualidade", assegurou Benatti. Apesar do cenário, a previsão é de recuperação. Tanto que na pesquisa da NTC, 45% das empresas do setor de transporte de carga pretendem investir em caminhões neste ano.
Fonte: DCI
A empresa Braspress, que pretende crescer 20% em 2010 e atingir o faturamento de R$ 550 milhões, é uma das que acreditam que este ano o apagão logístico será inevitável. O diretor comercial Giuseppe Lumare Jr. vê inclusive o reajuste do frete como extremamente necessário para capitalizar as empresas; entretanto, os gargalos do setor irão inflacionar a demanda. "Não pretendemos crescer mais do que isso por não ter como garantir a qualidade dos nossos serviços. Precisamos recuperar a rentabilidade perdida através dos descontos concedidos, e selecionar os clientes ao qual atenderemos", comentou o diretor, em entrevista ao DCI.
Segundo Lumare, no começo do ano passado a empresa teve de se adaptar rapidamente para enfrentar a crise financeira global e tomou algumas medidas drásticas. "Ao deparar com a crise, modificamos nossos planos, dispensamos profissionais preparados, vendemos caminhões, e concedemos descontos", recordou ele. Entretanto, a retomada da economia nacional no ultimo trimestre, aliada ao reaquecimento acelerado do setor fizeram com que as transportadoras de cargas contratassem empregados sem treinamento, comprassem novos caminhões a altos preços e prestassem até serviços de baixa qualidade, afirmou o executivo. "Fechamos o ano com um aumento de17% no faturamento, porém tivemos grande redução em nossa rentabilidade",
disse ele.
A previsão da transportadora para este ano consiste na reposição da rentabilidade e reestruturação para acompanhar o crescimento do mercado nos próximos anos de forma sustentável. "Pretendemos crescer no máximo 20% este ano. Para isso iremos reajustar o frete em aproximadamente 14%, além de analisar com cuidado os contratos pouco rentáveis". A empresa paulista pretende investir R$ 50 milhões este ano em expansão e inaugurar novo terminal em Guarulhos (SP).
Outra do segmento que crê em um caos logístico é a Ramos Transportes, que limitou seu crescimento a 15% e não fará investimentos este ano, mesmo acreditando ser possível crescer mais. "Não acompanharemos o mercado. Temos de crescer dentro da capacidade instalada da empresa. O Brasil não está preparado para a demanda que recebe. Existem muitos gargalos e o "apagão" é iminente", ressaltou o vice-presidente da empresa, Jacinto Junior. Junior afirmou que em 2009 a previsão de crescimento era 10% e devido a crise que afetou o País, a recuperação no ultimo trimestre não conseguiu alcançar o patamar desejado. "Não tínhamos capacidade de estrutura para suportar o aumento do período. Crescemos 7%."
Este ano, a transportadora pretende faturar aproximadamente R$ 450 milhões e crescer 15% em relação ao ano passado. "Vamos limitar o nosso crescimento para nos adequarmos à capacidade de investimento. A ideia é recuperar o que perdemos por causa da crise", emendou o executivo.
A empresa também prevê fazer uma seleção de seus clientes, mas afirma já ter sido procurada por muitos clientes da concorrência que reclamavam de maus serviços prestados por elas. "Fomos procurados por diversas empresas interessadas em trocar de transportadora, por causa de atrasos e serviços ruins. No entanto, muitos clientes nossos também saíram alegando isso." Para ele, este é um termômetro do apagão: a falta de estrutura para atender a demanda. Com 68 unidades no território nacional e há 72 anos no mercado, a empresa aposta principalmente no potencial das Regiões Norte e Nordeste.
Pesquisa
O cenário do transporte rodoviário de carga no fim de 2009 não era o desejado pela empresas que atuam no setor. Terminais superlotados, falta de caminhões, motoristas e ajudantes causaram expressivos atrasos nas entregas. Segundo pesquisa da Associação Nacional de Transporte de Carga e Logística (NTC&Logística) divulgado este mês, mais de 60% das empresas entrevistadas culparam a falta de infraestrutura pelo mal atendimento aos seus clientes em 2009. Outro dado interessante da pesquisa se refere ao repasse de aumento de frete no ano passado: 64,9% dos entrevistados não repassaram o aumento aos seus clientes, e aproximadamente 27% concederam descontos.
De acordo com o presidente da NTC, Flávio Benatti, quem não conseguiu repassar os fretes naquele período deve compensar agora: "Além disso, é importante que as empresas sejam remuneradas pelos serviços adicionais, como o tempo de espera dos caminhões nos clientes e nos postos fiscais, a permanência da carga nos terminais, a cubagem de cargas volumosas, o manuseio e custos com gerenciamento de riscos, entre tantos outros fatores que contribuem para formar o valor cobrado pelo serviço".
Conforme a entidade, a crise econômica trouxe consequências graves à atividade e a empresários. "Como forma de se proteger e preservar clientes, eles adiaram investimentos e cederam às pressões do mercado, ou seja, chegaram até a conceder descontos." Com a retomada da economia, já a partir do segundo semestre de 2009, o mercado encontrou grandes dificuldades para atender à demanda do final do ano com a qualidade e segurança necessárias.
"Diante do quadro em que o setor se encontra é necessário fazer o realinhamento do frete, pois somente assim as empresas poderão cobrir os custos, recompor a margem de lucro e investir para que a demanda seja atendida de forma eficiente e com qualidade", assegurou Benatti. Apesar do cenário, a previsão é de recuperação. Tanto que na pesquisa da NTC, 45% das empresas do setor de transporte de carga pretendem investir em caminhões neste ano.
Fonte: DCI
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Trafti une operação de carga e planeja ampliação de frota
Resultado de fusão entre quatro firmas independentes de logística, companhia vai investir R$ 25 milhões em 2010.
A Trafti, operadora logística com sede em São Bernardo do Campo, está quase pronta para rodar como uma empresa única.
Até o final de março, a companhia espera terminar as obras de sua unidade sede, na Estrada dos Casas, no município da Grande São Paulo, e reunir as equipes comerciais e administrativas das quatro empresas que lhe deram origem, em meados de 2009: Fantinati, Transvec, Transpostes e Mestra Log.
Juridicamente, o grupo funciona como uma S.A. desde o dia primeiro de janeiro. Mas, por conta das tempestades no Sudeste, a integração física atrasou e acabou ficando para março, diz Roberto Schaefer, diretor comercial da Trafti.
Segundo ele, a concentração permitirá a concretização de uma série de sinergias e estratégias de negócios dificultadas pela gestão fragmentada.
Um exemplo é a criação de núcleos setoriais de vendas, comandados por gerentes que terão como atribuição a busca de oportunidades não somente nos clientes que já estão na casa, mas também em outros elos da cadeia de produção, para acima e para baixo.
"Hoje, distribuímos medicamentos em todo o Brasil para clientes do ramo farmacêutico. Mas poderíamos fazer também a entrega das embalagens ou de matérias-primas dos produtos que entregamos", afirma o executivo.
"Melhorar a ocupação do caminhão permite reduzir custos e ofertar melhores preços".
A integração também garantirá escala para que a Trafti crie uma área de marketing, que ficará responsável pela construção de um novo site e de ações de relacionamento com clientes e potenciais clientes.
Segundo Marina Aparecida Gomes, contratada para gerenciar a área, a companhia vai participar este ano de feiras e desenvolver um sistema de CRM para entender melhor as necessidades dos clientes e oferecer serviços mais adequados ao mercado. Também será criado um site que permitirá o monitoramento da movimentação de cargas.
Com foco de vendas em nove áreas de negócios - bens de capital, indústria farmacêutica, química, óleo e gás, papel e celulose, alimentação, bens de consumo, siderurgia e hospitalar - a companhia espera crescer cerca de 15%, em 2010, e alcançar faturamento de cerca de R$ 200 milhões.
Há seis meses, quando o grupo era integrado por mais uma empresa, a Ajofer, que desistiu de participar da fusão, a expectativa era aumentar o faturamento na mesma proporção, mas sobre uma base de R$ 250 milhões.
A desistência de um dos sócios, porém, não afetou as metas para os próximos cinco anos, de alcançar os R$ 400 milhões.
Bom momento
As boas perspectivas são baseadas, segundo Schaufer, no momento econômico favorável vivido pelo país.
"Todo o setor de bens de consumo está aquecido", afirma o executivo. Para dar suporte à demanda, a companhia planeja investir entre R$ 20 milhões e 25 milhões em ampliação da frota, hoje formada por cerca de mil veículos, em obras civis, informática, treinamento de pessoas e outros incrementos.
Mas o valor, suficiente para a compra de cerca de cem caminhões sem carreta, poderá ser maior, por conta da demanda aquecida, diz Schaefer.
"Em janeiro, normalmente o movimento é mais fraco, e aumenta depois do Carnaval. Este ano, não sentimos desaceleração", afirma o executivo
Fonte: www.webtranspo.com.br
A Trafti, operadora logística com sede em São Bernardo do Campo, está quase pronta para rodar como uma empresa única.
Até o final de março, a companhia espera terminar as obras de sua unidade sede, na Estrada dos Casas, no município da Grande São Paulo, e reunir as equipes comerciais e administrativas das quatro empresas que lhe deram origem, em meados de 2009: Fantinati, Transvec, Transpostes e Mestra Log.
Juridicamente, o grupo funciona como uma S.A. desde o dia primeiro de janeiro. Mas, por conta das tempestades no Sudeste, a integração física atrasou e acabou ficando para março, diz Roberto Schaefer, diretor comercial da Trafti.
Segundo ele, a concentração permitirá a concretização de uma série de sinergias e estratégias de negócios dificultadas pela gestão fragmentada.
Um exemplo é a criação de núcleos setoriais de vendas, comandados por gerentes que terão como atribuição a busca de oportunidades não somente nos clientes que já estão na casa, mas também em outros elos da cadeia de produção, para acima e para baixo.
"Hoje, distribuímos medicamentos em todo o Brasil para clientes do ramo farmacêutico. Mas poderíamos fazer também a entrega das embalagens ou de matérias-primas dos produtos que entregamos", afirma o executivo.
"Melhorar a ocupação do caminhão permite reduzir custos e ofertar melhores preços".
A integração também garantirá escala para que a Trafti crie uma área de marketing, que ficará responsável pela construção de um novo site e de ações de relacionamento com clientes e potenciais clientes.
Segundo Marina Aparecida Gomes, contratada para gerenciar a área, a companhia vai participar este ano de feiras e desenvolver um sistema de CRM para entender melhor as necessidades dos clientes e oferecer serviços mais adequados ao mercado. Também será criado um site que permitirá o monitoramento da movimentação de cargas.
Com foco de vendas em nove áreas de negócios - bens de capital, indústria farmacêutica, química, óleo e gás, papel e celulose, alimentação, bens de consumo, siderurgia e hospitalar - a companhia espera crescer cerca de 15%, em 2010, e alcançar faturamento de cerca de R$ 200 milhões.
Há seis meses, quando o grupo era integrado por mais uma empresa, a Ajofer, que desistiu de participar da fusão, a expectativa era aumentar o faturamento na mesma proporção, mas sobre uma base de R$ 250 milhões.
A desistência de um dos sócios, porém, não afetou as metas para os próximos cinco anos, de alcançar os R$ 400 milhões.
Bom momento
As boas perspectivas são baseadas, segundo Schaufer, no momento econômico favorável vivido pelo país.
"Todo o setor de bens de consumo está aquecido", afirma o executivo. Para dar suporte à demanda, a companhia planeja investir entre R$ 20 milhões e 25 milhões em ampliação da frota, hoje formada por cerca de mil veículos, em obras civis, informática, treinamento de pessoas e outros incrementos.
Mas o valor, suficiente para a compra de cerca de cem caminhões sem carreta, poderá ser maior, por conta da demanda aquecida, diz Schaefer.
"Em janeiro, normalmente o movimento é mais fraco, e aumenta depois do Carnaval. Este ano, não sentimos desaceleração", afirma o executivo
Fonte: www.webtranspo.com.br
Trânsito é empecilho para desempenho de operador logístico
Altos índices de congestionamentos levam à inclusão do tempo gasto no trânsito no planejamento das operações
Tempo gasto no trânsito diminui lucro de operadores logísticos
Os altos índices de congestionamentos registrados em cidades como São Paulo, onde a média de engarrafamento é de 136 quilômetros em horário de pico, levam empresas do setor logístico a incluírem nos seus planos de operação o tempo gasto no trânsito.
Marcelo Alvarez, gerente executivo de logística da Brasilmaxi, que atua no setor, afirma que, em média, a companhia perde de três a quatro horas, por veículo, presa nos congestionamentos da capital paulista.
“Nosso faturamento está baseado no número de operações realizadas. Portanto, perdemos uma produtividade grande que reflete diretamente no resultado da empresa”, explica Alvarez ao afirmar que se o ‘trânsito’, que está entre os quesitos que influenciam o desempenho da operadora, fosse isolado, o faturamento da companhia, que cresceu 15% no ano passado - poderia ter sido 20% ou 30% maior.
Para a Cargolift, o trânsito também é um fator de preocupação. Embora apenas 20% frota da companhia atue em grandes cidades, os congestionamentos influenciam no desempenho da empresa.
“A velocidade média na rodovia é de aproximadamente 65 quilômetros por hora, em compensação - em cidades como São Paulo - a velocidade cai para nove quilômetros”, destaca Markenson Marques, presidente da companhia.
Medidas
Para tentar conter os impactos dos grandes congestionamentos nos resultados, as companhias têm investido em tecnologia para desviar dos engarrafamentos.
“Temos uma central de gerenciamento de risco e rastreamento. Há uma equipe 24 horas por dia acompanhando o trabalho e instruindo nossos motoristas, no sentido de buscar alternativas que não deixem de lado a segurança”, ressalta Alvarez.
Segundo ele, os equipamentos utilizados pela empresa possuem tecnologias por satélite, GSM e rádio. Para Alvarez é imprescindível este tipo de trabalho, pois é fundamental que se prime pela segurança da carga e do colaborador. “A falta de segurança restringe a adoção total de rotas alternativas. Pois há percursos onde você aumenta o grau de risco de roubo de cargas”.
Embora a Cargolifit também utilize recursos tecnológicos para obter as melhores rotas, a companhia optou por retirar suas operações de São Paulo.
“Levaremos diversas operações para o interior do estado. Abrimos filiais em Piracicaba e em Sorocaba. O próximo passo será inaugurar uma unidade em Campinas”, relata Marques.
Soluções
Ao lidar diariamente com os transtornos que um congestionamento ocasiona, as empresas de logística conseguem apontar soluções que poderiam ajudar a melhorar o trânsito das grandes cidades.
“Existem varias medidas. O replanejamento do rodízio de veículos e das áreas de estacionamento é uma delas. É necessário também que se melhore o transporte público”, destaca Alvarez. E complementa: “uma adesão maior de entregas noturnas seria muito interessante, porém teríamos que fazer uma revisão de toda a questão de segurança pública”.
Marques, aponta outras alternativas: “Deveria ser criado algum tipo de sobretaxa no frete para que os embarcadores não requisitem as operações apenas durante o dia. Isso poderia até baratear a atividade. Por exemplo, para uma transportadora que utiliza o caminhão por 12 horas durante o dia, e na madrugada mantém o veículo parado, a operação durante a madrugada otimizaria os resultados”, explica.
Fonte: www.webtranspo.com.br
Tempo gasto no trânsito diminui lucro de operadores logísticos
Os altos índices de congestionamentos registrados em cidades como São Paulo, onde a média de engarrafamento é de 136 quilômetros em horário de pico, levam empresas do setor logístico a incluírem nos seus planos de operação o tempo gasto no trânsito.
Marcelo Alvarez, gerente executivo de logística da Brasilmaxi, que atua no setor, afirma que, em média, a companhia perde de três a quatro horas, por veículo, presa nos congestionamentos da capital paulista.
“Nosso faturamento está baseado no número de operações realizadas. Portanto, perdemos uma produtividade grande que reflete diretamente no resultado da empresa”, explica Alvarez ao afirmar que se o ‘trânsito’, que está entre os quesitos que influenciam o desempenho da operadora, fosse isolado, o faturamento da companhia, que cresceu 15% no ano passado - poderia ter sido 20% ou 30% maior.
Para a Cargolift, o trânsito também é um fator de preocupação. Embora apenas 20% frota da companhia atue em grandes cidades, os congestionamentos influenciam no desempenho da empresa.
“A velocidade média na rodovia é de aproximadamente 65 quilômetros por hora, em compensação - em cidades como São Paulo - a velocidade cai para nove quilômetros”, destaca Markenson Marques, presidente da companhia.
Medidas
Para tentar conter os impactos dos grandes congestionamentos nos resultados, as companhias têm investido em tecnologia para desviar dos engarrafamentos.
“Temos uma central de gerenciamento de risco e rastreamento. Há uma equipe 24 horas por dia acompanhando o trabalho e instruindo nossos motoristas, no sentido de buscar alternativas que não deixem de lado a segurança”, ressalta Alvarez.
Segundo ele, os equipamentos utilizados pela empresa possuem tecnologias por satélite, GSM e rádio. Para Alvarez é imprescindível este tipo de trabalho, pois é fundamental que se prime pela segurança da carga e do colaborador. “A falta de segurança restringe a adoção total de rotas alternativas. Pois há percursos onde você aumenta o grau de risco de roubo de cargas”.
Embora a Cargolifit também utilize recursos tecnológicos para obter as melhores rotas, a companhia optou por retirar suas operações de São Paulo.
“Levaremos diversas operações para o interior do estado. Abrimos filiais em Piracicaba e em Sorocaba. O próximo passo será inaugurar uma unidade em Campinas”, relata Marques.
Soluções
Ao lidar diariamente com os transtornos que um congestionamento ocasiona, as empresas de logística conseguem apontar soluções que poderiam ajudar a melhorar o trânsito das grandes cidades.
“Existem varias medidas. O replanejamento do rodízio de veículos e das áreas de estacionamento é uma delas. É necessário também que se melhore o transporte público”, destaca Alvarez. E complementa: “uma adesão maior de entregas noturnas seria muito interessante, porém teríamos que fazer uma revisão de toda a questão de segurança pública”.
Marques, aponta outras alternativas: “Deveria ser criado algum tipo de sobretaxa no frete para que os embarcadores não requisitem as operações apenas durante o dia. Isso poderia até baratear a atividade. Por exemplo, para uma transportadora que utiliza o caminhão por 12 horas durante o dia, e na madrugada mantém o veículo parado, a operação durante a madrugada otimizaria os resultados”, explica.
Fonte: www.webtranspo.com.br
sábado, 13 de fevereiro de 2010
O barato sai caro
Para os transportadores é fácil visualizar, em determinados casos, a pouca atenção dos tomadores de serviço na escolha por uma transportadora e a falta de cuidados na hora de optar por uma empresa. Mas é preciso alertar a sociedade sobre este descaso. Claro que a maioria das transportadoras age corretamente, mas é bom tomar alguns cuidados na hora de contratar, para evitar dores de cabeça e prejuízos.
Com o aumento pela procura dos serviços nos últimos anos, surgiram alguns aventureiros no mercado, como em qualquer outra atividade econômica. Esta minoria não segue os padrões mínimos exigidos pela legislação, comprometendo os serviços e até mesmo a imagem do setor.
Por isso, quando for preciso escolher uma empresa de transporte, é necessário verificar se ela possui frota própria de caminhões, se é adequada às necessidades do contratante, se realiza investimentos na renovação e manutenção constante desta frota, se realiza treinamento de motoristas, bem como se possui inteligência logística em serviços e os cuidados com o transporte do produto em questão. Além disso, para uma empresa de transporte poder operar, ela deve possuir o Registro Nacional do Transportador Rodoviário de Cargas (RNTRC), que é expedido pela ANTT (Agência Nacional do Transporte Terrestre). Ainda deve, obrigatoriamente, possuir Apólice de Seguro de Responsabilidade Civil (RCTRC) para garantir as cargas que lhes são confiadas. Este seguro é obrigatório por lei e toda transportadora deve pagá-lo mensalmente. Dependendo do tipo de produto a ser transportado, outras licenças serão necessárias como no caso dos produtos químicos e perigosos.
Outra documentação que deve ser verificada é se a transportadora emite o Conhecimento de Transporte Rodoviário (CTRC), que é o documento fiscal da transportadora e que serve inclusive para a cobrança pelos serviços.
As empresas são obrigadas a fornecer estas e qualquer outro tipo de informações que o consumidor achar condizente. Assim, como pode oferecer o número do CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica) para consulta junto ao Ministério da Fazenda.
Estas são questões primordiais para avaliar uma transportadora. É preciso lembrar que o transporte de carga também deve ser analisado, como qualquer outro serviço. Para não ter problemas futuros, realizar uma pesquisa não só quanto ao custo, mas também quanto aos cuidados com a carga, disponibilidade de frota, pontualidade, regularidade fiscal e follow-up das empresas garantem que não haja surpresas desagradáveis para o contratante.
Claro que tudo isto tem um custo e as melhores empresas possuem um valor dentro dos padrões do mercado. Se a transportadora que você procura trabalha muito abaixo do que é sugerido, cuidado: o barato pode sair caro.
Por: Fernando Klein Nunes - Presidente do Setcepar - Sindicato das Empresas de Transportes de Cargas do Paraná
Com o aumento pela procura dos serviços nos últimos anos, surgiram alguns aventureiros no mercado, como em qualquer outra atividade econômica. Esta minoria não segue os padrões mínimos exigidos pela legislação, comprometendo os serviços e até mesmo a imagem do setor.
Por isso, quando for preciso escolher uma empresa de transporte, é necessário verificar se ela possui frota própria de caminhões, se é adequada às necessidades do contratante, se realiza investimentos na renovação e manutenção constante desta frota, se realiza treinamento de motoristas, bem como se possui inteligência logística em serviços e os cuidados com o transporte do produto em questão. Além disso, para uma empresa de transporte poder operar, ela deve possuir o Registro Nacional do Transportador Rodoviário de Cargas (RNTRC), que é expedido pela ANTT (Agência Nacional do Transporte Terrestre). Ainda deve, obrigatoriamente, possuir Apólice de Seguro de Responsabilidade Civil (RCTRC) para garantir as cargas que lhes são confiadas. Este seguro é obrigatório por lei e toda transportadora deve pagá-lo mensalmente. Dependendo do tipo de produto a ser transportado, outras licenças serão necessárias como no caso dos produtos químicos e perigosos.
Outra documentação que deve ser verificada é se a transportadora emite o Conhecimento de Transporte Rodoviário (CTRC), que é o documento fiscal da transportadora e que serve inclusive para a cobrança pelos serviços.
As empresas são obrigadas a fornecer estas e qualquer outro tipo de informações que o consumidor achar condizente. Assim, como pode oferecer o número do CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica) para consulta junto ao Ministério da Fazenda.
Estas são questões primordiais para avaliar uma transportadora. É preciso lembrar que o transporte de carga também deve ser analisado, como qualquer outro serviço. Para não ter problemas futuros, realizar uma pesquisa não só quanto ao custo, mas também quanto aos cuidados com a carga, disponibilidade de frota, pontualidade, regularidade fiscal e follow-up das empresas garantem que não haja surpresas desagradáveis para o contratante.
Claro que tudo isto tem um custo e as melhores empresas possuem um valor dentro dos padrões do mercado. Se a transportadora que você procura trabalha muito abaixo do que é sugerido, cuidado: o barato pode sair caro.
Por: Fernando Klein Nunes - Presidente do Setcepar - Sindicato das Empresas de Transportes de Cargas do Paraná
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Escoamento da safra já provoca fila de caminhões
O início do escoamento da safra recorde trouxe de volta a fila na estrada que leva ao Porto de Paranaguá. No fim da tarde de ontem, o congestionamento atingia mais de 15 quilômetros, segundo informações da Ecovia, concessionária que administra o trecho da BR-277 que liga Curitiba ao litoral.
Vários fatores teriam contribuído para o congestionamento, entre elas a demora na verificação da soja que chega ao porto. A Empresa Paranaense de Classificação de Produtos (Claspar), que executa esse serviço, informa que o movimento foi acima do esperado para a época e que o problema deve ser resolvido dentro de dois a três dias. “Estamos nos ajustando à demanda e à falta de informações dos produtos. Muitas cargas estão chegando ao porto sem cadastro”, afirma César Elias Simão, gerente da Claspar em Paranaguá.
Às 17 horas de ontem o motorista Luiz Carlos de Souza Vieira Lopes, 33 anos, que trazia um carregamento de seja de Sorriso (MT) sofria com a fila e com o calor. “Estamos sob um sol de 40°C, sem conseguir comprar uma água gelada e sem ter uma atitude do porto para diminuir essa fila. Tem entrado muito mais caminhão do que tem saído. É preciso acelerar isso”, reclamou.
A assessoria de imprensa da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) alega que a fila é um episódio pontual, provocado pelo ajuste normal de início da safra. A Appa informa que uma ordem de serviço, do dia 1º de fevereiro, estabeleceu que apenas caminhões carregados com soja, milho e farelo poderiam entrar no pátio de triagem. Apesar disso, operadores estariam desrespeitando essa norma. Outra hipótese seria a antecipação do envio de cargas para o porto em função do feriado de carnaval, na próxima semana.
Segundo a Appa, o número de caminhões que chegam para descarregar no porto diariamente passou de 300 para 800 desde a semana passada e deve chegar a 2 mil nos meses de pico de embarque da safra (março e abril).
A previsão é de um aumento de 20% a 25% nos embarques do complexo soja. No ano passado foram embarcadas 4,76 milhões de toneladas de soja – 14,29% mais do que em 2008 – e 4,75 milhões de toneladas de farelo, queda de 2,37% na mesma base de comparação.
Passado - Há pelo menos dois anos os caminhoneiros não viam uma fila desse porte em Paranaguá. No passado, os congestionamentos eram um problema crônico no porto e não raro chegavam até Curitiba, o que levou a direção do porto a estabelecer, a partir de 2004, a nominação prévia de navios e local para estocagem, a fim de evitar as filas. “Agora teremos uma boa safra e uma fila no início da safra é preocupante. Quanto mais tempo o caminhoneiro esperar maior o prejuízo”, afirma o diretor do Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas do Paraná (Setcepar), Laudio Luiz Soder.
No fim da tarde, chegou a circular, em Paranaguá, rumores sobre problemas em um terminal de descarga da Cargill, o que teria forçado a realocação de cargas em outros terminais e tornado lenta a operação de embarque. No entanto, a Cargill, por meio de sua assessoria de imprensa, informou ontem que a operação estava normal. A Appa também não detectou nenhuma alteração no funcionamento dos terminais.
“Estou aqui há três horas, não andei mais que seis quilômetros e não sei se vou conseguir entrar no pátio antes de anoitecer”, lamentava o caminhoneiro Rosemar dos Santos, 33 anos, que havia chegado na fila às 13h30 de ontem. “Dessa vez não sei qual é o motivo da fila. Mas, desde que o governo do estado começou a briga contra os trangênicos, nós é que sofremos”, diz.
Fonte: Gazeta do Povo - PR
Vários fatores teriam contribuído para o congestionamento, entre elas a demora na verificação da soja que chega ao porto. A Empresa Paranaense de Classificação de Produtos (Claspar), que executa esse serviço, informa que o movimento foi acima do esperado para a época e que o problema deve ser resolvido dentro de dois a três dias. “Estamos nos ajustando à demanda e à falta de informações dos produtos. Muitas cargas estão chegando ao porto sem cadastro”, afirma César Elias Simão, gerente da Claspar em Paranaguá.
Às 17 horas de ontem o motorista Luiz Carlos de Souza Vieira Lopes, 33 anos, que trazia um carregamento de seja de Sorriso (MT) sofria com a fila e com o calor. “Estamos sob um sol de 40°C, sem conseguir comprar uma água gelada e sem ter uma atitude do porto para diminuir essa fila. Tem entrado muito mais caminhão do que tem saído. É preciso acelerar isso”, reclamou.
A assessoria de imprensa da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) alega que a fila é um episódio pontual, provocado pelo ajuste normal de início da safra. A Appa informa que uma ordem de serviço, do dia 1º de fevereiro, estabeleceu que apenas caminhões carregados com soja, milho e farelo poderiam entrar no pátio de triagem. Apesar disso, operadores estariam desrespeitando essa norma. Outra hipótese seria a antecipação do envio de cargas para o porto em função do feriado de carnaval, na próxima semana.
Segundo a Appa, o número de caminhões que chegam para descarregar no porto diariamente passou de 300 para 800 desde a semana passada e deve chegar a 2 mil nos meses de pico de embarque da safra (março e abril).
A previsão é de um aumento de 20% a 25% nos embarques do complexo soja. No ano passado foram embarcadas 4,76 milhões de toneladas de soja – 14,29% mais do que em 2008 – e 4,75 milhões de toneladas de farelo, queda de 2,37% na mesma base de comparação.
Passado - Há pelo menos dois anos os caminhoneiros não viam uma fila desse porte em Paranaguá. No passado, os congestionamentos eram um problema crônico no porto e não raro chegavam até Curitiba, o que levou a direção do porto a estabelecer, a partir de 2004, a nominação prévia de navios e local para estocagem, a fim de evitar as filas. “Agora teremos uma boa safra e uma fila no início da safra é preocupante. Quanto mais tempo o caminhoneiro esperar maior o prejuízo”, afirma o diretor do Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas do Paraná (Setcepar), Laudio Luiz Soder.
No fim da tarde, chegou a circular, em Paranaguá, rumores sobre problemas em um terminal de descarga da Cargill, o que teria forçado a realocação de cargas em outros terminais e tornado lenta a operação de embarque. No entanto, a Cargill, por meio de sua assessoria de imprensa, informou ontem que a operação estava normal. A Appa também não detectou nenhuma alteração no funcionamento dos terminais.
“Estou aqui há três horas, não andei mais que seis quilômetros e não sei se vou conseguir entrar no pátio antes de anoitecer”, lamentava o caminhoneiro Rosemar dos Santos, 33 anos, que havia chegado na fila às 13h30 de ontem. “Dessa vez não sei qual é o motivo da fila. Mas, desde que o governo do estado começou a briga contra os trangênicos, nós é que sofremos”, diz.
Fonte: Gazeta do Povo - PR
domingo, 7 de fevereiro de 2010
O Boticário investe R$ 85 milhões em novo CD
A gigante de cosméticos e perfumaria O Boticário inaugurou no começo do mês o seu novo centro de distribuição no país (foto, Gilberto Marques). Instalado em Registro, no Vale do Ribeira (SP), com obras iniciadas em maio do ano passado, o empreendimento exigiu investimentos de R$ 85 milhões.
Estrutura - O novo CD do Boticário, considerada a maior rede de franquias de cosméticos e perfumaria do mundo, com cerca de 2,8 mil lojas em mais de 1.550 municípios do país, além de 70 lojas e 1.000 pontos de venda em 13 países, tem 30 mil metros quadrados de área construída em um terreno de 130 mil metros quadrados. De acordo com a empresa, a unidade aumenta em mais de 100% a capacidade de distribuição da marca.
O CD, que passa a distribuir os mais de 600 itens do portfólio da marca, entre perfumes, cremes e maquiagens, é capaz de expedir 700 caixas por hora e estocar até 26 mil pallets, mais do que o dobro da capacidade atual. Trata-se do primeiro da empresa fora do Paraná, onde mantém um centro distribuição em sua planta de São José dos Pinhais desde 1999.
De acordo com a empresa, a linha de separação de produtos possui um conceito de operação diferenciado e de alta performance, que otimiza todo o processo, atingindo 25 mil itens por hora. “A iniciativa potencializa entregas ainda mais flexíveis, aumentando a capacidade de abastecimento para todos os pontos de venda da rede”, explica o presidente do Boticário, Artur Grynbaum.
O diretor de Operações da empresa, Giuseppe Musella, destaca que a escolha do município de Registro para a instalação do CD foi estratégica para a logística. “A cidade está localizada entre nossa fábrica, em São José dos Pinhais (PR), e os maiores centros consumidores dos nossos produtos. Além disso, temos a facilidade do acesso pela Rodovia Régis Bittencourt (BR 116) para os demais estados do país”, explica.
Responsabilidade - A empresa ressalta que também foram incluídas no projeto soluções inteligentes para garantir o uso adequado dos recursos naturais e o destino correto dos resíduos gerados nas instalações. Entre elas, sistema inteligente de iluminação, em que uma parte da fachada e do telhado é feita em material translúcido, para o maior aproveitamento da luz natural; coleta seletiva; torneiras e descargas automáticas; estação de tratamento de efluentes e sistema de captação e reaproveitamento da água das chuvas.
Fonte: Canaldotransporte
Estrutura - O novo CD do Boticário, considerada a maior rede de franquias de cosméticos e perfumaria do mundo, com cerca de 2,8 mil lojas em mais de 1.550 municípios do país, além de 70 lojas e 1.000 pontos de venda em 13 países, tem 30 mil metros quadrados de área construída em um terreno de 130 mil metros quadrados. De acordo com a empresa, a unidade aumenta em mais de 100% a capacidade de distribuição da marca.
O CD, que passa a distribuir os mais de 600 itens do portfólio da marca, entre perfumes, cremes e maquiagens, é capaz de expedir 700 caixas por hora e estocar até 26 mil pallets, mais do que o dobro da capacidade atual. Trata-se do primeiro da empresa fora do Paraná, onde mantém um centro distribuição em sua planta de São José dos Pinhais desde 1999.
De acordo com a empresa, a linha de separação de produtos possui um conceito de operação diferenciado e de alta performance, que otimiza todo o processo, atingindo 25 mil itens por hora. “A iniciativa potencializa entregas ainda mais flexíveis, aumentando a capacidade de abastecimento para todos os pontos de venda da rede”, explica o presidente do Boticário, Artur Grynbaum.
O diretor de Operações da empresa, Giuseppe Musella, destaca que a escolha do município de Registro para a instalação do CD foi estratégica para a logística. “A cidade está localizada entre nossa fábrica, em São José dos Pinhais (PR), e os maiores centros consumidores dos nossos produtos. Além disso, temos a facilidade do acesso pela Rodovia Régis Bittencourt (BR 116) para os demais estados do país”, explica.
Responsabilidade - A empresa ressalta que também foram incluídas no projeto soluções inteligentes para garantir o uso adequado dos recursos naturais e o destino correto dos resíduos gerados nas instalações. Entre elas, sistema inteligente de iluminação, em que uma parte da fachada e do telhado é feita em material translúcido, para o maior aproveitamento da luz natural; coleta seletiva; torneiras e descargas automáticas; estação de tratamento de efluentes e sistema de captação e reaproveitamento da água das chuvas.
Fonte: Canaldotransporte
Assinar:
Postagens (Atom)