A AGV Logística, operador logístico integrado com sede em Vinhedo (SP), acaba de anunciar a conquista de nada menos que cinco clientes. A empresa passou atender as empresas Roche e AstraZeneca, na área farmacêutica; a indústria de confeitos Cadbury Adams; a filial brasileira da multinacional de bebidas Pernod Ricard e a gigante de equipamentos agrícolas AGCO.
Operações - No atendimento à Roche, segundo o diretor da Unidade de Negócios de Saúde da AGV Logística, Mauricio Pires Motta, o acordo prevê o transporte de toda linha de secos não-perecíveis. "Atendendo a demanda, inicialmente, do Sudeste e no médio prazo, a região Sul e Centro-Oeste", completa. De acordo com a AGV, a operação partirá do centro de importação, armazenagem e distribuição da Roche em Anápolis (GO). “Só no Sudeste serão cerca de 36,5 toneladas de produtos transportados ao mês por modal rodoviário”, informa Motta.
No caso da AstraZeneca, a AGV atuará com serviços logísticos na área de Trade Marketing, incluindo amostras grátis. De acordo com a operadora logística, serão mais de 600 destinos atendidos no território nacional.
Já para a Cadbury Adams Brasil, dona de conhecidas marcas como Halls, Trident, Bubbaloo e Chiclets, o contrato envolve a armazenagem de produtos. Para este novo contrato, a AGV informa que investiu na adequação de novos galpões em Maceió (AL) e Contagem (MG), além de redesenhar todos os layouts de TI para se adequar ao sistema do cliente. Juntas, segundo a empresa, estas unidades somam mais de 4.500m² e 4.449 posições paletes, atendendo a demanda de todo o Nordeste, Tocantins, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Centro Oeste.
A AGV Logística assumiu ainda as operações logísticas no país do Grupo Pernod Ricard, multinacional francesa co-líder de mercado em bebidas destiladas e vinhos e a número 1 no segmento super Premium. A operação, cuja base está situada em Resende (RJ), é in house, ou seja, realizada em conjunto e nas instalações físicas do cliente.
Outra operação in house iniciada pela AGV é com a AGCO, que detém as marcas de máquinas agrícolas Massey Ferguson, Fendt, Challenger e Valtra. Com base em Jundiaí (SP), de acordo com a operadora logística, o atendimento envolve centenas de profissionais, cerca de 50.000 SKUs (itens de estoque) e uma área de armazenagem de 7.000 m², destinada principalmente ao segmento de peças para reposição, incluindo acondicionamento e transporte, com peças de tamanhos variados - de parafusos a partes com mais de 5 metros – e preparação para expedição de peças para o exterior.
Liderança - A AGV Logística, que no final do ano passado recebeu um aporte de US$ 100 milhões do fundo Equity International, tem como meta assumir a liderança do setor de operadores logísticos nacionais integrados até 2011. Com 32 filiais em 12 estados, a empresa atende, atualmente, mais de 120 clientes dos mais variados setores, como alimentos, saúde humana, saúde animal, nutrição animal, indústria química, serviços bancários, varejo e tecnologia.
Além dos cinco novos clientes, a empresa já atende empresas como Diageo, Danone, Perfetti Van Melle, Kibon e Itambé, na área de alimentos e bebidas; Biolab, Eurofarma, Moksha8, Segmenta, Claris e Meditronic, no segmento de saúde humana; entre outras. Perto de comemorar 11 anos de atuação, a serem completados no próximo dia 23 de outubro, a AGV faturou R$ 226 milhões em 2008. Para este ano, projeta faturar aproximadamente R$ 270 milhões. “A AGV registrou crescimento de 40% no primeiro trimestre de 2009 em relação ao mesmo período do ano passado. Conseguimos atingir esses números graças à nossa estratégia de diversificação e expansão de portifólio”, destaca Vasco Oliveira Neto, presidente da AGV.
*Saiba mais: http://www.agvlogistica.com.br/
Fonte: canaldotransporte
BLOG COM FINALIDADE DE ACOMPANHAR E COMPARTILHAR ASSUNTOS LOGÍSTICOS.
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Expresso Mirassol implementa roteirizador RoadNet
Nova ferramenta irá otimizar a frota da empresa e representará ganho de 5% a 10% nas operações de Milk Run e distribuição de cargas
O Expresso Mirassol, empresa de transporte de cargas e logística com mais de 60 anos de tradição no mercado, acaba de implementar em suas operações o software de roteirização RoadNet, desenvolvido pela norte-americana UPS Logistics Group.
A ferramenta permite o gerenciamento de rotas de coletas e entregas com grande número de variáveis e ajuda nas operações calculando distâncias, montando rotas e permitindo o acompanhamento de dados em tempo real. “O Expresso Mirassol já contava com uma ferramenta de roteirização, mas a aquisição do RoadNet, que traz um grande número de vantagens e recursos, nos permitirá um ganho de 5% a 10% na otimização das rotas no Milk Run e nas operações de distribuição”, conta Danilo Salgueiro, gestor Corporativo de Compras do Expresso Mirassol.
Em fase de implementação, a nova ferramenta é considerada imprescindível para a operação logística. Entre seus atributos, o RoadNet permite o cadastramento de motoristas, veículos e entrada de dados variáveis, utilizando um mapa rodoviário completo do Brasil. “O programa utiliza algoritmos heurísticos, o que permite pesquisas por meio da quantificação de proximidade a um determinado objetivo, tecnologia de ponta disponível no mercado”, explica o gestor.
Com a ferramenta, o Expresso Mirassol será capaz de calcular rotas mais precisas e levar em conta diversas variáveis, como as zonas de restrições aos caminhões em São Paulo e em outras grandes cidades brasileiras, além de permitir a tomada de decisões mais rápidas, diante de dados como o tempo de descarga e horário de rush, gerando correções na rota quando necessário.
Fonte: Fator Brasil
O Expresso Mirassol, empresa de transporte de cargas e logística com mais de 60 anos de tradição no mercado, acaba de implementar em suas operações o software de roteirização RoadNet, desenvolvido pela norte-americana UPS Logistics Group.
A ferramenta permite o gerenciamento de rotas de coletas e entregas com grande número de variáveis e ajuda nas operações calculando distâncias, montando rotas e permitindo o acompanhamento de dados em tempo real. “O Expresso Mirassol já contava com uma ferramenta de roteirização, mas a aquisição do RoadNet, que traz um grande número de vantagens e recursos, nos permitirá um ganho de 5% a 10% na otimização das rotas no Milk Run e nas operações de distribuição”, conta Danilo Salgueiro, gestor Corporativo de Compras do Expresso Mirassol.
Em fase de implementação, a nova ferramenta é considerada imprescindível para a operação logística. Entre seus atributos, o RoadNet permite o cadastramento de motoristas, veículos e entrada de dados variáveis, utilizando um mapa rodoviário completo do Brasil. “O programa utiliza algoritmos heurísticos, o que permite pesquisas por meio da quantificação de proximidade a um determinado objetivo, tecnologia de ponta disponível no mercado”, explica o gestor.
Com a ferramenta, o Expresso Mirassol será capaz de calcular rotas mais precisas e levar em conta diversas variáveis, como as zonas de restrições aos caminhões em São Paulo e em outras grandes cidades brasileiras, além de permitir a tomada de decisões mais rápidas, diante de dados como o tempo de descarga e horário de rush, gerando correções na rota quando necessário.
Fonte: Fator Brasil
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
MAKRO REFORÇA LOGÍSTICA E TERÁ MAIS 4 CENTROS DE DISTRIBUIÇÃO
A operação da atacadista holandesa Makro no País passará por uma mudança com o reforço da estrutura logística e a incorporação de quatro centros de distribuição (CD), uma vez que a companhia acelera a expansão para fora dos grandes centros urbanos, nas regiões interioranas. Assim, a rede, que faturou R$ 5 bilhões em 2008, reduzirá os custos com entrega e estoque nas lojas e ao mesmo tempo, aumentará o sortimento de itens vendidos.
Segundo o diretor de Logística para a América do Sul, Heráclito Ribas, "a expansão a cidades menores esbarra na capacidade logística. Não é fácil para os pequenos e médios fornecedores chegar à Região Norte", disse o executivo ao DCI. Outro fator é que nessas áreas as lojas são menores, se comparadas às de São Paulo, por exemplo.
O valor do aporte injetado em infraestrutura não foi revelado, mas o centro de distribuição que funcionará a parti r de outubro, em Taboão da Serra (SP), terá capacidade para abastecer 100 filiais, suportando a expansão para no mínimo os próximos três anos.Atualmente, o Makro pretende encerrar o ano com 70 unidades, e pelo menos outras nove estão programadas para 2010.
Enquanto o CD paulista será voltado para o recebimento de produtos secos, a Grande São Paulo ganhará outra estrutura semelhante para acondicionar e distribuir itens perecíveis. Um galpão em São Francisco do Sul (SC), que recepciona artigos importados, será ampliado para atender a Região Sul. "Teremos no nordeste mais um centro de distribuição para atender os fornecedores locais e facilitar o trânsito para o norte", acrescentou Ribas.
Os galpões, um deles com 26 mil metros quadrados, serão todos alugados pela atacadista, que será a responsável pela implantação do software que faz a gestão do sistema, com tecnologia importada do Makro na Ásia. Já a frota de veículos é tercei rizada, composta por oito empresas, entre elas o Grupo Logos. O executivo diz que o mesmo modelo está em desenvolvimento nas operações de Venezuela, Colômbia e Peru.
Na avaliação do diretor de Marketing do Makro, Gustavo Delamanha, os centros de distribuição possibilitarão que alguns fornecedores ampliem sua capacidade de serviço para a rede em 30%. Para se ter uma ideia da capacidade do CD de Taboão da Serra, a cadeia movimenta mais de cinco milhões de caixas por mês, enquanto o novo local concentrará dois milhões deste total.
O novo modelo logístico vai possibilitar o desenvolvimento de novos negócios, como a preparação de kits promocionais e de cestas básicas, a reembalagem e a adequação de produtos ao modelo usado pelo Makro, além da reorganização do abastecimento de itens de alto valor agregado como a linha branca (geladeiras, lavadoras, microondas).
"O sistema beneficiará outros canais de vendas, como o Eletro Atacado e Contas Nacionais, atendendo empresas do governo e redes hoteleiras", observou Delamanha. A rede intensificará ações para conquistar contas de empresas relacionadas a programas de incentivo, entregando um determinado prêmio, como um eletroeletrônico, na residência do funcionário contemplado.
Recuperação
Depois de registrar vendas menores no início do ano, um reflexo da crise econômico-financeira, a rede passou por um mês de julho atípico, afetado tanto pelo frio quanto pela gripe suína. No primeiro semestre, as vendas das lojas comparáveis cresceram entre 7% e 8% sobre igual período de 2008. Para o diretor de Marketing, o Makro detectou uma reação do consumo em agosto, e, na reta final deste mês, os indicativos são favoráveis. "O Brasil voltou a respirar melhor. Temos condições de recuperar tudo isso no quatro trimestre." Ele pondera que no final do ano a expansão programada para 2010 poderá ser revista, de acordo com o resultado.
Estratégia
Especialistas ouvidos pela reportagem consideram ainda que este reforço na logística é uma estratégia para minimizar a perda de espaço no mercado diante do avanço das redes de cash&carry, conhecidas como "atacarejo", entre elas, Atacadão (Grupo Carrefour), Assai (Grupo Pão de Açúcar), Comprefort (Supermercados Comper) e Maxxi Atacado (Walmart). Dos sete estados no norte, os únicos que não terão lojas este ano são Amapá e Roraima. Até o final do ano, Acre e Tocantins (estado em que o concorrente Atacadão está presente) receberão novas unidades
O reforço da infraestrutura logística será uma das prioridades no País da líder atacadista Makro, que prepara a operação de quatro centros de distribuição (CD) no próximo ano visando à expansão fora dos grandes centros urbanos.
A ideia da multinacional holandesa é reduzir os custos com entrega e estoque nas lojas, e, ao mesmo tempo, a umentar o sortimento de itens vendidos, explica Heráclito Ribas, diretor de Logística para a América do Sul.
Segundo ele, o primeiro CD começa a funcionar em outubro, em uma área de 26 mil metros quadrados localizada em Taboão da Serra (SP), com capacidade para movimentar dois dos mais de cinco milhões de caixas manipuladas mensalmente. "Este complexo permite o abastecimento de 100 lojas, e nós temos 70 em todas as regiões do Brasil", diz Ribas.
Para atender outros ramais, os demais CDs serão instalados em Santa Catarina, onde já funciona um depósito de artigos importados, no nordeste e na Grande São Paulo - este, voltado a perecíveis. A previsão da rede é que a medida permita aos pequenos e médios fornecedores direcionar as entregas ao CD e ampliar a capacidade de serviço em até 30%. Responsável pelo faturamento de R$ 5 bilhões em 2008, a rede quer crescer 12% este ano e vê a abertura de até nove lojas em 2010.
Fonte: DCI/Site da NTC
Segundo o diretor de Logística para a América do Sul, Heráclito Ribas, "a expansão a cidades menores esbarra na capacidade logística. Não é fácil para os pequenos e médios fornecedores chegar à Região Norte", disse o executivo ao DCI. Outro fator é que nessas áreas as lojas são menores, se comparadas às de São Paulo, por exemplo.
O valor do aporte injetado em infraestrutura não foi revelado, mas o centro de distribuição que funcionará a parti r de outubro, em Taboão da Serra (SP), terá capacidade para abastecer 100 filiais, suportando a expansão para no mínimo os próximos três anos.Atualmente, o Makro pretende encerrar o ano com 70 unidades, e pelo menos outras nove estão programadas para 2010.
Enquanto o CD paulista será voltado para o recebimento de produtos secos, a Grande São Paulo ganhará outra estrutura semelhante para acondicionar e distribuir itens perecíveis. Um galpão em São Francisco do Sul (SC), que recepciona artigos importados, será ampliado para atender a Região Sul. "Teremos no nordeste mais um centro de distribuição para atender os fornecedores locais e facilitar o trânsito para o norte", acrescentou Ribas.
Os galpões, um deles com 26 mil metros quadrados, serão todos alugados pela atacadista, que será a responsável pela implantação do software que faz a gestão do sistema, com tecnologia importada do Makro na Ásia. Já a frota de veículos é tercei rizada, composta por oito empresas, entre elas o Grupo Logos. O executivo diz que o mesmo modelo está em desenvolvimento nas operações de Venezuela, Colômbia e Peru.
Na avaliação do diretor de Marketing do Makro, Gustavo Delamanha, os centros de distribuição possibilitarão que alguns fornecedores ampliem sua capacidade de serviço para a rede em 30%. Para se ter uma ideia da capacidade do CD de Taboão da Serra, a cadeia movimenta mais de cinco milhões de caixas por mês, enquanto o novo local concentrará dois milhões deste total.
O novo modelo logístico vai possibilitar o desenvolvimento de novos negócios, como a preparação de kits promocionais e de cestas básicas, a reembalagem e a adequação de produtos ao modelo usado pelo Makro, além da reorganização do abastecimento de itens de alto valor agregado como a linha branca (geladeiras, lavadoras, microondas).
"O sistema beneficiará outros canais de vendas, como o Eletro Atacado e Contas Nacionais, atendendo empresas do governo e redes hoteleiras", observou Delamanha. A rede intensificará ações para conquistar contas de empresas relacionadas a programas de incentivo, entregando um determinado prêmio, como um eletroeletrônico, na residência do funcionário contemplado.
Recuperação
Depois de registrar vendas menores no início do ano, um reflexo da crise econômico-financeira, a rede passou por um mês de julho atípico, afetado tanto pelo frio quanto pela gripe suína. No primeiro semestre, as vendas das lojas comparáveis cresceram entre 7% e 8% sobre igual período de 2008. Para o diretor de Marketing, o Makro detectou uma reação do consumo em agosto, e, na reta final deste mês, os indicativos são favoráveis. "O Brasil voltou a respirar melhor. Temos condições de recuperar tudo isso no quatro trimestre." Ele pondera que no final do ano a expansão programada para 2010 poderá ser revista, de acordo com o resultado.
Estratégia
Especialistas ouvidos pela reportagem consideram ainda que este reforço na logística é uma estratégia para minimizar a perda de espaço no mercado diante do avanço das redes de cash&carry, conhecidas como "atacarejo", entre elas, Atacadão (Grupo Carrefour), Assai (Grupo Pão de Açúcar), Comprefort (Supermercados Comper) e Maxxi Atacado (Walmart). Dos sete estados no norte, os únicos que não terão lojas este ano são Amapá e Roraima. Até o final do ano, Acre e Tocantins (estado em que o concorrente Atacadão está presente) receberão novas unidades
O reforço da infraestrutura logística será uma das prioridades no País da líder atacadista Makro, que prepara a operação de quatro centros de distribuição (CD) no próximo ano visando à expansão fora dos grandes centros urbanos.
A ideia da multinacional holandesa é reduzir os custos com entrega e estoque nas lojas, e, ao mesmo tempo, a umentar o sortimento de itens vendidos, explica Heráclito Ribas, diretor de Logística para a América do Sul.
Segundo ele, o primeiro CD começa a funcionar em outubro, em uma área de 26 mil metros quadrados localizada em Taboão da Serra (SP), com capacidade para movimentar dois dos mais de cinco milhões de caixas manipuladas mensalmente. "Este complexo permite o abastecimento de 100 lojas, e nós temos 70 em todas as regiões do Brasil", diz Ribas.
Para atender outros ramais, os demais CDs serão instalados em Santa Catarina, onde já funciona um depósito de artigos importados, no nordeste e na Grande São Paulo - este, voltado a perecíveis. A previsão da rede é que a medida permita aos pequenos e médios fornecedores direcionar as entregas ao CD e ampliar a capacidade de serviço em até 30%. Responsável pelo faturamento de R$ 5 bilhões em 2008, a rede quer crescer 12% este ano e vê a abertura de até nove lojas em 2010.
Fonte: DCI/Site da NTC
sábado, 26 de setembro de 2009
DHL Express Brasil: Balanço de operações durante greve dos correios
São Paulo, Brasil -. A DHL Express, empresa líder mundial de serviços expressos e de logística, apontou acréscimo de 35% no volume diário de remessas expressas desde o início da greve dos Correios, em 16 de setembro. A empresa anotou também crescimento de 80% na quantidade de ligações na Central de Atendimento ao Cliente com aumento de 50% em solicitações de coleta via atendimento ao cliente neste período.
A DHL Express trabalha com modelos de contingência que permitem a escalação de operações adicionais para atender demandas excedentes geradas pelo cenário atual, com soluções customizadas de entregas porta a porta. Há mais de 30 anos no Brasil, a DHL Express está presente em mais de 225 países e 120 mil destinos em todo o mundo. Além disso, possui uma das maiores coberturas do país, atendendo 1.515 cidades, que representam mais de 90% do PIB nacional.
Perfil: A DHL é líder no mercado global de logística e entrega expressa internacional, especializada em fornecer soluções inovadoras e personalizadas a seus clientes.
A DHL oferece serviços e experiência em frete expresso, aéreo e marítimo, transporte terrestre, soluções de logística, bem como serviços postais internacionais, aliados à cobertura mundial e profundo conhecimento dos mercados locais. A rede internacional da DHL conecta mais de 225 países e territórios no mundo todo. Mais de 310 mil funcionários se dedicam a prestar serviços com agilidade e confiança que superam as expectativas dos clientes.
A DHL faz parte da Deutsche Post DHL. O Grupo teve uma receita de mais de 54 bilhões de euros em 2008. [ http://www.dhl.com ]
Fonte: Fator Brasil
A DHL Express trabalha com modelos de contingência que permitem a escalação de operações adicionais para atender demandas excedentes geradas pelo cenário atual, com soluções customizadas de entregas porta a porta. Há mais de 30 anos no Brasil, a DHL Express está presente em mais de 225 países e 120 mil destinos em todo o mundo. Além disso, possui uma das maiores coberturas do país, atendendo 1.515 cidades, que representam mais de 90% do PIB nacional.
Perfil: A DHL é líder no mercado global de logística e entrega expressa internacional, especializada em fornecer soluções inovadoras e personalizadas a seus clientes.
A DHL oferece serviços e experiência em frete expresso, aéreo e marítimo, transporte terrestre, soluções de logística, bem como serviços postais internacionais, aliados à cobertura mundial e profundo conhecimento dos mercados locais. A rede internacional da DHL conecta mais de 225 países e territórios no mundo todo. Mais de 310 mil funcionários se dedicam a prestar serviços com agilidade e confiança que superam as expectativas dos clientes.
A DHL faz parte da Deutsche Post DHL. O Grupo teve uma receita de mais de 54 bilhões de euros em 2008. [ http://www.dhl.com ]
Fonte: Fator Brasil
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Como reduzir perdas entre a fábrica e o cliente
A história é verídica e muito mais comum do que se imagina. Há alguns anos, uma multinacional tentava descobrir porque algumas pás eólicas que importava do Brasil não chegavam em perfeitas condições ao seu destino, em Houston, nos Estados Unidos. A operação logística estava inteiramente de acordo com as normas: o produto saía com qualidade da fábrica, no interior de São Paulo, era movimentado e acondicionado da forma correta e transportado com o máximo cuidado até o porto de Santos, com o veículo em baixa velocidade para evitar trepidações. Isso porque, ao contrário do que pode parecer pelo tamanho da peça, uma pá eólica é confeccionada com materiais muito sensíveis e um leve esbarrão pode danificar sua estrutura e seu funcionamento.
O importador decidiu aplicar um registrador de impactos em cada pá. Trata-se de um equipamento que grava as condições em que a carga é transportada, ao longo de todo o seu trajeto. E foi ele quem apontou o vilão da história: um simples buraco de rua na cidade de Santos! Toda vez que a carreta passava pelo buraco, aparentemente inofensivo, a pequena trepidação era suficiente para alterar o desempenho do produto recebido nos Estados Unidos. Buraco tapado, problema resolvido.
Este é apenas um dos muitos casos que ocorrem diariamente e que geram perdas significativas para as empresas. E também representam riscos para as pessoas que consomem, sem perceber, produtos em más condições, quando estes escapam das normas recomendadas pelos fabricantes durante o percurso até o ponto de venda.
Evidentemente, as indústrias e operadores logísticos procuram evitar perdas de diversas formas: usando desde embalagens especiais até caminhões com temperaturas controladas. Porém, basta um descuido humano ou um ponto falho a qualquer momento e toda essa segurança pode ir por água abaixo. Por isso, em alguns segmentos, é fundamental monitorar as condições em que a carga é movimentada e transportada ao longo de toda a cadeia logística.
É o caso dos setores de alimentos, farmacêutico e de eletro-eletrônicos. Por exemplo, uma caixa de verduras pode ser acondicionada e transportada na temperatura adequada, mas alguns instantes fora dessas condições, durante as transferências entre um ambiente e outro, podem ser suficientes para que se forme uma cultura de contaminação. Essa falha só será descoberta se o produto contar com um indicador ou um registrador de temperatura. A diferença entre os dois equipamentos: o indicador mostra se a mercadoria ficou exposta a uma temperatura inadequada em algum momento; e o registrado aponta qual foi esse momento.
O mesmo acontece com bolsas de sangue ou com vacinas, que podem perder sua eficácia se não forem mantidas o tempo todo nas condições ideais. Já na cadeia de eletrodomésticos, as redes de varejo não aceitam comercializar um produto que chegue com um arranhão provocado por um movimento brusco. Esse é um caso para um registrador de impacto identificar em que momento ocorreu e quem provocou o dano. E assim é possível corrigir o manuseio e estabelecer um procedimento ideal.
O mesmo vale para os fabricantes de geradores de energia, transformadores, caixas automáticos de bancos e até turbinas. Esse monitoramento de impactos é importante para assegurar o pleno funcionamento dos seus componentes.
E na chamada cadeia do frio, os indicadores e registradores de temperatura e umidade são até mais eficientes que os aparelhos de rádio-frequência, pelos seguintes motivos: são resistentes a baixas temperaturas, porque não utilizam baterias; custam muito menos e registram as variações ambientais ao longo de todo o ciclo de armazenagem, movimentação e transporte.
Em todas essas situações, porém, o fator humano é o crucial. "As pessoas que atuam ao longo da cadeia logística precisam estar muito bem treinadas e conscientes do seu papel para que essas pequenas falhas deixem de gerar grandes perdas", diz Afonso Moreira, diretor da AHM Solution, que faz esses treinamentos, depois de aplicar os indicadores e registradores de impactos, temperatura, umidade ou inclinação, que mostram onde estão os erros e o que precisa ser corrigido. A empresa é representante na América do Sul de equipamentos exclusivos para essas finalidades.
http://www.ahmsolution.com.br/
FONTE: Fator Brasil
O importador decidiu aplicar um registrador de impactos em cada pá. Trata-se de um equipamento que grava as condições em que a carga é transportada, ao longo de todo o seu trajeto. E foi ele quem apontou o vilão da história: um simples buraco de rua na cidade de Santos! Toda vez que a carreta passava pelo buraco, aparentemente inofensivo, a pequena trepidação era suficiente para alterar o desempenho do produto recebido nos Estados Unidos. Buraco tapado, problema resolvido.
Este é apenas um dos muitos casos que ocorrem diariamente e que geram perdas significativas para as empresas. E também representam riscos para as pessoas que consomem, sem perceber, produtos em más condições, quando estes escapam das normas recomendadas pelos fabricantes durante o percurso até o ponto de venda.
Evidentemente, as indústrias e operadores logísticos procuram evitar perdas de diversas formas: usando desde embalagens especiais até caminhões com temperaturas controladas. Porém, basta um descuido humano ou um ponto falho a qualquer momento e toda essa segurança pode ir por água abaixo. Por isso, em alguns segmentos, é fundamental monitorar as condições em que a carga é movimentada e transportada ao longo de toda a cadeia logística.
É o caso dos setores de alimentos, farmacêutico e de eletro-eletrônicos. Por exemplo, uma caixa de verduras pode ser acondicionada e transportada na temperatura adequada, mas alguns instantes fora dessas condições, durante as transferências entre um ambiente e outro, podem ser suficientes para que se forme uma cultura de contaminação. Essa falha só será descoberta se o produto contar com um indicador ou um registrador de temperatura. A diferença entre os dois equipamentos: o indicador mostra se a mercadoria ficou exposta a uma temperatura inadequada em algum momento; e o registrado aponta qual foi esse momento.
O mesmo acontece com bolsas de sangue ou com vacinas, que podem perder sua eficácia se não forem mantidas o tempo todo nas condições ideais. Já na cadeia de eletrodomésticos, as redes de varejo não aceitam comercializar um produto que chegue com um arranhão provocado por um movimento brusco. Esse é um caso para um registrador de impacto identificar em que momento ocorreu e quem provocou o dano. E assim é possível corrigir o manuseio e estabelecer um procedimento ideal.
O mesmo vale para os fabricantes de geradores de energia, transformadores, caixas automáticos de bancos e até turbinas. Esse monitoramento de impactos é importante para assegurar o pleno funcionamento dos seus componentes.
E na chamada cadeia do frio, os indicadores e registradores de temperatura e umidade são até mais eficientes que os aparelhos de rádio-frequência, pelos seguintes motivos: são resistentes a baixas temperaturas, porque não utilizam baterias; custam muito menos e registram as variações ambientais ao longo de todo o ciclo de armazenagem, movimentação e transporte.
Em todas essas situações, porém, o fator humano é o crucial. "As pessoas que atuam ao longo da cadeia logística precisam estar muito bem treinadas e conscientes do seu papel para que essas pequenas falhas deixem de gerar grandes perdas", diz Afonso Moreira, diretor da AHM Solution, que faz esses treinamentos, depois de aplicar os indicadores e registradores de impactos, temperatura, umidade ou inclinação, que mostram onde estão os erros e o que precisa ser corrigido. A empresa é representante na América do Sul de equipamentos exclusivos para essas finalidades.
http://www.ahmsolution.com.br/
FONTE: Fator Brasil
Alcoolduto vai tirar 1,6 mil caminhões das rodovias
O projeto é do grupo Uniduto Logística, que representa 88 usinas de etanol de São Paulo, responsáveis por um terço da produção nacional. A estrutura terá 570 quilômetros, ligando as principais regiões produtoras de São Paulo com a capital e o litoral, de onde seguirá o álcool para a exportação.
O investimento é de US$ 1 bilhão e vai possibilitar o transporte de 17 bilhões de litros de álcool por ano. Com o início do funcionamento do álcoolduto, serão retirados das estradas 1,6 mil caminhões de carroceria dupla, conhecidos como bi-trem, segundo o presidente da Uniduto, Sergio Van Klaveren.
"Todo o transporte de etanol, que hoje é feito 95% por rodovias, deve passar para as dutovias, hidrovias e ferrovias. O álcool vai se beneficiar de um momento de crescimento, com uma mudança completa da matriz de transporte. A economia inicial no preço do produto será de 25%", disse hoje (22) Klaveren, durante a 7a Rio Pipe Line, feira que reúne até o dia 24 as maiores empresas brasileiras e mundiais em transporte por dutos, principalmente nas áreas de petróleo e gás.
De acordo com o presidente da Uniduto, a tendência é aumentar a participação do Brasil neste modal, que atualmente possui 20 mil quilômetros (km) de dutos, incluindo um gasoduto, um oleoduto e um minerioduto, contra 820 mil km dos Estados Unidos e cerca de 300 mil km da Rússia. Klaveren calcula que a economia com o óleo diesel que deixará de ser utilizado pelos caminhões chegue a 85 milhões de litros por ano.
Além disso, segundo ele, a retirada de circulação dos veículos pesados vai contribuir para a manutenção das estradas e a redução do número de acidentes. O início das obras do duto está previsto para meados de 2010. A Petrobras também planeja operar um alcoolduto, que se estenderá desde regiões produtoras em Goiás até o litoral do Rio de Janeiro, passando pelo estado de São Paulo.
Segundo a assessoria da estatal, o projeto que chegou a ser cogitado para entrar em operação ainda este ano, não tem prazo definido para o início das obras por questões de amadurecimento de mercado e a concessão de licenças ambientais.
FONTE: Agênciabrasil
O investimento é de US$ 1 bilhão e vai possibilitar o transporte de 17 bilhões de litros de álcool por ano. Com o início do funcionamento do álcoolduto, serão retirados das estradas 1,6 mil caminhões de carroceria dupla, conhecidos como bi-trem, segundo o presidente da Uniduto, Sergio Van Klaveren.
"Todo o transporte de etanol, que hoje é feito 95% por rodovias, deve passar para as dutovias, hidrovias e ferrovias. O álcool vai se beneficiar de um momento de crescimento, com uma mudança completa da matriz de transporte. A economia inicial no preço do produto será de 25%", disse hoje (22) Klaveren, durante a 7a Rio Pipe Line, feira que reúne até o dia 24 as maiores empresas brasileiras e mundiais em transporte por dutos, principalmente nas áreas de petróleo e gás.
De acordo com o presidente da Uniduto, a tendência é aumentar a participação do Brasil neste modal, que atualmente possui 20 mil quilômetros (km) de dutos, incluindo um gasoduto, um oleoduto e um minerioduto, contra 820 mil km dos Estados Unidos e cerca de 300 mil km da Rússia. Klaveren calcula que a economia com o óleo diesel que deixará de ser utilizado pelos caminhões chegue a 85 milhões de litros por ano.
Além disso, segundo ele, a retirada de circulação dos veículos pesados vai contribuir para a manutenção das estradas e a redução do número de acidentes. O início das obras do duto está previsto para meados de 2010. A Petrobras também planeja operar um alcoolduto, que se estenderá desde regiões produtoras em Goiás até o litoral do Rio de Janeiro, passando pelo estado de São Paulo.
Segundo a assessoria da estatal, o projeto que chegou a ser cogitado para entrar em operação ainda este ano, não tem prazo definido para o início das obras por questões de amadurecimento de mercado e a concessão de licenças ambientais.
FONTE: Agênciabrasil
Governo quer estabelecer limite de horas de trabalho para caminhoneiros, diz ministro
Rio de Janeiro - A fixação de um limite de horas de trabalho para os caminhoneiros é um dos temas que podem fazer parte do novo Código de Trânsito Brasileiro (CTB), disse hoje (24), no Rio, o ministro das Cidades, Márcio Fortes. Ele participou de mesa-redonda, cujo tema era Educação no Trânsito: uma questão de cidadania, promovida por dois jornais cariocas.
“O caminhoneiro autônomo, sobretudo, acha que é super-homem, quer fazer viagem o dia inteiro para lá e para cá, andar na estrada com aqueles caminhões articulados de um estado para o outro. E esquece que o corpo humano tem limites. Em determinado momento, ele pode estar fatigado, perde a sua capacidade de reação e isso leva a acidentes”, afirmou Fortes.
A ideia, adiantou, é a de haja controle da jornada de trabalho dos caminhoneiros, fazendo com que cada etapa da viagem tenha no máximo quatro horas. Com isso, o motorista será obrigado a descansar meia hora antes de seguir o trajeto. “Então, a cada dia, ele terá, necessariamente, um período de descanso de dez horas e meia, pelo menos. Isso fará com que haja menos risco de o motorista vir a matar ou morrer”.
Entre outras propostas previstas para a reforma do CTB, antecipou Fortes, está a identificar o real infrator para que os pontos perdidos sejam efetivamente incluídos na carteira do responsável pelos acidentes e não na dos proprietários dos veículos. As exceções continuarão sendo os casos de pais e filhos e esposos e esposas, salientou. A intenção do ministério é coibir fraudes e dificultar esse tipo de situação.
Além da definição da localização das motocicletas no trânsito, para evitar acidentes, Fortes disse que deverá ser discutido to valor das multas, que está defasado.
Os estudos que estão sendo efetuados pelo comitê do Ministério das Cidades sobre os tópicos sujeitos à reforma no Código de Trânsito Brasileiro ajudarão os trabalhos em andamento no Congresso sobre essa matéria. O objetivo, ressaltou Fortes, é acelerar o encaminhamento e a decisão sobre vários pontos que necessitam de revisão.
“Já identificamos vários pontos e fizemos contato com a deputada Rita Camata, que é a relatora do conjunto de projetos que estão na Câmara. Estamos agora avaliando outros pontos que ainda não foram incorporados pela relatora”, acrescentou o ministro.
Amanhã (25), encerra-se a Semana Nacional de Trânsito, iniciada no último dia 18. A campanha de educação e segurança no trânsito organizada pelo Ministério das Cidades para a conscientização da população sobre a importância do respeito à lei conta com R$ 120 milhões para os próximos 12 meses. Os recursos são oriundos de multas e do Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (DPVAT).
O ministro enfatizou ainda a necessidade de as pessoas, além de respeitar a lei, terem um comportamento adequado no trânsito, “Muitas vezes, ele [o comportamento indequado] é gerador de brigas, que levam a situações até de assassinato. Então, não é só o trânsito que cria problemas, que mata, que fere. São as brigas oriundas do mau comportamento no trânsito”.
Fonte: Agenciabrasil
“O caminhoneiro autônomo, sobretudo, acha que é super-homem, quer fazer viagem o dia inteiro para lá e para cá, andar na estrada com aqueles caminhões articulados de um estado para o outro. E esquece que o corpo humano tem limites. Em determinado momento, ele pode estar fatigado, perde a sua capacidade de reação e isso leva a acidentes”, afirmou Fortes.
A ideia, adiantou, é a de haja controle da jornada de trabalho dos caminhoneiros, fazendo com que cada etapa da viagem tenha no máximo quatro horas. Com isso, o motorista será obrigado a descansar meia hora antes de seguir o trajeto. “Então, a cada dia, ele terá, necessariamente, um período de descanso de dez horas e meia, pelo menos. Isso fará com que haja menos risco de o motorista vir a matar ou morrer”.
Entre outras propostas previstas para a reforma do CTB, antecipou Fortes, está a identificar o real infrator para que os pontos perdidos sejam efetivamente incluídos na carteira do responsável pelos acidentes e não na dos proprietários dos veículos. As exceções continuarão sendo os casos de pais e filhos e esposos e esposas, salientou. A intenção do ministério é coibir fraudes e dificultar esse tipo de situação.
Além da definição da localização das motocicletas no trânsito, para evitar acidentes, Fortes disse que deverá ser discutido to valor das multas, que está defasado.
Os estudos que estão sendo efetuados pelo comitê do Ministério das Cidades sobre os tópicos sujeitos à reforma no Código de Trânsito Brasileiro ajudarão os trabalhos em andamento no Congresso sobre essa matéria. O objetivo, ressaltou Fortes, é acelerar o encaminhamento e a decisão sobre vários pontos que necessitam de revisão.
“Já identificamos vários pontos e fizemos contato com a deputada Rita Camata, que é a relatora do conjunto de projetos que estão na Câmara. Estamos agora avaliando outros pontos que ainda não foram incorporados pela relatora”, acrescentou o ministro.
Amanhã (25), encerra-se a Semana Nacional de Trânsito, iniciada no último dia 18. A campanha de educação e segurança no trânsito organizada pelo Ministério das Cidades para a conscientização da população sobre a importância do respeito à lei conta com R$ 120 milhões para os próximos 12 meses. Os recursos são oriundos de multas e do Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (DPVAT).
O ministro enfatizou ainda a necessidade de as pessoas, além de respeitar a lei, terem um comportamento adequado no trânsito, “Muitas vezes, ele [o comportamento indequado] é gerador de brigas, que levam a situações até de assassinato. Então, não é só o trânsito que cria problemas, que mata, que fere. São as brigas oriundas do mau comportamento no trânsito”.
Fonte: Agenciabrasil
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